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quarta-feira, janeiro 09, 2013

Marvel

Hulk (com o Eric Bana): check
O Incrível Hulk (com o Edward Norton): check
Capitão América: check
Homem de Ferro: check
Thor: check

Não sei que lavagem cerebral me fizeram mas nas últimas semanas dei por mim a ver todos os filmes de super-heróis da Marvel. Sendo que até comecei a engraçar com os filmes e que o último foi o Thor (e achei alguma piada ao moço filme) imaginem a minha felicidade quando ligo a TV e no meu zapping habitual apanho.... THE AVENGERS no TVC1. Comunicar a descoberta ao rapaz, fazer restart e voilá, mais uma noitinha de super-heróis, agora todos em equipa (e todos sabemos que com este desemprego que para aí anda, é muito importante para o CV saber trabalhar em equipa). Ele babava com a Scarlet Johansson, eu com o Thor e fomos felizes para sempre.

Só achei que o filme tem alguns erros de casting:

- Mark Ruffalo: esta é uma embirração pessoal, não gosto deste ator, acho-o mau, sem qualquer charme, faz sempre cara de coitadinho e desajeitado e não combina com o papel de Hulk (mas quando vira monstro tem um piadão)

- Robin (do How I Met Your Mother): depois de 8 temporadas de 23 episódios, já não consigo dissociar esta atriz do papel de Robin Sherbatsky. Ela começava a falar, muito séria, e eu subconscientemente ficava à espera que dissesse alguma piada, que desatasse a rir, ou que o Barney, Ted, Marshall e a Lily entrassem pelas instalações da S.H.I.E.L.D. adentro (é o que dá quando se faz uma série durante muito tempo, um dia destes vi o Phil Dunphy a fazer um papel sério mas só de olhar para ele já dá vontade de rir)

- Jeremy Renner (que ultimamente entrou na Missão Impossível: Operação Fantasma e é o novo Bourne no Legado Bourne): também não vou à bola com este ator, acho que não tem qualquer empatia e em nenhum papel me leva a "torcer" por ele, mesmo sendo dos "bons"

Já do ator que interpreta o Loki gosto muito. Faz muito bem aquele papel de filho renegado, de eu sou mau mas só porque o meu pai gostou mais do meu irmão do que de mim e eu vou provar a toda a gente que sou melhor, mas no fundo sou apenas um menino à procura da aprovação do papá.

De resto, estou fã. Disse tão mal destes filmitos, que eram para crianças, que eram fraquinhos e agora mal posso esperar para ver os Vingadores 2 (só chega em 2015, mas este ano há outro Thor. Yeah). 

quinta-feira, janeiro 03, 2013

Movie(s) night(s)

Ontem vi o filme Warrior - Combate Entre Irmãos. O filme é muito bom. E é tão duro que a certa altura demos por nós com os músculos tensos, em esforço, quase como se estivéssemos na pele das personagens (que dão e levam porradinha valente). Para quem tem os canais TVC e Timewarp da ZON recomendo a procurarem nos sete dias anteriores este filme. 


(não recomendado a pessoas sensíveis/que não gostem de lutas/ver pessoas espancadas e a sangrar e com ossos partidos e coiso)

quarta-feira, dezembro 19, 2012

Preferências televisivas

Não sei o que se anda a passar comigo a nível televisivo.

Primeiro foi o Top Gear. Ao longo deste ano vi dezenas de episódios. Confesso que até gostei e o humor dos apresentadores ajudou a que não sentisse que estava a ver um programa puramente sobre carros.

Depois foi o boxe, horas a ver um documentário sobre Muhammad Ali e seus compinchas.

Ontem, em vez de estar a ver o Revenge (aquela seriezinha completamente feminina) ou a novela de que toda a gente fala (Avenida Brasil) mas que eu nunca vi (a novela é mesmo boa ou vocês só gostam por causa do Cauã Reymond, hein, suas malandras???), fiquei colada à TV a ver um documentário sobre... corridas de motas (Fastest, um documentário sobre MotoGP). O meu homem, que é louco por motas e velocidades (e me deixa a mim louca de preocupação sempre que vai dar uma "voltinha") ia-me explicando tudinho, quem era este, quem era aquele, esta corrida foi espetacular, olha o que o Valentino Rossi vai fazer agora, olha-me esta ultrapassagem, etc. etc. Dei por mim enfiada no sofá, quase a comprimir-me de nervos sempre que eles faziam aquelas curvas quase colados ao chão e principalmente quando iam mesmo ao chão. Aquela gente está toda partidinha mas gostam tanto daquilo que podem estar cheios de parafusos, de muletas, costelas partidas, etc. e no dia seguinte lá estão eles outra vez em cima da mota, a correr a velocidades assustadoras.

