segunda-feira, novembro 30, 2009

Dúvida existencial

Sou só eu que fico no limiar da depressão quando ouço José Gonzalez?

É que mal uma musiquinha dele começa a tocar após escolher "músicas aleatórias" no ipod, aperta-se-me o estômago, sinto umas palpitações e só me apetece pegar num pacote de Kleenex e ir para o WC verter umas lagriminhas.

Já esta é uma notícia bem gira

Disney criou a sua primeira princesa negra.

Nas notícias de hoje

"Sarah Palin falada para lugar de Oprah"

"Gato provoca inundação"

"Todos os homens sonham em ser actores porno"

"Afinal não há criativos na polícia para dar nome às operações"

"Advogados cobram fortunas" (pá, a sério?)

"Beckham fuma charutos às escondidas"

"Sexo e banco entre os primeiros registos em cirílico"

sexta-feira, novembro 27, 2009

Xinti

Uma gaja vai ver um pequeno-médio concerto da Sara Tavares à Fnac de Sta Catarina. 200 pessoas resolveram meter-se num espaço onde normalmente só cabem 30 mas tudo muito apertadinho lá se deu o jeito. Eu sentei-me com as amigas naquelas cadeiras altas de fundo, junto ao balcão e estava muito bem a balançar-me ao som de ritmos africanos, com uma flute de champanhe que o senhor do bar nos ofereceu, vá-se lá saber porquê, e eis que nos 5 cms que me separavam das gajas que estavam à minha frente se meteu um moço dos seus vinte e tal anos, calças rotas e cabelo com crista. A música continua e eis que a nádega do menino (bem rijinha por sinal) repousa no meu joelho. Não haveria problema nenhum no sucedido, que fora o mau gosto para roupa e penteados o rapaz até não estava mal, arrisco-me a dizer que com uma bela camisolinha lisa e cabelinho máquina 1 havia de ficar um primor, mas a namorada estava mesmo ali à frente e, apesar de prestar mais atenção à Sara do que ao namorado, podia entender mal o sucedido e achar que eu é que me estava a fazer ao rabo alheio e partir para a violência ali mesmo, sendo que violência mais champanhe mais casaco novo não são coisas que ligam muito bem. Daí que tenha puxado a cadeira um bocadinho mais para trás, virado os joelhinhos para o lado e ter olhado para o gajo com cara de "já desamparavas o rabo das minhas pernas não?". E a noite correu em paz.

quarta-feira, novembro 25, 2009

Abre as pernas, coração

Eu sei que nunca se diz nunca mas se há coisa que eu não me vejo a fazer é ir a um ginecologista homem. Se a coisa já é incómoda e pouco à-vontade com uma mulher ali a espreitar, enfiar coisas, abrir aqui, tocar ali, muito pior seria com um homem, por melhor, mais discreto ou bom profissional que o senhor fosse. É que todas as acções descritas em cima podem ser muito agradáveis se forem feitas por um homem, mas sempre com outras intenções que não ver o aspecto do nosso cérvix.

E por esta declaração de amor (mas não só) este é um dos meus livros preferidos

My great miseries in this world have been Heathcliff’s miseries, and I watched and felt each from the beginning: my great thought in living is himself. If all else perished, and he remained, I should still continue to be; and if all else remained, and he were annihilated, the universe would turn to a mighty stranger: I should not seem a part of it.—My love for Linton is like the foliage in the woods: time will change it, I’m well aware, as winter changes the trees. My love for Heathcliff resembles the eternal rocks beneath: a source of little visible delight, but necessary. Nelly, I am Heathcliff! He’s always, always in my mind: not as a pleasure, any more than I am always a pleasure to myself, but as my own being. So don’t talk of our separation again: it is impracticable.


Wuthering Heights (ou como é mais conhecido entre nós O Monte dos Vendavais, de Emily Brönte)

terça-feira, novembro 24, 2009

Dúvida existencial

Porque é que os homens gostam de chamar carinhosamente uns aos outros "panisgas", "paneleiro", "mariconço"?

Espero que a moda não pegue na vertente feminina, que não me apetece começar a cumprimentar as minhas amigas com "então minha fufa, está tudo?".

segunda-feira, novembro 23, 2009

Isto é maravilhoso!

Drunk dialing is a pop-culture term denoting an instance in which an intoxicated individual places phone calls that he or she would not likely place if sober. The term often refers to a lonely individual calling former or current love interests.

