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terça-feira, outubro 08, 2013

Guerra dos Tronos

Pessoas, ajudem-me.

Há dias que ouço falar na Guerra dos Tronos. Parece um complô, em todo o lado falam disto e eu sem conhecimento na matéria para poder participar. Sábado passado, numa festa com pessoas todas à volta dos 30 e 40, era Game of Thrones para aqui, Guerra dos Tronos para ali, levei um livro nas férias, acabei-o logo e tive de ir imediatamente a uma livraria comprar o seguinte, senão não aguentava. E eu ali hã hã, sim sim, claro.

Portanto, querem fazer-me um resuminho do que se trata? Assim, enquanto não leio os livros, ou vejo a série, pelo menos sei do que estão a falar. É na época medieval? Envolve sobrenatural? Não é só para adolescentes? Contem-me tudo! (eu sei que podia ir ver à Wikipedia ou IMDb mas estou com um bocado de preguiça e além disso não queria perder esta bela oportunidade de interagir com os meus queridos leitores a quem estou neste momento a dar graxa a ver se me fazem um resuminho catita)



Como retribuição posso-vos dizer que vi a primeira temporada da série Vikings, no canal TVSeries e gostei muito. Agora está a repetir, às segundas à noite. Penso que terá uma temática semelhante (reis e lordes e duques a competirem pelo poder, com umas pitadas de religião, mitologia e sexo), por isso se gostaram de Guerra dos Tronos também deverão gostar desta.

terça-feira, outubro 01, 2013

Keep calm & Read a book

Se há coisa que gosto de fazer quando está este tempo de merda caca, (além de ver filmes, séries, fazer bolos, leite creme, chocolate quente) é ler. Com a tal mantinha de que falo uns posts abaixo em cima das pernas, uma almofada confortável nas costas, uma luz jeitosa e aaahhhh, maravilha.

A pensar em mim (ou se calhar não...) e à semelhança do que já tinha feito no dia do livro, a WOOK hoje devolve 100% do que gastarmos. Aaahhh, maravilha (parte II).

Já tinha uns livrinhos em mente, para ir comprando devagar mas, sendo assim, compro agora e com o vale que receber com o valor que gastar depois compro outros tantos e adianto umas prendinhas de Natal (que isto hoje em dia não está para desperdícios e todas as oportunidades de poupar são bem-vindas).

Primeiro começo com O Anjo Caído, de Daniel Silva, uma coisinha para o meu rapaz, que gosta bastante de histórias de espiões e coiso e enquanto está entretido a ler não me chateia por ter os armários a abarrotar. E é em Roma, a primeira cidade para onde viajamos juntos, por isso suponho que vá passar todo o tempo em que estiver a ler o livro a pensar em mim (cof.. cof...).

 
A seguir, Palavras em Tempos de Crise, mais um livro de contos de Luis Sepúlveda. Além de já ter conhecido o autor (yeeaahh), no site disponibilizam o primeiro conto e gostei bastante. Fala de um almoço de família e da relação do autor com os (muitos) filhos e com o seu próprio pai. Estou ansiosa para ler os restantes.


Depois, um livro que já há muito queria ler mas estava esgotado. Há umas semanas lançaram uma nova edição em português e, se já estava convencida a comprá-lo, agora que vai ser de graça é que vem mesmo cá para casa. O Menino de Cabul, de Kahled Husseini. O filme já passou algumas vezes na TV, mas andei sempre a evitar ver, para poder ler o livro primeiro. Hoje é o dia.


Por fim, já li mas recomendo vivamente o livrinho (que de pequeno não tem nada) que está aqui ao lado na barra lateral, A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, de Jöel Dicker. O meu homem (que lê mil vezes mais  e mais rápido do que eu) leu-o em 3 dias e praticamente me obrigou a lê-lo em seguida, "é mesmo mesmo bom, tens de ler, tens de ler". E eu só lhe posso agradecer.


Se tiverem sugestões, partlhem. Já sabem - e se ainda não sabem eu digo - o meu estilo é mais coisas históricas, romances históricos ou com um quê de verdadeiro, noutras culturas ou civilizações. Para ser passado no tempo atual, em cidades atuais, só se for mesmo muito bom.

