terça-feira, junho 30, 2009

?

Mas alguém acredita mesmo naquela treta do me2everyone?

sexta-feira, junho 26, 2009

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Faz-me mesmo impressão morrerem pessoas conhecidas. Não sei porque, mas faz. Principalmente aquelas que achamos que não vão morrer nunca.

terça-feira, junho 23, 2009

Réeeelp!

Alguém conhece um truque daqueles mesmo bons, mas mesmo mesmo bons para acabar com os soluços? Desde ontem de manhã que não posso comer nem beber nada que começo logo a soluçar sem parar. Já tentei todos aqueles truquezinhos da praxe, não respirar o máximo que se aguentar, beber um copo de água em golinhos pequenos, apanhar um susto (desconfio que sustos auto-infligidos não tenham grande efeito) e nada. Como ou bebo, fico duas horas com soluços, quando passam estou com fome ou sede outra vez, como ou bebo novamente e lá voltam os desgraçados. Por isso quem tiver uma solução milagrosa, partilhe comigo por favor, que a madrasta da Grey morreu com soluços e eu começo a ficar preocupada. E ir para o S.João aos soluços também não deve ser nada divertido, para hip hip já bastam as marteladas.

Mas atenção, estou à espera de truques do tipo beijar um rapaz alto e jeitoso durante 10 minutos, ou não ir trabalhar na quinta e passar o dia numa esplanada à beira-mar ou comer um balde de gelado de doce de leite com chocolate derretido em 2 minutos e não do tipo beber 2 goles de óleo de fígado de bacalhau intercalados com 30 segundos sem respirar, enquanto se dá 3 voltinhas com o braço esquerdo a tocar a perna direita.

segunda-feira, junho 15, 2009

Só para reforçar a ideia...

Isto:



com isto:
ou isto:



nisto:



é mau. Muito mau!

VIPERINA (pós férias no Algarve)

> Esbarrei com o Augustus à saída do elevador do hotel. Está certo que a mulher e a sogra são muito elegantes, mas ele está tão gordo tão gordo que não sei como couberam lá dentro os três.


> Já o Pepe, um dos nossos portugueses mais brasileiros, pareceu-me estar em grande forma física a sair da piscina. E digo "pareceu-me" porque não quis olhar muito. Tive medo que me atirasse ao chão e começasse aos pontapés.


> Mulheres deste mundo, quando comprarem um biquini cortem-lhe logo, imediatamente, todas as etiquetas. É que já é mau quando uma etiqueta salta da parte de trás de uma camisa, t-shirt, top, mas nessa zona normalmente o cabelo tapa. Agora sair da água toda molhada, espremer o cabelo sensualmente enquanto se atira a cabeça para trás e ter uma etiqueta farfalhuda daquelas da Zara a sair de lado da mama não é sexy, convençam-se disso.


> Homens deste mundo, uma t-shirt sem mangas (daquelas que parece que só descoseram as mangas) é uma coisa que não fica bem a toda a gente. Atrevo-me mesmo a dizer que não fica bem a quase ninguém. Talvez (e é só uma remota hipótese) só a homens jovens com muuuuito estilo para isso, a moços extremamente bem feitos, como tenistas ou outro tipo de desportistas (tipo Nelson Évora, estão a perceber?) e não ao comum dos mortais, homens pequenos e com barriga, de óculos, com cabelinho e cara de político de cidade pequena ou presidente a junta.


> E já agora, pela milionésima vez, ouçam o que as mulheres vos dizem. Esqueçam de vez as sandálias. A sério, por favor (e claro que estou a falar para os homens portugueses, que os estrangeiros já não têm remédio). Para a praia a ÚNICA (estão a ver "única" em maiúsculas???) coisa aceitável nos pés são havaianas. As sandálias são feias, pirosas, parolas... e vocês não querem ser isso tudo, pois não? Nãaaooo!


