quarta-feira, janeiro 31, 2007

Tesourinhos deprimentes

Roubando o título do post aos Gatos e a ideia do mesmo à Pipoca, aqui vai uma série de coisinhas que moi même considera deprimentes (estas e todas as que a Pipoca tão sabiamente referiu na altura e que não vale a pena estar a repetir):

- capachinhos: poucas coisas há mais ridículas e deprimentes do que ver um homem de certa idade (ou não!) que se nota claramente que está a ficar careca, com um capachinho. Mais rídiculo fica quando o cabelo que ainda tem (lateralmente, entenda-se) é de uma cor e o dito capachinho ou chinó é de outra. Mas mau mesmo é quando o pessoal deixa crescer o cabelo todo de um lado e depois o puxa para o outro. Eu nem quero pensar como essa gente fica quando sai do banho!!! Homens que me lêem: assumam a careca. Ou então comprem uma peruca de jeito. Das duas uma!

- cuspidelas para o chão: até hoje ainda não consegui perceber porque é que os homens, e cada vez mais mulheres, cospem para o chão. Interrogo-me vezes sem conta: como será sentir um desejo incontrolável de.... cuspir? É nojento, mal educado, um horror! Ninguém (ninguém mesmo!) devia sentir necessidade de cuspir, mas a fazê-lo, porque não um lencinho retirado educadamente do bolso? Porque não dizer "vou ali ao quarto de banho e já volto"? Porque não "olha ali um OVNI a passar" e fazê-lo enquanto ninguém está a ver? Porquê? Podia vir o Jim Caviezel himself, bom e lindo que só ele, fazer aquele sorrisinho que mais ninguém consegue fazer, que bastava dar uma cuspidelazinha para o chão que era logo, meu filho, põe-te a milhas!

- calças curtas: o flagelo da nossa sociedade. E refiro-me aos homens, porque enquanto numa mulher a calça curta só revela extrema falta de gosto, num homem mostra demência total. E não estou a falar de calções, corsários ou coisa que o valha, que já é suposto ser curto. Estou a falar daquela coisa que devia ser comprida mas é curta, que se faz acompanhar 99,9% das vezes pela sua amiga meia branca e é normalmente justa, sobretudo na zona dos tarecos masculinos. Visualizaram? É mesmo isso que estou a falar. Eu até compreendo aquele executivo, advogado, economista que usa uma calcinha de fato, uma calcinha vincada toda pipi para trabalhar. Não são as minhas preferidas mas é trabalho, têm que estar "bonitinhos". Desde que seja comprida, claro. Mas mais uma vez, homens que me lêem: calça que é calça é de ganga, comprida, a roçar no chão, porque não?, larga (sim, desenganem-se os que acham que nós gostamos de ver o tomatame esmagadinho e saliente), de cinta descida e de preferência com um moreno metro e oitenta de tronco nu lá dentro (mas isto já sou eu a sonhar). Amigos, pelamordedeus, deitem fora toda e qualquer calça curta que ainda tenham escondidinhas no vosso armário. Qual aborto qual quê, devia ser feito um referendo era para acabar com a calça curta. Diga não a uma imagem desactualizada e repulsiva. Diga não à calça curta!

Todos os que se sentirem melindrados com este post, podem mandar reclamações para o mail aqui ao lado

O facto de me ter referido a "deprimências" quase exclusivamente masculinas é pura coincidência!.

terça-feira, janeiro 30, 2007

Ano Novo...

.....contrato novo
....salário novo

Ahpoijé! Mais um aninho de emprego garantido e um aumento de 10% que dinheirinho é bom e eu gosto.

domingo, janeiro 28, 2007

A primeira* do ano

E daqui a 3 semanas lá estarei. Ou estaremos!