Drunk texting is a related phenomenon, and potentially yet more embarrassing for the sender as, once the message is sent, it cannot be retrieved; the message will most likely be misspelled (due to being drunk), and it might be reviewed and shared among many.

Não o acto em si mas o facto de ser prática tão comum que justifique a criação de um nome.

*o texto é da Wikipedia mas foi encontrado aqui.

Isto certamente dirá alguma coisa sobre o meu gosto (vício, vá) por séries

Hoje sonhei que estava num episódio do Flashforward (que no sonho mais parecia um daqueles jogos da PS, tipo Metal Gear Solid Snake, em que temos que matar "seres" que aparecem em cada esquina) e os meus co-stars eram o Karev e o Hunt da Anatomia de Grey.

(se era para sonhar com pessoas dessas duas séries preferia o Joseph Fiennes e o Patrick Dempsey. Esses hoje, nem vê-los. Recado ao meu subconsciente: no próximo sonho quero uma série romântica tipo Cupido, ou coisa do género, vale?).

domingo, novembro 22, 2009

What a difference a second makes

Este foi o (óptimo!) filme que vi hoje à tarde, em frente à lareira, de manta nas pernas, o pc ao lado, a comer línguas de gato (ou de veado, nunca me lembro quais são quais) e a pensar na noite anterior e na p#$# da diferença que uns segundos podem fazer entre uma noite que foi boa e uma noite que poderia ter sido excelente.

sexta-feira, novembro 20, 2009

Kiss é agora amiga de....

Ontem cantei uma parte de uma música do Marco Paulo (Taras e Manias, para ser mais precisa) a alguém.

E lixa-me sentir-me tão à vontade com esse alguém, para ter intimidade para fazer estas coisas.

Isso e o facto de eu não poder chegar perto do telemóvel a partir da uma da manhã, que vai dar asneira na certa.

quarta-feira, novembro 18, 2009

"Desamigar"

A palavra inglesa do ano escolhida pelo New Oxford American Dictionary foi unfriend = excluir amigos numa rede social.

E para vocês? Qual é a "nossa" palavra de 2009?

"Defendes esta causa com tanta convicção, até parece que és gay"

*Comentário deixado uns posts abaixo.

Sim. E também defendo os direitos dos negros porque sou negra. E defendo os direitos das mulheres mutiladas em África porque sou uma mutilada africana. E defendo os direitos dos habitantes da China porque sou chinesa. E defendo os direitos das crianças porque sou uma criança. E defendo os direitos dos animais porque sou um animal.

Oi?

terça-feira, novembro 17, 2009

Cena (que poderia ter sido) à filme (mas não foi) #1

Visto que aqui o estaminé está prestes a completar 400 000 visitinhas, começo esta rubrica de partilhar convosco cenas que me aconteceram/vão acontecendo, que têm tudo para ser uma grande cena de filme, mas que como isto é a vida real, foram apenas episódios engraçados, românticos, aventureiros, etc., que acabaram da maneira mais normal possível.

Na noite de passagem de ano 2008/2009 que, como quem acompanha o blog sabe, passei em NY, estava eu com duas amigas e um amigo no metro a caminho do hotel às 5h da manhã (o resto do pessoal tinha ficado entretido na disco), eu de minivestido e altas sandálias num frio de -14ºC, a comer um chocolate oferecido por uma das minhas amigas e ouço uma pessoa dizer constantemente "is this stop Penn Station?", "is the next stop Penn Station? Are there restaurants there? I'm starving". Eu, curiosa, olhei para cima e o gajo era um gato (ou foi o que me pareceu, que na América uma pessoa pede um whisky cola e vem um copo cheio de whisky com uma pinga de cola e era bar aberto, agora pensem). Sem qualquer tipo de problema apontei-lhe o chocolate e perguntei "do you want some?". Ele aceitou e ficamos ali a olharmo-nos uns segundos. A minha amiga, que estava ao pé dele (e no mesmo estado "alegre" que eu) começa a meter conversa "she's my friend!!! I gave her that chocolate" ao que ele (suspeito que também tinha bebido uns quantos copos) responde "she's gorgeous". Quando chegaram finalmente a Penn Station ele solta um suspiro, um "I don't want to leave", beija-me a mão e vai-se embora.