> Não me venham dizer que a população ocidental está envelhecida. Nunca na minha vida, nem no circo, nem no jardim zoológico, nem na Eurodisney vi tanta criancinha por metro quadrado. Só no meu hotel era uma média de 3 por casal, todos seguidinhos, dos 3 meses aos 5 anitos havia lá de tudo. Super fofos, super chorões, super engraçados, super barulhentos, super queridos. De tudo.


> E já que estamos a falar de crianças, as mãezinhas e paizinhos que me lêem, por favor, tenham mais cuidado com os vossos filhos. É que vocês vêm lá da Alemanha, Holanda, Inglaterra com filhos mais brancos que um coelho albino, e estavam 36 graus, por isso que tal um protectorzinho SPF 60? E uma t-shirt? E uma sombrita para os vossos piquenos? É que eu olhava para as pobres criaturas, de ombros e braços e costas mais vermelhos que o equipamento do Benfica e partia-se-me o coração. É que se vocês gostam de andar tipo camarão, isso é convosco, gente adulta, eu própria apanhei os meus escaldoezitos da praxe, é estúpido mas cada um sabe de si. Agora bebés de 1, 2, 3 aninhos é puro crime.


> E falando ainda em mães, pais e bebés reparei que as famílias portuguesas estão a mudar muito. Famílias com 3, 4 filhos pequenos e quem toma conta deles é... o pai. Apenas e unicamente o pai. A mãe era vê-la em sistema rotativo de frango no churrasco nas espreguiçadeiras, enquanto os paizinhos iam brincar com a prole para perto do mar, fazer castelos, vestir-lhes e despir-lhes os calções, fazer castelos, descascar-lhes a fruta, pôr-lhes cremes, fazer castelos, fazer parvoíces, falar à bebé, fazer castelos, ralhar, levá-los à àgua, fazer castelos, limpá-los, pô-los a dormir e fazer mais castelos. Enquanto há uns anos era a luta pela igualdade de responsabilidade na educação dos filhos, agora parece que as mulheres descartaram de vez toda e qualquer responsabilidade.


> Pessoal, na praia tentem (e só vos estou a pedir para tentarem) falar um bocadinho mais baixo ao telemóvel. Quando é feriado e estão 36 graus é normal que vá muita gente à praia e as pessoas ao vosso lado claro que vão ouvir a conversa, não é isso que está em causa. O que estou a querer dizer é que estando nós na praia de Santa Eulália em Albufeira as pessoas em Lagos não precisam de ouvir.


> E agora um bocadinho de má língua em relação a mim própria, que isto não pode ser só falar mal dos outros e deixar passar as minhas próprias calinadas. Eu sou tão parola, tão parola, que na última noite de estadia no hotel apareceu-me um rapaz à porta (calma, não é nada disso que estão a pensar!) com uma bandeja cheia de bolachinhas, bolos e geleia de morango, como oferta, claro está, e eu (parola, e com medo que fosse algum pedido errado de room service pelo qual eu teria que pagar mais tarde) disse "mas eu não pedi nada!" ao que o rapaz respondeu educadamente "é uma oferta... do hotel... por ser a última noite connosco". Eu, coradíssima claro (por isso e pelo facto de estar com aquelas ceninhas de pintar as unhas dos pés enfiadas nos dedos e andar esquisito) disse um tímido obrigada e remeti-me à minha própria vergonha enfardando uma quantidade razoável de bolachas para me acalmar.

segunda-feira, junho 08, 2009

Coisas que se aprendem num restaurante chamado Zé do Peixe Assado

Uma gaja quase tem uma indigestão de tanto abafar o riso quando a vizinha da mesa ao lado diz algo como "picanha de quê? De peixe?", chega ao hotel, vai ver à net e não é que a coisa até existe?

Mas eu quando era pequena também perguntei à minha mãe "vitela de quê? vitela de porco?" por isso acho que não tinha assim tanta moral para gozar.

(se alguém souber o que é picanha de peixe, por favor explique-me, é que sendo o significado de picanha qualquer coisa como "tipo de corte da carne bovina", não estou bem a ver onde é que entra o peixe)