terça-feira, julho 28, 2009
sexta-feira, julho 24, 2009
Pequenino...

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10:12 p.m.
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domingo, julho 19, 2009
É de mim ou The Killers foi mesmo muito bom?
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10:52 p.m.
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sexta-feira, julho 17, 2009
Homens vs. mulheres
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9:26 p.m.
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quarta-feira, julho 15, 2009
Resumos europa-américa
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kiss me
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10:26 p.m.
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Coisa preocupante: com os ebooks,deixaremos de poder julgar uma pessoa pela capa do livro que está a ler. Porra.*
We’ve all had that moment. That dial tone that hums in your head after you glance across the train aisle or spot someone perched upon a park bench or peer into the window at Starbucks and, based on the cover of the book a stranger is reading, zings the hope that he or she must be a kindred spirit, a literary soulmate, because you too dig Mary Gaitskill down to the nasty bone. Or perhaps it’s Netherland being held like a hymnal, the acclaimed novel by Joseph O’Neill that you keep meaning to read and never will, and here it is, being read with such care by someone so cute. If only you could strike up a chat, the two of you might stroll off like French lovers thrown together by capricious fate, scampering to take cover from the christening rain. Romantic fantasy isn’t the only driver of curiosity—our inner snob is always clicking away, doing little status checks. In New York City (can’t speak for the other metro systems across this great land), every subway car is a rolling library, every ride an opportunity to spy on the reading tastes of fellow passengers and make snap judgments that probably wouldn’t hold up in court. Single women in their 30s and 40s gripping a teenage-vampire tale or a Harry Potter—they seem to be hanging out a surrender flag. Those parading the latest Oprah selection might as well honk like geese. Then there are those who defy stereotype. A tall, straw-thin model glides into seated position and extracts a copy of concentration-camp survivor Viktor Frankl’s Man’s Search for Meaning from her bag, instantly making an onlooker (me) feel rebuked for assuming she was vacuous and self-centered based on her baby-ostrich stare. In the same car is another, older woman—do men not read anymore? (Seinfeld’s Jerry, defensively: “I read.” Elaine: “Books, Jerry”)—holding up a Kindle at an angle to catch the light. Unless you were an elf camped on her shoulder, what she was reading was hoarded from view, an anonymous block of pixels on a screen, making it impossible to identify its content and to surmise the state of her inner being, erotic proclivities, and intellectual caliber. She might be reading Alice Munro, patron saint of short-story writers, or some James Patterson sack of chicken feed—how dare she disguise her download from our prying eyes! And reading an e-book on an iPhone, that’s truly unsporting. It goes the other way as well. How can I impress strangers with the gem-like flame of my literary passion if it’s a digital slate I’m carrying around, trying not to get it all thumbprinty?
(...)
Reading will forfeit the tactile dimension where memories insinuate themselves, reminding us of where and when D. H. Lawrence entered our lives that meaningful summer. “Darling, remember when we downloaded Sons and Lovers in Napa Valley?” doesn’t have quite the same ring to it.
Ler o resto aqui.
* Título roubadíssimo daqui.
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7:45 p.m.
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segunda-feira, julho 13, 2009
Na mesinha de cabeceira para o Verão
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8:41 p.m.
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terça-feira, julho 07, 2009
Constatação
Pelos vistos só o acto de escrever o post abaixo foi catártico. Comecei com puta e merda, a meio foi mija e acabei, muito mais mansinha, no chichi.
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%$#&%#$!!!
Puta que pariu os americanos e os canadianos e a merda das burocracias. Para dar uma mija na América é preciso meter um requerimento, se for mais demorada um bocadinho já é preciso meter outro, comprovativo de quem nos convidou a dar a mija e certificado de como o chichi não tem explosivos para destruir a América do Norte inteira.
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8:46 p.m.
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segunda-feira, julho 06, 2009
0,00
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8:50 p.m.
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domingo, julho 05, 2009
Modernices
Se há coisa que me anda a irritar profundamente é a chamada nouvelle cuisine e os restaurantes que a servem. Vemos um restaurante muito bonitinho, falado nas revistas e recomendado pelos melhores chefs, fazemos a reserva, vamos, sentámo-nos, tudo muito educado, menu muito lindinho, escolhemos o prato e depreendemos que vamos que comer muito bem. É que uma pessoa lê medalhão de X com molho de Y e imagina logo uma bela posta de carne suculenta, regada com um molhinho apetitoso e, apesar de não dizer na carta, acompanhado de um belo de um arroz, quem sabe uma batatinha, quando muito um esparregadozito. O prato não chega e vamos atacando as entradas, que para 4 pessoas são 3 pedacinhos de alguma pasta desconhecida e duas fatiazinhas de pão. Nada dos 8 rissóis, croquetes e bolinhos de bacalhau com que sonhamos o dia todo, nada de um cestinho cheio de vários tipos de pão, nada de manteiga. Mas pronto, o prato compensará. Chega o prato, assim como a desilusão. Um prato XXL com uma rodelinha de carne mirrada no meio, uns sarrabiscos artísticos de molho à volta e uma folha de um legume não identificado e não comestível pousada de lado. "Bom apetite", dizem, e eu pergunto-me se saberão verdadeiramente o significado de apetite, se saberão que o sufixo -ão dá ideia de grandeza, quando na verdade o que servem é uma mísera medalhinha. Enfim... a sobremesa compensará. Vem a carta das sobremesas e escolho um bolo de chocolate, tenho que me consolar de alguma forma. Ou melhor, bolo não, gâteau, porque neste tipo de restaurantes os bolos são gâteaus, os cremes são crémes e os gelados são sorvetes. Com a pequena diferença que o gâteau afinal não é um bolo, nem sequer uma fatia e sim uma migalhinha de chocolate, mais uma vez enfeitada com uns desenhos muito artísticos e muito inúteis, feitos num molho de menta. Vem a conta e desembolsa-se um pequeno tesouro para se sair dali apenas com uma décima parte do estômago satisfeita e acabar a noite na barraca de cachorros ou de pão com chouriço.
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10:55 a.m.
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