Ora, isto num filme seria palco para eu me colar ao vidro embaciado do metro e escrever lá o meu número ou ele ir a correr atrás do metro ou eu sair na estação seguinte e voltar a Penn Station à procura dele ou de o encontrar em plena Times Square e ficarmos os dois em câmara lenta enquanto tudo à volta se movimenta em fast forward, acabando tudo numa bela noite de amor num hotel 5***** e acordando no dia seguinte com a maquilhagem e o cabelo perfeitos, com a camisa dele vestida e pequeno almoço na cama.

Mas não. Ele saiu e deve ter ido comer um belo de um Double Big Mac enquanto eu continuei no metro, saí em Times Square, corri até ao hotel, vesti o pijaminha e deitei-me quase em hipotermia agarradinha à minha amiga para ver se aquecia, para acordar no dia seguinte toda desgrenhada, com a maquilhagem por tirar, a roupa espalhada no chão e uma dor de cabeça de fugir.

E vocês, que cenas (quase) à filme já protagonizaram? Quero saber todas as hstórias, não posso ser sempre eu a contar tudo.

Mas essas crianças não vão sofrer por causa das outras crianças?

Não necessariamente. Mas pode acontecer, claro, que as crianças tendem a ser muito mazinhas umas para as outras. Como também podem vir a sofrer devido a gozos por parte dos pares as crianças gordas, as crianças muito magras, as crianças com óculos, com aparelho, as crianças com roupas gastas, com penteados feios, que não sabem andar de bicicleta.... Há uma série de motivos pelos quais as crianças gozam outras crianças e cabe aos pais/mães e à própria criança desenvolver nela sentimentos de autoestima e autoconfiança suficientes para não se deixar ir abaixo por esses comentários.

Li recentemente um estudo na Times (não consegui encontrá-lo para pôr aqui o link) que o que as crianças querem de um pai/mãe é apenas e só que eles "enjoy spending time with me", para citar o artigo. Todas as crianças referiram que não se importam que os pais trabalhem e que estejam pouco tempo com eles, querem é que o tempo que passem com eles seja de qualidade. E isso têm muito mais probabilidade de terem com um casal do mesmo sexo do que num orfanato ou instituição de caridade, por melhor que eles sejam.

É melhor para uma criança ter pai e mãe a morar juntos, super felizes e apaixonados? É, claro, e eu que tive/tenho isso tudo sei o quanto é bom. Mas também seria ideal para uma criança que não houvesse pais solteiros, que não houvesse pais divorciados, que não houvesse pais que tentam pôr os filhos contra as mães e vice-versa, que não houvesse pais violentos, pais alcoólicos, pais que traem, pais que trabalham até tarde, pais que são obrigados a emigrar para conseguir pôr comida na mesa. O que as crianças querem é que gostem delas, que gostem de estar com elas e que os pais sejam felizes. O resto, para elas, não interessa para nada.

segunda-feira, novembro 16, 2009

Estou a ver o Prós e Contras

E foda-se (lá está, sou do Porto) mas porque raio os homossexuais não hão-de poder casar? Quem é que tem a ver com isso?

E já que estamos a falar nisso, porque raio não hão-de poder adoptar? É melhor uma criança viver num orfanato, a ser violada pelos Bibis deste mundo ou de pratinho na mão a dizer "please sir I want some more" do que viver, ser amado e ser bem tratado por dois pais ou duas mães? Qual é o problema? Se uma criança viver com um pai solteiro e um amigo do pai ou com a mãe e uma amiga da mãe já é a coisa mais normal do mundo mas se viver com dois ou duas companheiras já é uma coisa horrível? Oh poupem-me as hipocrisias, cambada de atados.

Just for the record...

..."merda" não pode ser considerado palavrão, é muito fraquinho para esse estatuto.

Inquérito

Gente de Lisboa e do sul em geral, digam-me cá uma coisinha. É que aqui no norte existe o mito que vocês falam muito bem, que raramente dizem uma asneira e que se escandalizam a valer quando ouvem a linguagem vernácula dos habitantes nortenhos. Isso é verdade? Vocês só soltam um palavrão quando batem com o dedo grande na esquina da cama ou quando o árbitro rouba o Benfica ou são meninos para, tal como nós, dizerem uns foda-se's e outros no meio das frases, ainda que meio sem sentido? É que aqui em cima é verdade, os palavrões são normais, os homens tratam-se carinhosamente por "meu caralho" (ou gay, depende), numa frase de 10 palavras 3 são palavrões (estou a arredondar por baixo) e nunca ninguém diria "aquele rapaz atrai-me mas tem cá uma linguagem, que horror". Os palavrões aparecem nas frases quase sem darmos conta. Vocês acham mesmo isso ou este é um mito criado pelas telenovelas da TVI que são todas passadas em casarões alentejanos de famílias lisboetas "bem"? Vocês também soltam o lado negro da vossa língua com um certo à vontade ou uma frase como "foda-se, as putas das botas estão a magoar-me" é tão improvável sair da vossa boca como "ontem vi um pinguim no meu quarto"? Vá, esclareçam-me, que isto pode não ter importância de estado, mas é uma questão curiosa.

sexta-feira, novembro 13, 2009

Perguntinha

É normal os primeiros pensamentos do dia, todos os dias, serem:

Não acredito!!! (quando toca o despertador)
O que tem que ser tem muita força.
Nunca mais é logo à noite para poder voltar a dormir.

?

quarta-feira, novembro 11, 2009

Mudando de assunto

Alguém consegue fazer pesquisas no youtube? Consigo entrar, consigo ver os videos que estão em destaque, mas quando faço uma pesquisa aparece uma mensagem de erro toda marada. Damn it!

...

No post anterior eu não julguei o rapaz, não critiquei os seus motivos (e fico mesmo muito triste por alguém bater tão fundo que veja a morte como única saída) mas eu apenas digo que é injusto. Há pessoas que querem viver mas estão doentes ou são atropeladas ou levam um tiro. E há outras que estão vivas e matam-se. Isto, para mim, é injusto.

Como são injustas muitas outras situações desta vida, uma das quais me referiram nos comentários. Uma mulher quer engravidar e não consegue. Outra, está grávida e aborta. Uma pessoa não tem casa. Outra tem uma casa de 5 quartos só para 3 pessoas. Uma pessoa está doente. Outra tem dinheiro para comprar a vacina mas não a toma. Uma pessoa tem fome. Outra tem tanta comida que até deita fora coisas que passaram de validade.

E eu faço muitas das coisas que referi em 2º lugar, mas na minha opinião, que dou no meu blogue, esta merda é injustíssima. Digam-me o que disserem, tenham as pessoas os problemas que tiverem. Ponto. (E "haja paciência" digo eu.)

terça-feira, novembro 10, 2009

...

Robert Enke (1977-2009)

Quando alguém se suicida toda a gente, ao ver-me assim para o consternada, dizem "devia ter algum problema". Mas é claro que quem se suicida tem algum problema. Só que na minha opinião são problemas internos, nas próprias cabeças, e não externos (não deixando de ser menos importantes por isso e, pelo que se vê, muito mais perigosos). Há pessoas que são violadas, torturadas, que ficam sem família, que não têm dinheiro para dar de comer aos filhos, que vivem com dores, que vivem em guerra e com medo, que têm filhos doentes, que estão doentes e mesmo assim continuam a querer viver, e depois vê-se pessoas no auge das suas vidas, da sua saúde que preferem ir embora. E eu que, neste momento, tenho amigos e conhecidos tão novos e tão doentes a lutar tanto para serem felizes e aproveitarem o que podem, não consigo deixar de sentir que isto tudo é uma injustiça muito grande.

segunda-feira, novembro 09, 2009

'scuse me while I kiss this guy*

Estes dias descobri o nome que os brasileiros dão a uma coisa que eu, e todos nós, fazemos ou já fizemos muitas vezes na nossa vida: virundum. Neste momento estão vocês a pensar Eu não faço nada disso, vai chamar nomes à tua tia. Ora bem, virundum é aquele fenómeno que nos acontece por vezes de ouvirmos uma música e cantarmos partes da (ou toda a) letra mal, ou porque não percebemos o que foi dito ou porque nos parece outro som, outras palavras. Agora que já expliquei, não vos acontece muitas vezes? O nome brasileiro nasceu do hino do país que começa com a frase "Ouviram do Ipiranga as margens plácidas" que muita gente canta como "O virundum....". Ao descobrir isto, e como eu quando começo a cuscar coisas nunca mais paro, clica aqui, abre link ali, descobri que o fenómeno também tem um nome na língua de Shakespeare: mondegreen. Tudo porque uma autora inglesa, quando era pequena, percebia o verso "and laid him on the green" que a mãe lhe cantava como "and Lady Mondegreen" (sentido muito mais inocente) e decidiu escrever um ensaio sobre isso, cunhando assim o termo. Mondegreens "famosos" incluem letras de Jimi Hendrix, Beatles, Bob Dylan, Elton John and so on. Estava aqui a tentar lembrar-me de algum virundum que eu própria tenha feito (que devem ter sido muitos) mas não me lembro de nada, por isso se se lembrarem dos vossos partilhem que é para a malta se rir um bocado.