É giro, para quem gosta, recomendo.


segunda-feira, dezembro 03, 2012

Movie(s) night(s)

Esta semana e fim de semana foram fraquitos em quantidade de filmes. Entre almoços e jantares de família, jantares de aniversário, compra de prendas e sono, muito sono, só consegui ver dois:

É giro. Chorei um bocadinho no final, tanto que o meu namorado disse que nunca me tinha visto chorar assim com nenhum filme (se acha que isto foi chorar havia de me ter visto a ver o Em Nome do Pai)

 É daqueles filmes de desporto em que levamos com um jogo (sobre o qual não percebemos uma única regra) de 2 em 2 minutos mas gostei muito.

segunda-feira, novembro 26, 2012

Movie(s) night(s)

Nos últimos dias, devido a uma constipação chatinha que se me deu, mal saí de casa (e quase enlouqueci também, mas pronto pronto já passou!). Posto isto, tive tempo para ver mil e uma coisas na TV e nem a avaria geral da ZON no sábado à tarde me impediu de ver 8659078 filmes. Desta vez só não usei o Videoclube, porque de resto foi tudo, TV em tempo real, Timewarp e Restart TV, tudo me ajudou a escolher como passar o tempo presa em casa.

Bem, desde 5ª à noite, vi isto tudo.

 Já tinha visto no cinema em Janeiro e tinha adorado. 
É um filme diferente, há poucos diálogos mas é muito intenso, 
muito violento por vezes, mas muito bom e com uma ótima banda sonora.

 Filme já com uns anitos (o Matt Damon ainda era magro), sobre póquer, a vida, 
os amigos e em quem confiamos. Gostei muito.

 Também já tinha visto no cinema e é daqueles filmes que se veem bem. 
Não é um filmaço mas diverte e distrai, que era o que eu precisava este fim de semana, 
entre espirros e assoadelas.

 Lembro-me quando o filme estreou no cinema, de ter lido boas críticas e de querer muito vê-lo. Não é mau mas tem cenas de "fantástico" a mais. 
Acho que o filme ganharia muito em reduzir (ou eliminar....) as cenas em que a mocita está no céu/purgatório/qualquer coisa e se tivessem focado mais na vida real.
E percebi a mensagem final (a vida, Deus, uma entidade superior encarrega-se de fazer justiça e "castigar" os maus) mas houve coisas um bocadinho estúpidas (para quem viu o filme: se a irmã tinha provas de quem foi o assassino 
porque não entregou aos pais/polícia? baaahhh)

 Um filme low budget (ou que gastou todo o orçamento a contratar estrelas como Kate WInslet, Gwineth Paltrow, Lawrence Fishborne, Marion Cotillard, Jude Law, etc.)
 e depois tiveram de se contentar com uns cenários fraquinhos.
Contudo, gostei bastante.
Gosto muito de filmes sobre vírus e epidemias e este não foi exceção.
E um filme fofinho, divertido, que também já tinha visto há muitos anos no cinema
e me lembrava de ter gostado muito.
Dispõe bem e, às vezes, também é preciso filmes 
que não façam pensar nem exijam muita atenção
(principalmente quando estamos a ben-u-ron e codipront)

terça-feira, novembro 20, 2012

Movie(s) night(s)

Este fim de semana voltei ao cineminha caseiro e com o comandozinho da Zon na mão e pés em cima do pufe, lá fui navegando pelo Timewarp à procura de filmes para ver.

Os escolhidos foram:

Começa com uma cena muito violenta e depois prende-nos até ao final.
Há muito tempo que não gostava tanto de um filme do Mel Gibson.

Estava à espera de mais, confesso.
Costumo gostar muito dos filmes da Missão Impossível e adorei o segundo,
mas este - ou porque eu já estava cheia de sono ou porque era efetivamente mais calmo -
pareceu-me demasiado parado.

 Também é daqueles que prende a atenção do início ao fim.