Barcelona





Madrid


*viagem

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Apocalypto

Tenho 3 coisas a dizer sobre este filme:

1. Nunca vi tanto homem feio junto. Minto! Sábado passado no Chic estava ao mesmo nível.


2. Nunca vi tantos rabos nus juntos (e o protagonista tinha um bem jeitoso).


3. Já não se fazem homens como antigamente! Aquilo era vê-los caçar, correr, matar jaguares, arrancar corações, matar os inimigos com pauladas, levar com setas e continuar a correr, saltar de quedas-d'água. Agora os "meninos" é banhinho de água quente, carrinho e comidinha à disposição, dão um espirro e é "ai que eu tou a morrer", batem com o joelho na esquina da cama e é "ai que eu tou a morrer"... maricas!!!



Agora a sério! Grande filme! Muito, muito bom! (não aconselhado a olhos sensíveis e mentes facilmente sugestionáveis!)

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Façam-me um favorzinho

Lembrem-me de nunca mais:

- ficar até à uma da manhã ao telefone na véspera de um dia de trabalho (a não ser que valha a pena)

- ir para uma reunião de 4 horas sem uma garrafa de água

- comer picanha, arroz, feijão, batata frita, salsicha brasileira e farofa com caipirinha e mousse de chocolate ao almoço de um dia de trabalho

- aceitar convites já com a intenção de os desmarcar mais tarde

Muito agradecida!

terça-feira, janeiro 23, 2007

...

O bom de alguém vir a minha casa é que tenho obrigatoriamente que a arrumar.

Isso e o facto de alguém vir a minha casa.

Nada melhor para começar o dia do que....

...dançar como uma maluca enquanto faço o pequeno almoço!

domingo, janeiro 21, 2007

Venham daí mais sábados, faxabor!!!

Era de sábados assim que eu estava a precisar. E para começar um sábado maravilhoso nada melhor do que........ DORMIR. A manhã toda, sem despertadores, sem barulho de vizinhos, com pequeno almoço à minha espera e sol lá fora. Depois de almoçar, outra coisa que anima qualquer dia de qualquer mulher (ou de quase todas): COMPRAS. Daquelas tardes de compras em que se sai de um shopping ou de onde for com a sensação que compramos coisas giras (e baratas que a vida está cara) ou aquilo que estavamos a precisar. E para finalizar: Amigos e NOITE, ou melhor, noite com os amigos. As duas meninas, lindas de morrer (segundo a opinião suspeita dos meninos mas é do tipo de mentiras nas quais gostamos de acreditar). Os dois rapazes, um impecável e pontual como sempre e o outro atrasadíssimo e desportivo como sempre, foram uma óptima companhia. Protectores mas sem nos estragar os esquemas. Começamos com um jantar italiano no Moule. Bem servido, boa lasanha, boa mousse, bom ambiente, boas conversas. Tivemos então a brilhante ideia de ir ao Chic, festa com a Maia, Cinha Jardim, Daniel Nascimento e Cláudio Ramos. Como se ir para um sítio com as ditas "vedetas" não fosse já mau suficiente, o ambiente estava pior que péssimo. Muitos miúdos, parolos, gunas, tudo menos gente gira. E como estar num lugar a olhar para a Cinha Jardim e a ouvir a voz irritante da Maia é tortura que chegue decidimos mudar de poiso. Ontem nem o famoso barman safou a noite. E foi então que fomos para o Twins e passamos grande noite com música óptima, ambiente óptimo, gente gira, lugar bem decorado. Acabamos a noite numa barraquinha de cachorros que já eram 7h30 da manhã e eu sou uma menina de muito sustento.
E foi assim que se passou um sábado mais que bom, em que descobri que não consigo estar com a minha amiga Diana sem falarmos 99,9% do tempo sobre rapazes, em que contei e ouvi segredos daqueles que se está mortinho para se contar a alguém mas que até agora tínhamos guardado para nós, em que vi um rapaz que podia perfeitamente ser o homem da minha vida mas que não conheci nem falei com ele (mas que sei que hei-de conhecer mais dia menos dia), em que adormeci feliz.
A minha sobremesa saudabilíssima
"Ahhh! Rita, páara!"

