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sexta-feira, janeiro 11, 2013

Vamos lá parar de achincalhar a Pépa e focar-nos no Daniel Oliveira (não é o apresentador, é o outro)

É que o senhor, na sua crónica no Jornal de Notícias, diz algo como:

" (...) a vida do humano mais asqueroso vale mais do que a vida do animal doméstico de que mais gostamos."

Ora, eu não sei sobre vocês mas eu cá preferia que o ser mais asqueroso do planeta morresse, do que qualquer um dos meus (4) animais de estimação. Aliás, eu preferia que o ser mais asqueroso do planeta (vêm-me logo à cabeça pedófilos e pais que matam filhos à pancada ou à fome ou coisas desse género) morresse, do que qualquer animal de estimação de alguém.

Eu sugeria prender o senhor com o tal Zico (o cão que mordeu o bebé) numa sala e esperar que o animal fosse tão perigoso e mau quanto o Daniel Oliveira afirma que ele é. Mas isto sou eu, que sou contra a resolução de problemas com violência quando se trata de animais, mas já não sou assim tão contra quando usada em adultos.

quinta-feira, novembro 29, 2012

Palavras que nunca te ouvirei (outra vez)

Aqui há uns meses, o meu namorado disse-me uma coisa que eu nunca esperei ouvir da boca dele. Acho que foi tão inesperado e chocante para mim, que o meu cérebro automaticamente esqueceu, guardou aqui num recanto qualquer. Não sei porquê, estes dias voltei a lembrar-me desse episódio e voltei a sentir a mesma surpresa. Algures entre Manta Rota e Cacela Velha, num belo passeio a pé, o que é que ele me diz? Estas palavras, tal qual as escrevo:

***** [nome fofinho que ele me dá], se quiseres podemos ter um gatinho lá em casa. Não podia era ter unhas afiadas.

Ora, isto, vindo da boca dele, é a maior declaração de amor que me podia fazer. Primeiro porque os gatos estragam sofás, cortinas, colchas, cadeiras, etc. e a nossa casinha é bonita demais para começar a ter fios de coisas rasgadas por todo o lado. Depois, e isso sim é a parte da declaração, o rapaz é alérgico aos ditos cujos. Mal entra na casa dos meus pais (onde tenho 3 gatinhas lindas), mesmo que as gatas estejam presas, passados 5 minutos todo ele é olhos vermelhos e raiados, cócegas no nariz e espirros em série. Como raio queria ele ter um gato em casa, só para me agradar? Acho que, agora que me lembrei deste episódio, sempre que ele fizer algo que me desagrade vou ter de recorrer a isto. Ele esqueceu-se de comprar o que lhe pedi? Oh, ele queria ter um gato. Ele não me ajudou a arrumar a cozinha? Oh, deixa lá, ele queria dar-me um gato. Ele disse que a minha comida podia ter menos sal? Oh, 'tadinho, ele queria ter um gato só para me agradar. Acho que acabamos de encontrar aqui a solução para uma relação perfeita. Agora é só eu descobrir uma coisa que ele queira muito e eu prometer fazer, sem ter qualquer intenção de cumprir e já está. Pena uma Ducatti Multistrada ser um bocadinho mais cara que um gato. Aí uns 10 000 euros.


Mas que eu gostava de ter uma coisinha destas em casa, oh se gostava.

quinta-feira, agosto 16, 2012

Arrepiante e triste

Uma mensagem muito especial.

(a partir do segundo 30'. Antes aparece o Manuel Luís Goucha, que também consegue ser arrepiante, mas por outros motivos)

O vídeo não está no youtube, daí que só partilhe o link.