E é isto, vou fazer compras.

quarta-feira, abril 24, 2013

Kiss me gosta deste post

Primeiro, deixem-me só dizer que a campanha da WOOK que falo aqui em baixo ainda se mantém no dia de hoje. E isto é mesmo bom porque uma pessoa lembra-se logo de mais uns quantos livros que quer pedir e oferecer e aquela amiga que está grávida será que já tem aqueles livros jeitosos para mamãs (já agora, o que recomendam??) e vai-se a ver e já se encomendou mais uns 4 ou 5. Não há-de ser nada, eles DEVOLVEM :))

Adiante.

Há algo que me anda a tirar o sono. E não é se a Sarah Palin quer invadir a República Checa (por causa dos ataques feitos por chechenos - da Chechénia, portanto - no comments!), não é se o sol vai deixar de iluminar a Terra daqui a 5000 milhões de anos (e eu que tinha umas férias programadas para essa altura) ou se o Álvaro Santos Pereira se lembrou agora de repente que afinal o que é bom para o país é investir nas pequenas e médias empresas, como se fosse o salvador da pátria. Não, não!

O que me anda a tirar o sono são aquelas pessoas que, no facebook, gostam dos seus próprios posts ou, pior, que gostam dos seus próprios comentários. Qual é a finalidade? Se uma pessoa publica uma foto, uma música, um texto, um poema, um vídeo, etc., em princípio é porque gosta, não? Ninguém no seu perfeito juízo pensaria ei detesto esta porcaria desta música mas vou publicá-la. Então para que serve gostar das próprias coisas? Triste triste é ver um post publicado por alguém e o único "gosto" ser dele próprio.

Nos comentários a coisa ainda é mais grave. Quando vejo alguém gostar do seu próprio comentário imagino-o, em frente ao computador, com um grande sorriso na cara e a pensar oh pá, eu sou mesmo hilariante, escrevo coisas do catano.




segunda-feira, março 18, 2013

Não tenho grandes esperanças

Um dos livros de que mais gostei, apesar de ter sido "obrigada" a lê-lo (fazia parte do programa do meu curso) foi o Great Expectations de Charles Dickens (versão portuguesa Grandes Esperanças). Adorei a história, o livro é fácil de ler (mesmo em inglês) e é dos meus livros "de sempre". Quando li o livro (por volta de 2001) já tinha visto o filme com o Ethan Hawke e a Gwyneth Paltrow (1998) e era um dos meus filmes preferidos até então, talvez porque vi primeiro o filme e só depois é que li o livro (quando acontece o inverso, depois normalmente nunca gosto dos filmes baseados em livros que li porque acho que lhes falta sempre qualquer coisa).

O filme de 1998 é uma versão nos tempos modernos e tem algumas (bastantes) alterações em relação à história original de Dickens, no entanto, e como já o revi algumas vezes depois de ler o livro, continuo a achar que, apesar dessas diferenças, o filme consegue captar a tensão da história, da humildade e humilhação do Pip (que no filme é Finn) e da crueldade de Miss Havisham (que no filme é Miss Dinsmor). 

Fiquei hoje a saber que há uma nova versão, desta vez "de época", desse filme. Irei certamente ver, até porque adoro filmes de época (não fui ver o Anna Karenina, aquela Keira Knightley tira-me o prazer de qualquer filme), mas depois de ver o trailer não estou com grandes esperanças em relação a esta versão. O Pip e a Estella, mesmo em adultos e na cidade grande, são interpretados por "putos", dando um ar de filme para adolescentes a uma história tão dura e tensa, como referi em cima. Não que eu ache que atores mais jovens não consigam passar para o público sentimentos como medo, humilhação (sofrida e causada), desilusão, arrependimento, crueldade, frieza, vergonha, etc. Mas sempre achei que esta era uma história mais "adulta". 

Depois, só pelo trailer, dá para ver que optaram por uma realização muito... teatral. Não gosto.

E por fim, tem a Helen Bonhan Carter, que até pode enquadrar muito bem nos filmes do marido mas em qualquer outro papel (embora a Miss Havisham seja um pouco louca) parece sempre que é a Helen Bonhan Carter a fazer de Helen Bonhan Carter.