O bom aspecto da barraquinhas portuenses

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Dúvida

Um rapaz que durante uma viagem de carro de 30 minutos só fala de si e dos lugares onde já foi e do que faz e do apartamento que comprou, se no fim dessa mesma viagem nos mostra fotos suas no telemóvel, que nos envia uma foto sua pelo messenger e diz "para valorizar um bocadinho o teu computador", que após a minha recusa para lanchar com ele diz "tu é que perdes", que diz "qualquer sítio é giro....comigo"... é assim a modos que um grande CONVENCIDO, ou sou só eu que estou a implicar com o rapaz?

quarta-feira, janeiro 17, 2007

É o que dá ver novelas!

Eu quero alguém que é... e não alguém que talvez seja...

E porque eu não posso ver nada...

Resolvi mudar o look aqui do sítio. Estava com vontade de mudar qualquer coisita mas o computador levava sempre a melhor. Raio do template que nunca ficava como eu queria! Mas se bem me conheço, vou mudar de wallpaper aí umas 20 vezes no próximo mês e depois deixo a mesma durante um ano sem nunca mais me lembrar de trocar. Mas... para já, uma criança (eu) diverte-se assim. À falta de melhor...

O que fazer...

... quando chego a casa, moro sozinha e não consigo descalçar uma bota (literalmente)?

Help!

terça-feira, janeiro 16, 2007

A resposta é que pode não agradar....

Já não é a primeira, nem a segunda, nem a terceira vez que me dizem "tu és uma pessoa fria, não gostas nada de mostrar os teus sentimentos, pois não?"

Ao que eu respondo "filhinho, eu quando sinto alguma coisa por alguém, acredita que o mostro. Mas... se não tenho nada para te mostrar a ti, queres o quê???

PLÁGIO

Eu até nem ia comentar, que não ia... ia guardar a indignação e continuar a escrever como se nada se tivesse passado. Mas como ser plagiada é coisa que não me acontece muitas vezes, em 24 anos é a primeira até (tirando as respostas iguais às minhas que a Diana escrevia nos testes de História, mas eu já te perdoei amiga!), resolvi manifestar-me. Ouvi dizer, (obrigada Pipoca e mais tarde a Leididi) que andaram a plagiar aqui o estaminé. O que é lisonjeador, é verdade, mas eu pergunto: HAVIA NECESSIDADE??? Tal como disse a Leididi, um blog é uma coisa pessoal, que diz respeito ao nosso dia-a-dia, às nossas ideias, opiniões, sentimentos. E mais uma vez como disse a Leididi e muito bem (que a Leididi diz sempre coisas muito acertadas), quem não tem uma vida interessante ou ideias sobre as quais escrever devia era estar quietinha no seu canto a ver reality shows ou gravações do festival da canção.

O que me indigna mais é essa pessoa andar aí toda contentinha a copiar e copiar e achar que nunca ninguém ia dar por nada! Felizmente há olhinhos atentos por este mundo blogueiro fora.

E quem por acaso já tiver ido a um blogzinho chamado Coisas e Loisas (não adianta tentarem ir lá agora porque a sonsa já bloqueou), fique já a saber que vários textinhos lá publicados eram da Pipoca mais Doce, do Blog do Desassossego, do Pulpfashion (todos com linkzinhos bonitinhos aqui ao lado) e meus. É uma vergonha, mas que se há-de fazer?