Entretanto também deitei o olho ao final do Louca Por Compras (que já tinha visto umas 74 vezes, uma das quais num voo de 12 horas entre Frankfurt e Seattle enquanto sobrevoava a Gronelândia e tentava esquecer que nas proximidades não havia um aeroporto, um campo de milho, um relvado qualquer onde pudéssemos ter de aterrar de emergência) e - ele mata-me se sabe que vos contei - vi um bocadinho do The Notebook com o meu namorado (ele nunca tinha visto, como é possível?? Ah, porque é homem, se calhar é isso. No final em vez de se emocionar só dizia "oh que xaropada, o homem estava super saudável e morre assim só porque ela queria que morressem ao mesmo tempo? Enfim....).

segunda-feira, novembro 05, 2012

Movies(s) night(s)

Aqui há uns tempos, quando vi o post do Arrumadinho sobre o filme Pequenas Mentiras Entre Amigos e os respetivos comentários de diferentes pessoas a elogiar o filme fiquei com uma grande vontade de  o ver.

Estes dias, a passear pelo Timewarp deparo-me com ele (o filme, não o Arrumadinho) e, como tinha lido que havia uma versão americana ou inglesa, rezei para que esta fosse a versão francesa, que era a que melhor crítica tinha. E era. Comecei logo a chamar pelo meu namorado, "oolllhaaa, é o filme que o Arrumadinho falou e que eu queria ver!", "Arruma... quê?", diz ele. "Esquece, anda mas é ver este filme".

O filme não é bom. É muito bom. Chorei, ri-me, revi-me em inúmeras situações, os jantares de amigos, o querer esconder um problema para que ninguém perceba, o perceber que um amigo tem um problema mas como está a tentar escondê-lo não o confrontar com isso, os jantares cheios de risos, os sentimentos, etc. Recomendo vivamente.




terça-feira, outubro 23, 2012

Movie(s) Night

Desde que nos conhecemos que eu e o Timewarp temos sido bons amigos. Partilho com ele grandes momentos e até jó o apresentei aos meus amigos e aos meus pais. Semana após semana é com ele que revivo os melhores filmes, os melhores episódios das séries e está sempre ali quando eu quero (toda a gente sabe que os amigos têm de estar lá sempre para nos aturar/apoiar/ouvir/consolar, a qualquer hora de qualquer dia).


Até este fim de semana.

Tudo começou com o Prometheus. Aí o Timewarp não teve culpa nenhuma, a culpa foi minha que ainda embarco nestas cantigas da ficçao cientifica que o meu namorado me tenta impingir. Ei vá lá, vamos alugar, é do Ridley Scott, vai ser espetacular, cafuné aqui, miminho ali, e quando dei por mim estava a ver um ser a beber umas coisinhas estranhas e a desfazer-se em DNA num rio, dando origem a uns bicharocos malvados (uau, que filme maravilhoso). O filme não deve ser mau para quem gosta do género (embora o rapaz não tenha ficado fã e diz que os Alien são mil vezes melhores e que este é uma copia chapada) mas para quem já não é grande adepto de filmes sobre seres de outros planetas, este aqui não me conseguiu pôr a gostar.


Depois sim, por culpa do Timewarp, vamos ver uma comédia, olha esta foi tão falada no ano passado e tem a Kristen Wiig e tudo e.... tão mau que nem vi o fim.


Já tinha aqui falado no Sete Vidas, com o Will Smith, quando fui vê-lo ao cinema. O filme é muito bom, daqueles que mesmo sabendo o final, nunca nos fartamos de ver, de tão bom que é.


Outro que não foi mauzinho de todo foi o 72 Horas, com o Russel Crowe. O filme prometia mas na prática não me prendeu tanto quanto eu achava que ia prender e fui-me distraindo (aquelas distrações em que se fecha os olhinhos no sofá, se puxa a manta para os ombros e se fica a "pensar" de olhos fechados).


Por fim, quis acabar o fim de semana com um filme levezinho, que dispusesse bem para o início de mais uma semana. O filme não é propriamente mau e divide-se entre piadas engraçadas e inteligentes e cenas destinadas a um qualquer adolescente sem cérebro. Tirando essas cenas - que às vezes mexem com os nervos - vê-se bem mas não aquece nem arrefece.