Aqui ficam.


vs.




quarta-feira, março 06, 2013

Cultura vs. descanso

Quando ouvi falar a primeira vez do Em Parte Incerta de Gillian Flynn não liguei muito. Com esta invasão de livros pornográficos sensuais por tudo quanto é livraria, física ou online, olhei para a capa do livro, preto, letrinhas avermelhadas e achei que era mais do mesmo. No entanto, tantas pessoas a lerem o raio do livro e a dizerem bem, que é viciante, que está muito bem escrito e não sei quê, lá resolvi comprá-lo. Agora estou na dúvida se começo esse ou se começo este aqui do lado (da Trilogia Millenium). Nunca fui muito de romances policiais (sou um bocado palerminha, certo?) mas como sou muito influenciável e ultimamente quer mãe, quer namorado só dizem maravilhas desse género literário, vou dar-lhe uma oportunidade. 

Mas, como não posso fugir aos meus próprios gostos, comprei também o primeiro livro da Trilogia do Cairo, de Naguib Mahfouz: Entre os Dois Palácios (os seguintes são O Palácio do Desejo e O Açucareiro, para quem estiver interessado), que pelos vistos, retrata a história de uma família a viver no Cairo nos anos 20. Segundo a descrição, esta trilogia tem tudo o que eu gosto: capas bonitas (sim, eu sou daquelas que julga os livros pelas capas, já não há paciência para capas com rostos/mãos de mulheres, um mar ao fundo, uma flor, etc.), passa-se noutra época, noutra civilização, pode considerar-se um romance histórico pois a ação desenrola-se no meio de factos verídicos (ocupação britânica do Egito depois da I Guerra Mundial) e o autor já ganhou um Nobel.

No entanto, ando acometida de um mal que não me tem deixado pôr em prática as minhas intenções literárias, de seu nome sono. Acho que volta e meia, pelo menos toda a gente sofre de uma ou duas semanas em que anda com mais sono do que o normal. Estes dias mal acabo de jantar e me sento no sofá, os olhos começam quase a fechar, quase não consigo ver um filme inteiro sem adormecer e só me apetece ir dormir às 21h e só acordar às 8h. pelo que os livrinhos têm ficado a olhar para mim a dizer "lê-me lê-me" mas para já a cama anda a ganhar todos os rounds.

segunda-feira, novembro 12, 2012

Pelo amor da santa!!!

Se é para lerem romances eróticos, leiam mas é este:

O Elogio da Madrasta de Mario Vargas Llosa

Não tem S&M, bondage e o camandro mas acabo de receber a newsletter e a sinopse é bem mais interessante:

Uma audaz e apaixonante incursão de Mario Vargas Llosa no romance erótico [sim, sim, porque os anteriores de erótico já não tinham nadiiiinha]


Lucrécia e dom Rigoberto vivem em constante felicidade. Ela, uma mulher que acaba de completar 40 anos, nada perdeu da sua elegância e sensualidade; ele, no segundo casamento, descobriu por fim os prazeres da vida conjugal. Juntos, crêem que nada pode afetar esse idílio, cheio de fantasias e de sexo. Alfonso, ou Fonchito, filho de dom Rigoberto, parece ser o único empecilho; ama demais sua mãe, Eloísa, para aceitar a chegada de uma madrasta. Mas até ele acaba por ser conquistado pelos encantos de dona Lucrécia. O amor do menino pela sua madrasta, entretanto, vai muito além do que se esperaria de uma criança, desenhando uma linha ténue entre a paixão e a inocência que mudará o destino de cada um deles.

Elogio da Madrasta é a história de um universo dominado por um triângulo inquietante, que pouco a pouco envolve os leitores na rede de subtil perversidade que une, na plena satisfação dos seus desejos, a sensual Lucrécia, Rigoberto e o filho.

terça-feira, novembro 06, 2012

Livros (e mais livros) vs. cinema

Lembram-se de eu ter dito que andava a convencer o rapaz a vir comigo ao cinema ver o Selvagens? Pois bem, para todos os que pensaram que seria tarefa fácil, não foi. Tanto que não consegui. Não fui lá com a Blake Lively nua, não fui lá com a Salma Hayek nua, não fui lá comigo nua (ok, isto seria contraproducente e a última coisa que ele iria querer nessa circunstância era sair de casa para ir ao cinema.). Como sempre reclamou que tem as pernas grandes e não cabe no espaço das cadeiras e que não gosta de ouvir as pessoas a comer pipocas, entre outras coisas. Soubesse eu disso há um ano e tinha arranjado era um anão surdo, mas acho que não estava nenhum disponível na altura.

Adiante. Como não consegui ir ao cinema ver o raio do filme e como agora ainda vai demorar uns mesitos até estar disponível no videoclube da ZON (e eu agora deixei-me daquelas coisas de "arranjar" os filmes por "outras vias") resolvi aproveitar que hoje é dia de Momentos WOOK (30% de desconto na WOOK, aproveitem!) e vou encomendar o Selvagens em livro, que dizem que tem críticas tão boas quanto o filme e compro já também o último do Daniel Silva, Retrato de uma Espia para oferecer à mãe no aniversário (entre outros presentes), que agora deu-lhe para ler policiais (Deus deu-me uma mãe que lê mil livros por mês). Agora não sei é se encomende mais alguma coisa para mim. Tenho qualquer coisa que mexe comigo quando o assunto são descontos. Se a nível de roupa DETESTO saldos e quando entro numa loja em saldos tudo me parece mau, velho e feio, já noutros produtos parece que tenho obrigação de aproveitar o desconto e comprar mais 4 embalagens de Cif, mesmo já tendo 3 em casa, só porque está com 50% de desconto em cartão. Apetecia-me comprar o Quarto de Jack, que já me disseram que era lindo lindo lindo (vejam o booktrailer), o último do Ian McEwan, Mel, porque apesar de nunca ter lido nada dele, se o meu namorado tem lá por casa toda a bibliografia dele é porque deve prestar para alguma coisa, queria também A Ilha, de Sándor Márai porque já li dele As Velas Ardem Até Ao Fim e adorei, pelo que como veem, eu não quero gastar 3000 euros em livros mas tenho uma série deles que me apetecia levar para casa (sendo que neste caso a tarefa é simplificada, tendo em conta que não os tenho de levar para lado nenhum, eles é que me vêm ter a casa).

Por isso preciso da vossa ajuda, o que recomendam, hein? Alguém já leu algum destes? Recomendam outros? Vocês já me conhecem, já conhecem os meus gostos. Deem lá ideias que a promoção acaba à meia-noite e eu não quero deixar nada escapar.

sexta-feira, outubro 26, 2012

Estou? Pai Natal?


Às vezes sabe bem chegar a casa e preparar grande manjar. Um bacalhauzinho no forno, um robalo assado, umas pataniscas com arroz de feijão, etc. etc. (eu sou uma rapariga simples!). Outras vezes só apetece é deitar no sofá, de pés ao alto, e só entrar na cozinha 15 minutos antes da hora de jantar. 

Não conheço bem o trabalho do Jamie Oliver. Quando comecei a gostar de culinária e a cozinhar mais frequentemente, o programa dele já não passava na TV (quer dizer, devo ter apanhado um ou dois programas). Mas isto de refeições em 15 minutos é mesmo muito apelativo e cheira-me que vou experimentar, até porque recentemente adquiri um certo gosto por coisas que nunca gostei e que são bastante referidas neste livro: saladas, comida saudável e sabores de outros países e culturas. 

Por outro lado, está aí a chegar o Natal. Quem me quiser oferecer está à vontadinha.




terça-feira, outubro 23, 2012

Ele há livros sobre tudo

Dei de caras, numa das minhas viagens pela WOOK, com este livro: Quando Te Casares A Tua Mulher Vai Ver-te o Pénis (só quando casar??? Coitadinho)

Eu não sei se o livro é bom ou mau, só sei que gostei muito desta descrição que aparece na sinopse:

[...] E a cada passo, Justin [o autor] pode contar com os conselhos mordazes, sarcásticos, por vezes agressivos e inadequados, mas sempre sábios, do seu pai, Sam Halpern, o homem para quem o segredo de um casamento feliz é:

Macacos me mordam se sei. Quanto a mim, tento sobretudo lembrar-me que encontrei alguém que parece gostar de todas as tretas inerentes a estar casada comigo, pelo que acho que devo tratá-la mesmo bem, porra. E também não vou cagar quando ela está na casa de banho a tomar um duche.