segunda-feira, janeiro 15, 2007

Tarde de domingo

Depois de muito puxar pela cabeça (não sei porque se usa esta expressão mas ok, já que existe vou usá-la), descobri por fim a razão do meu estado de espírito de ontem. Ora, sábado à noite fui sair, tive um belo jantar surpresa (não para mim mas a emoção era como se fosse) e fui passear o meu perfume pela noite bracarense. Cheguei a casa às 4 e tal, mais mensagem menos mensagem (que o meu polegar não consegue adormecer sem teclar um bocadinho), mais fatia de bolo menos fatia de bolo (que o meu estômago também não consegue adormecer vazio), eram já 5h quando fechei os olhitos. Acordei com o despertador chamado mãe a lembrar-me que havia almoço de família e lá me fui arranjar e tentar disfarçar a cara de "gosto muito de vocês mas queria dormir no mínimo mais dez horas. No fim do almoço alapei-me no sofá a ver tv. Não me apetecia ver filmes, não me apetecia estar no messenger, não me apetecia mandar mensagens (eeeehhhhh) e, acima de tudo, não me apetecia mexer o rabo para nada. Faço o zapping do costume (e não desesperem que já me estou a aproximar da explicação), e onde é que a Kiss me decide parar? VH1 Classic, ahpoijé!! E lá está. Passar a tarde a ver a Mariah Carey (quando ainda cantava vestida, é verdade, mas vestida ou despida vê-la é sempre uma experiência traumatizante), uma série de bandas com cabelinho à Michael Bolton, outra em que todos os membros eram homens mas estavam maquilhados e tinham cara de mulher, homens de 70 anos de peruca ou capachinho a cantar como se tivessem 20, não podia dar em boa coisa. Acho que a ansiedade era para ganhar coragem de mexer um braço e mudar de canal. Claro que no meio de tanta música ainda deu para ouvir umas perolazinhas. O meu querido "Take my breath away", "Thriller", "Walk like an Egyptian", "It ain't over 'till it's over"...

E sim, hoje voltei à normalidade, são uns queridos em perguntar, ou melhor, normal normal nunca sou (alguém é?) mas hoje pelo menos já não me apetece bater em ninguém. Bom sinal, não?

domingo, janeiro 14, 2007

Hoje estou assim....

ESQUISITA
ESTRANHA
ANSIOSA

E não sei porquê!!!

(Nota para as amigas: ...e não tem nada a ver com uma certa viagem Braga-Esposende, ouviram?)

sexta-feira, janeiro 12, 2007

É inevitável....

Eu gosto de trabalhar fora de casa. A sério que gosto. Gosto de ter que sair de casa todos os dias, de me arranjar todos os dias e de não passar o dia todo com calças rotas e sweatshirt em frente a um computador. Gosto de olhar pela janela e ver o rio Douro e Gaia do outro lado. Gosto do contacto com os meus colegas. Gosto dos nossos almoços com os dois meninos do departamento comercial, em que mal conseguimos comer de tanta que é a risota, gosto das tiradas do único espécime masculino do meu departamento (tirando o chefe) e das suas reacções às nossas “conversas de gaja”, gosto dos cafezinhos no fim do almoço na esplanada, gosto de olhar para a frente e ver 50 informáticos divertidos, gosto dos nossos mails a discutir a inclusão ou não de palavras “menos próprias” e devidos exemplos no dicionário, e também gosto de chegar às 18h15, aos fins-de-semana, aos feriados e às férias e saber que não tenho que olhar mais para trabalho (porque quem trabalha em casa parece que tem seeeempre trabalho). Mas quando ouço o tin tininim tinininim da merda do despertador, é inevitável pensar nos tempos em que quando essa porcaria tocava, eu podia sempre desligá-lo e voltar a dormir!

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Waking up from a fairy tale

You know how, when you were a little kid and you believed in fairy tales? That fantasy of what your life would be? White dress, Prince Charming who would carry you away to a castle on a hill? You lay at bed at night, you closed your eyes and you had complete and utter faith? Santa Claus, the Tooth Fairy, Prince Charming... they were so close you could taste them. But, eventually, you grow up and one day you open your eyes, and that fairy tale disappears. Most people turn to things and people they can trust. But the thing is... it's hard to let go of that fairy tale entirely. 'Cause almost everyone still has that smallest bit of hope, of faith, that one day they'll open their eyes... and it all would come true!


Meredith Grey


Sua SONSA!!! Dormes com este GATO todos os dias.......

........ e ainda te queixas? Contos de fadas e o camandro? Tá mas é caladinha e deixa as queixas pra nós rapariga! Ah, já agora, se não gostas manda o Mcdreamy pra cá!

terça-feira, janeiro 09, 2007

E quando apanhamos o nosso chefe.........

....... ASSIM???

Tossimos um bocadinho mais alto? Fingimos que não vimos nada? Imitamos?

Eu voto no imitar, mas fiquei-me pela segunda hipótese...

domingo, janeiro 07, 2007

Desculpe, mas não falo adolescentês, podia repetir em português?

