quinta-feira, março 27, 2008

Pensamento do dia

Que mulher nunca comeu uma caixa de bombons por ansiedade, uma alface ao almoço por vaidade ou um otário por saudade?

Eu! A segunda, pelo menos.

terça-feira, março 25, 2008

...

E depois dá-me na cabeça e faço merdas destas.

Bem, not exactly, que eu ainda sou muito nova para casar, mas inspirada em.

Às vezes há que arriscar. Já dizia o povo, quem não arrisca não petisca, e eu quero petiscar.

segunda-feira, março 24, 2008

Numa escala de 0 a 100...

...quão mau é o chefe entrar no departamento e ouvir-me comentar entre risos "(...) o Wentworth de gatas a dizer deixa-me ser o teu pónei"?

quarta-feira, março 19, 2008

Ai, que este país não anda bem

Ouvi este fim-de-semana a notícia que toda a gente já deve ter ouvido, sobre a proibição dos putos porem piercings ou fazerem tatuagens até aos 18. Já queria ter escrito sobre isso mais cedo, mas esta semana ando com muita preguiça de fazer o que quer que seja em frente ao computador. Tenho andado mais ocupada a passear, ir às compras, almoçar fora, comer gelado na esplanada e parlar italiano. Mas voltando ao assunto, onde é que foram buscar tal ideia? Ainda se proibissem os homens de andarem de meias brancas ou calças curtas, vá lá, era uma coisa pelo bem da humanidade, que uma calça curta é coisa que fere os olhos. Agora proibir piercings e "maquilhagem permanente"? Mesmo que os miudos tenham permissão dos pais? Com que justificação? Por ainda serem novinhos e não saberem o que querem e poderem mais tarde mudar de ideias? Se for por isso quanto aos piercings basta tirá-los que o furo acaba por fechar, e se não fechar também mais furo menos furo, não há-de fazer grande diferença, já temos tantos e já. As tatuagens é mais difícil sair mas nada garante que alguém que o faça mais velho também não se vá arrepender. Aliás, qual é o raio da diferença entre fazer o dito piercing aos 17 anos 11 meses e 30 dias e fazê-lo aos 18 anos 0 meses e 1 dia?

Oh pá, tirem-me deste filme. Ganhem juizinho senhores do governo! Querem discutir, de certeza que se há-de arranjar qualquer coisinha sobre a qual se podem debruçar... sei lá... sobre o desemprego, as reformas, a saúde, a educação. Que dizem, hã? Hã?

quinta-feira, março 13, 2008

Raridades

Mais raro que um trevo de 4 folhas, mais raro que uma amizade verdadeira, mais raro que um homem fiel, mais raro que um político honesto, mais raro que um jogador brasileiro que não se refira a si próprio na terceira pessoa, ainda mais raro que um funcionário público simpático...

... é encontrar uma cabeleireira que corte só as pontas, quando lhes pedimos para cortar só as pontas.

Eu já encontrei, e tu?

terça-feira, março 11, 2008

Olha eu a queixar-me de trabalho e afinal...

...vai-se a ver e trabalhar até tem coisas giras. Andava eu a resmungar porque tinha que traduzir e legendar programas sobre dinossauros, sobre política, sobre cobras, sobre a guerra do Iraque, uns filmes do século XX a.c., que nem o meu tetravô devia conhecer ou uns desenhos animados muito ranhosos cuja música me ficou na cabeça durante uma semana, quando hoje pego numa das cassetes que a professora deixou e qual o meu espanto quando vejo o conteúdo. A prof já tinha dito que era "erótico", mas isto vindo de uma senhora de cabelos brancos achei que ia ser uma cena com um beijo de língua, no máximo.

Mas não. Era um "documentário" sobre objectos/acessórios sexuais. Foi um fartote de vibradores, e massajadores e dildos e rodelas vibratórias, com direito a explicação tintim por tintim como aquilo funcionava. Confesso que a certa altura aquilo tudo me começou a fazer espéce. Eu, que até me considero uma gaja modernaça nessas coisas, que até sei o que são as bolinhas chinesas, coisa que muito boa gente nunca deve ter ouvido falar, que já escrutinei sex shops nas maiores capitais europeias, que já... bem, fiquemo-nos por aqui, comecei a ficar incomodada com tanta e tão pormenorizada explicação. Ah e tal, porque esté é óptimo para o clitóris, este vai fazer maravilhas ao seu ponto G, este é pequeno mas tem uma potência fabulosa, este tem uma ponta que estimula como nenhum homem consegue, este anel vibratório vai pôr o seu pauzinho a tremer uma boa meia-hora, sexo anal? nunca experimentou, ah não sabe o que perde, eu e o meu marido é sempre.

Ah, é verdade, esqueci-me de dizer, pormenorzinho insignificante. A protagonista do programa era uma velhinha de 70 anos.

*é claro que não me queixo assim tanto. Este curso é das coisas mais giras que fiz, desde sempre.

...

Isto de trabalhar das oito da manhã às dez da noite é coisa para cansar uma gaja, que uma gaja nestas coisas de trabalho não é preguiçosa e até gosta do que faz, mas não é de ferro.

Mas lá está, não me posso queixar.

quarta-feira, março 05, 2008

Ele há coisas do demo!

Fiquei hoje a saber que um antigo professor meu da faculdade estava preso. Ao que parece zangou-se com a vizinha, vai daí saca do facalhão de cozinha que trazia no meio da Bíblia e prepara-se para esfaquear o filho da dita cuja, um pobre miúdo de 16 anos. Acontece que um outro puto, ainda na inconsequência dos seus 17 anos, resolve meter-se à frente e o professoreco, sem meias medidas, vai de lhe abrir a goela, assim, a sangue frio.

Parece que o senhor já tinha por costume bater em idosas e usar uma meia na cabeça para assustar as criancinhas.

Ah e tal, professor da faculdade, anda uma pessoa a respeitá-lo ali 4 aninhos e vai-se a ver e o gajo é um psicopata. Não há direito!

terça-feira, março 04, 2008

Ai!

Estou a ler este livro. Comprei-o a semana passada, sem sequer saber que estava prestes a estrear o filme. No entanto, a capa portuguesa é tal e qual a abaixo. E eu, que até simpatizo com a personagem da Mary, não me consigo desligar da sonsa da Scarlett enquanto o leio.




Rai's parta os burros das editoras, que nem sequer deixam lugar à imaginação do leitor.


Já agora, o livro é fabuloso. Quem gosta do género, aconselho a ler antes de verem o filme.

segunda-feira, março 03, 2008

Depois de ver o Dança Comigo no sábado...

... só posso dar graças a Deus (caso ele exista), ou à genética, à hereditariedade, ao meio, ou à conjunção de todos estes factores, por ser dotada de bom senso, sensatez e vergonha na cara.

Estou a falar disto: