quinta-feira, julho 24, 2008

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Acabei de ouvir uma gaja da novela dizer "apetecia-me tanto ir àquele restaurante na foz de Gaia".

Na foz de Gaia? Na foz de Gaia?!? Ahahahahahahah

quarta-feira, julho 23, 2008

Tou, amiga, que fazes, não queres conversar um bocadinho?

Não fosse o finalzinho do último episódio da 1ª temporada do Dexter ser tão engraçado, e hoje todas as minhas amigas num raio de 100 km iam ter notícias minhas.

As melhoras, bebé!

Ao fim de 5 anos e meio de uma convivência pacífica e de um relacionamento feliz e harmonioso, eis que nos últimos dias o meu carro me começou a dar problemas. Os sintomas eram mais que muitos. Ele era um consumo excessivo, ele era um trepidação exagerada, ele era um barulho irritante do tubo de escape e, ontem, o sintoma mais temido, o pipipi pipipi, a luz a piscar e a mensagem maldita no ecrã: "avaria no motor". Estava na cara que tinha que o levar ao médico. Após poucas horas de afastamento, comecei a notar sinais de inquietação. Dormi mal, acordei muitas vezes e passei a manhã toda a olhar para o telemóvel a ver se o doutor me dizia alguma coisa. Não disse, claro está, que isto não se pode confiar nos homens para nada, e lá tive que ser eu a ligar para ouvir um resumo do diagnóstico. Não contente ainda passei lá à saída do trabalho para ver, ao vivo e olhos nos olhos, se o médico não me mentira ao telefone. Mal entrei, vi-o ao fundo. Preto, com as marcas da chuva da manhã, sem antena e cheio de lenços de papel usados e frascos de iogurte líquidos. Respirei fundo, limpei a lágrima que se me formou no canto do olho e lá fui falar com o especialista, que me explicou que após um TAC, um encefalograma, um ecocardiograma e uma prova de esforço, finalmente descobriram a causa da doença. Apesar de completamente leiga nestas matérias médicas, lá consegui perceber as palavras "injector", "bobina", "gasolina", "directamente", "tubo de escape", "falhar" e apercebi-me que o quadro era negro: o pequeno vai mesmo precisar de um transplante. Diz que é uma operação rápida, pouco invasiva e que ao fim da tarde já vai estar como novo. Ainda assim, amanhã de manhã lá estarei, a segurar-lhe a mãozinha, a dar miminho e a dizer que vai correr tudo bem.

terça-feira, julho 22, 2008

A song for a memory #1



"Queres passar aqui?", "Já que estás na rua, não queres vir tu ter aqui?". Mais umas gotas de perfume, dar aquele jeito ao cabelo e ir. Ser recebida com aquele piscar de olhos e aquele sorriso de sono que só ele sabia fazer. Descalçar, deitar na cama e falar. Falar muito. A sério e a brincar. De rapazes, de raparigas, de nós. E rir. E estar em silêncio. "Dorme aqui". Um abraço no escuro e uma série de momentos... especiais. Dormir amarradinho. Acordar com o som da chuva. Vestir à pressa. "Desculpa só ter iogurtes de pedaços", que eu odeio. "Um beijo?". "Vá, volta a dormir, eu é que tenho mesmo que ir". Descer 4 ou 5 andares a voar. Entrar no carro e fazer 30 kms debaixo de um dilúvio, a ouvir James Morisson, a cantar e a pensar "esta noite realmente existiu".

domingo, julho 20, 2008

Ah, já me esquecia

Tive oportunidade de conhecer uns suecos e é i - - a que se lê, com tónica no kê, e não como se ouve por aí ai - ki- a ou i - kê- á.


A minha alma está, finalmente, em paz.

Conclusões da semana

- Os estrangeiros (nórdicos) podem estar de visita em Portugal ou num congresso de lexicografia em Barcelona, que andam sempre com a sua sandalinha de pele, meia branca e calções beje.

- Nunca, never, jamais, irei casar, viver, partilhar quarto, dormir junto, passar uma noite que seja com alguém que ressona.

segunda-feira, julho 14, 2008

Adios!

Até sexta vou andar a passear o bronzeado pela Rambla, a comer tapas e batatas bravas.




Besos e hasta la vista!

terça-feira, julho 08, 2008

Excelentíssimos senhores da TAP

Ouvi dizer que vão fazer uma greve geral dia 19 do presente mês. E eu só vos pergunto, porquê meus queridos, porquê? Tinham 366 dias para fazer greve, sim, porque este ano é bissexto, e foram escolher logo este? Em que eu tenho uma viagem marcada pela TAP? Logo eu, que sempre que viajei convosco fui tão simpática, disse bom dia e a boa tarde e obrigada e com licença e tuditudo, que nem reclamei quando me deram água a fugir para o morno e nem vos obriguei a ir buscar gelo, que sempre observei com atenção quando as vossas hospedeiras fazem aquela explicação com o kit de salvamento e nunca me ri das suas cenas ridículas, que sempre cumpri os limites de peso exigidos, que nunca me atrasei para um check-in? Se fosse a viagem de ida eu até perdoava... teria que me conformar a ficar em terra, era chato, que era, ter expectativas de viajar e depois ter que me contentar com o meu bom velho Porto, mas sempre tinha aqui a minha casinha, as minhas coisinhas... agora na viagem de volta? Não poder voltar é algo que me aflige, principalmente estando em Barcelona com a entidade patronal, que acredito serem muito bons companheiros de viagem, mas não estou ansiosa por passar uma noite nas cadeirinhas mega confortáveis dos aeroportos com eles. Ainda descobriam que eu com o sono fico impossível de aturar ou que tenho ataques de riso incontroláveis, e depois lá se ia a imagem profissional que me custou tanto a construir. Por isso, meus amores, que tal desconvocarem a greve, hã, que me dizem? Ou mudá-la, sei lá, para dia 18 ou 20? Mais dia, menos dia não faz mal a ninguém, pois não? Vá, sejam bonzinhos e façam esse favor aqui à vossa amiga, ok? Pensem nisto com carinho!

Vá, beijo bom!

Vícios

Mãe: Filha, estás doente?

Kiss me: Não, mãe, porquê?

Mãe: Não ligaste o computador o fim-de-semana inteiro!

quinta-feira, julho 03, 2008

Sex and the City


Podia vir com uma penthouse em Manhattan, um vestido Vivienne Westwood, não sei quantos pares de Manolos, um armário gigantesco ou 20 volumes das melhores cartas de amor, que eu nunca perdoaria um gajo que me tivesse deixado plantada no altar.