Sms recebida algures entre a 1h e as 2h da manhã, de um "puto" de 21 ou 22 anos:

"Klaru k num me eskeci, um sorrisu dexes num é fácl d eskexer. Alem dixu tbem paxei o natal e o ano novo km o meu pimu. Bjinhux kdux!!!***"

O QUE É QUE FIZERAM À NOSSA LÍNGUA?!?!?!?

quarta-feira, janeiro 03, 2007

É só mau humor!!!

Desde que o ano começou (e olhem que foi só há 3 dias) já me chamaram parola, otária, vulgar, menina de 15 anos que faz cenas lastimáveis, forreta...

Que queridas que as pessoas entraram no novo ano!!!

terça-feira, janeiro 02, 2007

E como não podia deixar de ser...

...produções Beijo na Boca apresentam: o BALANÇO FINAL, ou melhor, o BALANÇO ANUAL (final dava ideia de que ia morrer e isso não me dava jeito nenhum agora que recebi subsídio de férias e que estou a planear uma viagem). E sei que já vai tarde mas gosto de analisar as coisas com uma certa distância e 2 dias pareceu-me tempo suficiente para reflectir sobre o ano que passou. Então cá vai:

Trabalho

2006 foi o ano em que trabalhei 7 meses em casa. Sem horários, sem obrigações, sem colegas chatos (nunca tive nenhum mas de certeza que deve haver muitos por aí) e com um salário muito bom. Foi o ano em que deixei de trabalhar em casa e passei a trabalhar a sério, numa empresa a sério, com horários e reuniões e uma chefe mal disposta. O ano em que comecei a arranjar-me para ir trabalhar, a estudar para ser cada vez melhor e o ano em que ganhei a coordenação de um projecto. O ano em que comecei a trabalhar com colegas (alguns já posso dizer AMIGOS) maravilhosos e que eu adoro.

Viagens

2006 foi o ano em que mais viajei. Fui uma semana para Itália, onde me mascarei no Carnaval de Veneza, passeei e senti-me uma verdadeira Julieta em Verona, conheci os famosos Kebab, viciei-me nos gelatti romanos, perdi-me no Coliseu e nas Piazzas e nas igrejas e conheci Roma de uma ponta à outra. Fui outra semana a Cabo Verde onde descansei até dizer chega. Onde fiquei da cor do meu teclado e de onde vim a descascar qual cobra em período de mudança de pele. Onde conheci um lugar onde não chovia há 4 anos, onde vi águas mais azuis que os olhos da Cameron Diaz e onde vi mulatos... bem, melhores que os do Brasil é impossível, mas eram jeitosinhos. Onde dancei funaná e abanei muito o rabo e comi peixe e comida africana e onde gastei 20 euros em mensagens do telemóvel. Foi o ano em que fui ao Algarve para o casamento mais surreal de sempre, de uma amiga muito querida e especial. Ano em que fui a Lisboa e andei pela primeira vez de metro. Ano em que fui a Vila Nova de Mil Fontes e à Zambujeira do Mar, onde tudo e mais alguma coisa me aconteceu.

Diversão

2006 foi o ano em que saí com os amigos de sempre e com os novos. Ano em que vivi grandes, grandes noites de Verão, que terminavam às oito da manhã com um croissant com fiambre sem queijo (não podia deixar de dizer a piada) num cafezinho de pescadores à beira-rio. Noites no Língua da Sogra com tudo que era amigos e conhecidos, noites de jantares espanhóis, de festas de aniversário, de whisky cola e sabe-se lá que mais. Ano em que fui mais uma vez às festas de Ponte de Lima, este ano com um sabor especial. Ano em que nessas mesmas festas fiquei numa quinta com mais de 20 rapazes bêbedos e/ou ganzados, e eu! Ano de muitos cinemas e cafés e jantares. Ano de muitos vestidos, de muita produção, de muita risota, de muitas saídas á noite e de muitas e muitas danças.