E foi isto. Espero que durante esta semana o catálogo de filmes seja melhorzinho e que sábado, quando alapar o belo bumbum no sofá, tenha melhores filmitos à escolha.

quarta-feira, outubro 17, 2012

Movie(s) Night(s)

Mais um fim de semana, mais uns filmecos pró menino e prá menina.

 No verão passado umas quantas pessoas leram este livro e disseram-me que era fabuloso.
 O livro não me apeteceu ler porque não faz muito o meu estilo mas como me apetecia ver um filme levezinho (e estava convencida que esta era uma história levezinha, boy meets girls and they live happily ever after) pus-me a ver este. O final de levezinho não tem nada e confesso que fiquei... chateada com o final. Mas vê-se bem.

 Está certo que eu gozei o meu rapaz por insistir em ver o Capitão América (e o Thor, e o Asterix...) mas a verdade é que eu sou louca por X-Men e estava mortinha para ver este filme. Tinha visto o 1, o 2 e o 3 e queria muito ver este, X-Men: Origens (nada a ver com o facto de ser protagonizado pelo James McAvoy... ou será que tem?). 
Quando vi que ia dar este domingo bati palminhas, dei pulinhos, enchi uma taça de Estrelitas e voilá.
O ser masculino que vive cá em casa não gostou muito mas eu gostei bastante. 
Para quem gosta do estilo, claro.



Já tinha visto mas revi com todo o prazer. 
É um grande filme, daqueles thrillers que nos poêm nervosos, 
com uma história envolvente e grandes interpretações.

segunda-feira, outubro 08, 2012

Movie(s) night(s)

Pois, mais um fim de semana, mais uma série de filmecos.

 Fofinho. Muito fofinho. 
Comecei a não achar muita piada quando apareceu o mau, com os cães todos,
mas é muito giro.

 Nada de por aí além.
Vê-se tranquilamente mas não é grande filme.

 Primeira vez que gosto de um filme produzido pelo Georginho.
Tem um bom enredo, com twists.
Gostei bastante.

Já tinha visto no cinema e, embora irreal, tem um argumento engraçado.
A ideia de podermos usar 100% do nosso cérebro 
e o que poderíamos alcançar se o fizéssemos.

Como podem ver, foi um regalo para os olhos. Entre Ryan Gosling, George Clooney, Bradley Cooper e Matthew McConaughey venha o diabo e escolha. E registe-se que, neste caso, eu não me importava de ser o diabo.

(para os meninos, as espécimes femininas também não são más, embora pouco relevantes nos filmes: Marisa Tomei (x2), Abbie Cornish, Evan Rachel Wood)

segunda-feira, outubro 01, 2012

Company Men (ou um post sobre a crise e as mentalidades)

*spoiler* Ora bem, o filme trata de um gestor de 37 anos (Ben Affleck), casado, dois filhos, mulher dona de casa, casa de 1 milhão de dólares e um Porsche, que, de repente e sem nada que o fizesse prever (ou havia mas ele ignorou), perde o emprego. Nos entretantos, e porque não conseguiu arranjar emprego em lado nenhum dado o pessoal só querer gestores acabados de sair da faculdade que trabalhassem mais horas por uma quantia menor, deixou de conseguir pagar as contas, vendeu o Porsche, vendeu a casa, mudou-se para casa dos pais com a mulher e as duas crianças, a mulher voltou a trabalhar e ele aceitou trabalhar com o cunhado na construção civil (até aí tudo bem, entre trabalhar com o Tommy Lee Jones - ex-chefe - e o Kevin Costner eu também escolheria a segunda hipótese).

O que me marcou neste filme foi o facto de o rapaz não ter qualquer poupança. Conseguiu viver os primeiros meses de desemprego com a indemnização da empresa mas depois kaputt, nada feito. Eu acredito que seja assim para a maioria das pessoas (diria mesmo uns 90%), mas eu, que sempre fui ensinada a poupar, não sei como conseguiria viver sossegada se não tivesse um pé de meia de lado (e, tanto quanto sei, a render - isto se o governo não tiver já implementado um imposto de 100% sobre os juros das aplicações). Acho que viveria em pânico e não conseguiria sequer pensar em ter filhos se não tivesse esse porquinho mealheiro e se visse que, mês após mês, gastava a totalidade do meu salário ou mais. E se perco o emprego? E se fico incapacitada? E se adoeço e preciso de gastar muito em tratamentos?