(felizmente na minha casa há 3 casas de banho)

sexta-feira, outubro 19, 2012

Anna Karenina

Dia 6 de dezembro estreia o Anna Karenina e eu já estou em pulgas para ver. Não é que goste muito da Keira Knightley que, tirando os Piratas das Caraíbas, acho-a sempre extremamente exagerada, exageradamente sofredora e teatral (alguém já viu o Um Método Perigoso?). Adiante, quando muito poderia ser pelo Jude Law, mas está tão feio e irreconhecível que também não seria por ele (até porque eu nãoo escolho os filmes que vou ver pelo simples facto de o protagonista ser jeitoso. O facto de eu ver todos os filmes protagonizados pelo Ryan Gosling, quer sejam bons ou maus é pura coincidência). Adiante! Quero ir ver porque sim.

Apesar de já ter lido outras grandes obras de Tolstoi, sempre tive dificuldade em encontrar o Anna Karenina em português e confesso que nunca me tinha lembrado de ler em inglês, até que apareceu a WOOK na minha vida. Um dia, a vaguear pelos livros estrangeiros, encontro todos os grandes clássicos em inglês a 2,54€ e mais tarde, num daqueles dias wook em que dão 20% ou 30% comprei uma série deles: os Miseráveis, Anna Karenina, War and Peace, Crime and Punishment e mais alguns (embora estes tivesse do meu avô, mas num português antes da reforma ortográfica de 1945, em que ainda se escrevia "êste", "aquêle", acentos nos advérbios de modo, etc.), todos a 1,94€ (quem faz boas compras, quem é?).

Vai daí, e porque o Anna Karenina não é propriamente um livro pequenino e prático para levar para a praia ou para um avião, só agora é que vou pegar nele. O desafio é lâ-lo até dia 6 de dezembro. São 848 páginas mas com jeitinho vai lá.

(também há a versão em português mas são 31 euros, caneco!)






(alguém me ensina a pôr um vídeo de forma a que apareça todo aqui na janela e não cortado?)

sexta-feira, agosto 24, 2012

Eu também quero falar d'As Cinquenta Sombras de Grey

Eu não li o livro. E não estou interessada. Não porque me ache intelectualmente muito superior, não porque seja uma beata que condene livros que abordam o tema sexualidade, não porque me queira distanciar das "massas", marcar uma posição, ser "diferente". Nada disso. Apenas não é o tipo de livro que me interesse (gosto sobretudo de romances históricos, outras culturas, outras civilizações, etc.).

A primeira vez que li sobre As Cinquenta Sombras de Grey foi num dos meus "passeios" pela WOOK, ao clicar na barra lateral Wook está a dar lá fora. Na altura lembro-me que abri a página do livro e li a sinopse em inglês e não me interessou por aí além. Passado um tempo voltou a aparecer-me, agora na barra Wook está a dar. A sinopse portuguesa é ainda mais descritiva, com expressões como desejo voraz, desejos bizarros, possuir, etc. etc. Ora, eu não tenho nada contra coisas sexuais mas quando estou a ler um livro gosto que tudo seja um contínuo e descrições como penetrou-a com o seu membro erecto e bla bla bla em tudo o que é página cortam um bocado a leitura (se eu quiser ler ou ver sexo todos sabemos que há sítios bem melhores, não é verdade?). Depois já li por aí em tudo o que é blogue que a escrita é fraca, pior ainda que a saga Twilight e toda a gente sabe que para ser pior que a saga Twilight é preciso ser mesmo muito má (isto sim, falo com conhecimento, porque li o raio dos livros dos vampiros). 

Vai daí, a minha escolha literária para estes dias recaiu mais uma vez em Mario Vargas Llosa, com o seu O Paraíso na Outra Esquina. Também tem cenas com membros erectos, quando o malandro do Paul Gauguin fica todo excitadinho com um nativo haitiano, mas caraças, é um Vargas Llosa, e vale a pena ler cada linha.

segunda-feira, abril 16, 2012