Cultura

2006 foi o ano em que mais livros li. Livros que eu escolhi e não livros impostos pelas mil cadeiras de literatura que tive na faculdade. Ano em que li sobre arte, história, psicologia e filosofia, ano em que li sobre o Egipto, sobre Veneza, sobre Florença, ano em que li histórias de amor. Ano em que fui à minha primeira ópera, em que vi concertos clássicos, em que vi Cats finalmente, em que vi Gotan Project. Ano em que fui para o festival do Sudoeste cheia de sonhos e acabei por ver só 4 concertos. Ano em que vi Marcelo D2, Corine Bailey Rae, Anastacia e o senhor Sting na companhia dos meus melhores amigos. Ano em que fiz o download de quase 100 cds (de modo completamente (i)legal), ano que em ouvi muita e boa música.E o ano em que criei este blog (iuupi!! repararam que pus esta informação na parte cultural??).

Amigos e amor (porque para mim os amigos são alguns dos meus grandes amores e os meus amores têm que ser sobretudo meus amigos)

2006 foi um ano que comecei já apaixonada. Ano de uma longa amizade colorida, cuja coloração foi ficando cada vez mais desbotada, até ficar completamente a preto e branco. Ou só a preto. Ano em que me desiludi com essa paixão. Ano em que conheci novos e bons rapazes e em que conheci um chato (doente, diria até) do pior. Que me persegue e me assusta cada vez mais. Ano em que conheci rapazes divertidos e queridos e em que tive boas conversas e bons momentos. Ano em que durante uns tempos me desejaram sonhos de cores diferentes todos os dias. Ano em que consolidei velhas amizades, a minha querida, querida, querida Maria João, a Ana, a Cláudia, a Diana, a Daniela, a Catarina, a Eva, o Fernando, o Tiago, o Miguel, o Helder, os Brunos... ano em que passei o S. João a dançar o samba e onde aprendi a máxima "se eu não me lembro é porque não aconteceu". Ano em que fiz novas amizades, a nossa "Pamplonica" Raquel que tanta companhia me fez no Alentejo e que tantos desabafos ouve. Ano em que a minha Patrícia voltou da Florida (já não era sem tempo) e em que a minha amiga Sara voltou de um período difícil... Ano em que conheci e fiz um novo amigo. Um amigo que me fez muita companhia nas noites do Porto quando vim para cá trabalhar. Companheiro de jantares, cafés, noites e noites de cinema ou de filminhos em casa. Amigo que faz muitas asneiras mas os amigos são para cuidar uns dos outros quando se faz asneiras não é? Ano em que dei bons beijos na boca, que é o que se quer! Ano que acabou bem e feliz, com colinho e promessas de um 2007 em grande!

segunda-feira, janeiro 01, 2007

NYE at Mosteiro Royalle

Ontem foi noite de diversão. Depois de um jantar muuuito bom com a família e de me empanturrar com lagosta, chegou a hora de pôr o vestidinho, calçar a botinha com tacão agulha de 6,5 cm (que o reumatismo não dá para mais), pintar-me, perfurmar-me e fazer-me à noite. Na companhia dos melhores amigos lá fomos nós para o famoso mosteiro. O sítio, lindíssimo!!! A música, mais ou menos. O ambiente, bom! Depois de um concerto ao vivo, de alguns whisky cola, do encontro com alguns ex-alunos, de dançar, de conhecer algumas pessoas, de encontros com uma pessoa que já não via há muito, de encontros com pessoas indesejadas e mal educadas (ver post de 10 de Dezembro), da escapadela a um beijo e de um beijo do qual não quis fugir, de conhecer o Pedro da OT2 e da namorada dele me convidar para dormir na casa dela (e não, não os conhecia de lado nenhum) e de ficar mais de uma hora em pleno vestidinho cai-cai ao ar livre, ainda houve tempo para dançar com os amigos musiquinhas do século passado (Ace of Base, alguém se lembra???), comer croissants, dançar mais um bocado e conduzir uns 30 quilometrozinhos à chuva e com soninho ao som de mais de 10 mensagens que recebi no caminho para casa. Não posso dizer que tenha sido uma festa de arromba, não posso dizer que tenha sido das melhores noites que eu já tive, mas diverti-me muito e isso é o que interessa para começar o ano em grande!