*Virundum mais famoso para "'scuse me while I kiss the sky". Realmente as pessoas não são estúpidas. Entre beijar o céu e beijar um rapaz, a segunda é bem mais apelativa. Dependendo do rapaz, claro está.

sábado, novembro 07, 2009

Carta aos condutores da A28

Não, não vos vou pedir para assinarem nenhum abaixo-assinado contra as portagens, que isso de certeza que já fizeram. Queria apenas incutir-vos um pouco de inteligência nessas cabecinhas. Queria muito pedir-vos, do fundo do coração, que tivessem mais cuidado na estrada. É que de noite e a chover bastante podiam reduzir assim um bocadinho pequenino a velocidade. E não fazer manobras perigosas, vá. Principalmente ali na p*** da zona de Mindelo. Já sabem que ali há acidentes todas as semanas, podiam fazer um esforcinho para evitar algum, não podiam? Não custa nada, é só não carregar tanto no acelerador, não fazer travagens bruscas em cima do carro da frente (às vezes não vão a tempo, não é?), não mudar de faixa sem mais nem menos... é que o chão molhado faz com que os carros derrapem, depois batem e é uma chatice. Para vocês e para quem tem de ficar em filas intermináveis de quilómetros e quilómetros, quando podia estar a fazer coisas muito mais interessantes do que ver o gajo do carro ao lado a limpar o nariz e o da frente a dançar feito maluco. Pensem comigo. O que é que é melhor? Irem com cuidado e chegarem a casa 10, 20, 30 minutos mais tarde ou chegarem a casa sem carro, sem algum membro, SEM VIDA? Eu voto na primeira opção e acho que deviam fazer todos o mesmo, que dizem? A ver se para a semana não ficamos todos lá parados durante duas horas, ok? Combinado?

quarta-feira, novembro 04, 2009

Quem nunca sentiu isto ponha a mão no ar



Pois bem, eu já senti e não foram poucas as vezes, ainda que em frente a um guarda-vestidos a abarrotar. Este livrito, que pretende ensinar beldades como nós a resolver os nossos dilemas diários no que aos trapos diz respeito, é apresentado amanhã por terras lisboetas, no espaço MK2 e diz que inclui DJ convidado, maquilhagem grátis pela Creative Academy, cocktail e pecinhas H&M e da própria marca da autora. Gostava de ir, mas como o trabalhinho não deixa, fica aqui a dica.

terça-feira, novembro 03, 2009

Ajudinha

Vá, gente, ponham a vossa imaginação a funcionar.

O que gostam, ou gostariam de encontrar, num guia de viagens? Não se acanhem, digam as ideias mais normais e as mais malucas, que às vezes vai-se a ver e não são tão malucas assim e até são ideias bem giras. E já agora, o que não gostam? Muito obrigada, são uns amores.



(o que se pretende não é opiniões sobre a cidade deste guia aqui em cima, e sim sobre os guias em geral).

segunda-feira, novembro 02, 2009

Não tem um Deus castigador, sodomitas nem irmãos que matam irmãos

Mas este filme sim, é o verdadeiro manual de maus costumes.

domingo, novembro 01, 2009

01.11

O dia 1 de Novembro é daqueles dias estúpidos. É dia em que as pessoas vão ao cabeleireiro e vestem as suas melhores roupas para fingirem que vão homenagear familiares e amigos mortos. É dia em que as pessoas gastam rios de dinheiro em flores para enfeitar campas que no resto do ano não vêem uma só pessoa nem uma só flor. É dia em que as pessoas encontram os amigos e conhecidos e passam horas em amena cavaqueira sobre tudo e todos enquanto se esquecem o motivo pelo qual estão ali. É dia em que as pessoas olham para as campas ao lado e julgam o amor que os outros têm pelo(s) seu(s) falecido(s) pelo tamanho e aspecto dos arranjos. É um dia hipócrita e a maior parte das pessoas devia ter vergonha.