Sobre isto posso dar o exemplo de dois casais que conheço. Um desses casais ganha um pouco mais do que o outro e ambos compraram casa mais ou menos ao mesmo tempo. No entanto, enquanto o primeiro fez contas, pensou, refletiu na eventualidade de um deles perder o emprego e comprou uma casa mais modesta (T2+1) que podem pagar sem esforço, libertando-os, desta forma, para outras coisas que gostam de fazer (viajar, cinema, jantar fora, etc.) mas que podem muito bem deixar de fazer caso as contas apertem, o segundo casal (que, lembro, ganhava menos) meteu-se a comprar um T3 com áreas bem maiores e com uma mensalidade que não só os deixa esganados como não lhes dá margem para pouparem noutras coisas caso seja necessário, pois já não têm mais por onde cortar despesas.

O problema das pessoas é verem-se a ganhar bem (ou pelo menos certinho todos os meses) e iludirem-se que é para sempre e que a empresa ou o estado lhes deve isso. Ah e tal o meu chefe gosta de mim, se despedir alguém é a chata da Mariquinhas. Ou eu sou insubstituível. Ou eu sempre trabalhei muito bem, eles não me podem despedir sem mais nem menos. Esquecem-se é que não só não há pessoas insubstituíveis, como são substituíveis por alguém que trabalha mais, melhor e por menos dinheiro; que o código de trabalho vai permitir despedimentos com muita maior facilidade; e que muitas empresas não vão ter a possibilidade de escolher entre eles e a Mariquinhas para despedir porque provavelmente vão ter de despedir ambos.

Desses casais que descrevo em cima eu seria sempre o primeiro e tenho comigo alguém que é tanto, ou mais, consciente do que eu. Felizmente a vida corre bem e o dinheiro tem chegado e sobrado quer para outras coisas boas, quer para deixar umas coroas de lado, mas sei que se um dia não chegar, iremos ter juizinho e não vamos viver acima das nossas possibilidades. É que, caso não tenham reparado, o Estado anda a fazer isso há não sei quantos anos e olhem no que deu!


Movie(s) night

Este fim de semana foi mais um repleto de cinema caseiro. Sofá, taça de Estrelitas, sistema de som e entre o Videoclube, Restart TV e Timewarp lá descobrimos algumas comédias e dramas para ver. 

Os eleitos foram:



Engraçadito, já tinha visto e dá para passar uma boa hora e meia 
entretido com um filme "boa onda". 



Muito giro. 
Já me tinham falado muito neste filme mas nunca tinha visto. 
Adorei.



Sacha Baron Cohen no seu melhor.
Confesso que não gostei muito de algumas das suas personagens anteriores 
mas neste filme gostei bastante. Sempre crítico e mordaz mas sem exagerar.



 Muito bom. Um filme que nos faz pensar na crise. 
no desemprego, no Ben Affleck , quer dizer, nas poupanças, nos gastos exagerados, etc. 
Mas sobre este falarei depois mais detalhadamente.

terça-feira, agosto 28, 2012

Movie night

Se eu já gostava do Ridley Scott por filmes como Escola de Homens, Thelma and Louise, O Reino dos Céus, Gangster Americano, Gladiador, O Corpo da Mentira ou Um Ano especial, ontem fiquei ainda mais fã ao ver o filme Cercados (no original Black Hawk Down). 

A história até podia dizer que era muito boa, não  tivesse sido aquilo uma história verídica e centenas de pessoas terem morrido. Para quem não conhece, o filme retrata uma batalha, em Outubro de 1993, durante a guerra civil da Somália, em que duas forças do exército americano (os Delta e os Rangers) são enviados numa operação de captura de dois generais das forças rebeldes. Uma acção que deveria ter sido sucedida em meia hora, tornou-se uma batalha de mais de 15 horas devido ao facto de um "Black Hawk", um dos helicópteros americanos, ter caído. E mais não conto....

Para os homens que me lêem basta dizer que é um grande filme de acção, que nos prende do início ao fim, aliás, eu estava no sofá com as costas tensas de tanto stress. Para as meninas só digo isto: entra o Josh Hartnett, o Orlando Bloom (coitadinho, parece um franguinho de tão novo e magro que está), o Eric Bana, o Ewan McGreggor, entre outros. E também o Ty Burrell, mais conhecido como o Phil Dunphy do Modern Family, que eu já não consigo ver a fazer um papel sério.

Dito isto, recomendo!