O Rui Veloso é que tinha razão
No site da Blitz hoje pode ler-se uma mini "reportagem" sob o tema Pode a música que partilha nas redes sociais influenciar a sua vida amorosa?
E eu digo que sim. Deve ser aquela coisa do "não se ama alguém que não ouve a mesma canção". Por exemplo, teria grandes reservas em relação a um homem que no seu perfil tivesse como artistas preferidos Pablo Aldoran [perdoem-me os/as fãs], Michael Bolton [esse gajo ainda existe?] e que me inundasse o mural, o email, as mensagens privadas com músicas do Ronan Keating, Alejandro Sanz ou, no panorama português, João Pedro Pais ("entrei pela vitrina surrealista"? WTF is that?), Pedros Khimas, Azeitonas, e outros que tal. (perdoam-se as Shakiras e as Rihnnas desta vida, que vamos acreditar que eles só ouvem para ver os videoclipes)
Com o meu homem a coisa foi fácil. Ainda só o conhecia de vista e reparei nas ditas redes sociais que gostava de The Strokes. Yeah! Subiu logo uns pontos na minha consideração. Portugal, 12 points! A partir daí foi sempre a melhorar. Não só ouvimos a mesma canção, como a cantamos alto e bom som e a dançamos loucamente, no carro, no quarto, no duche, na cozinha enquanto cozinhamos, na sala, no escritório, no.... Sim, ainda estou a falar sobre cantar e dançar.
*Eu, aos 11 anos, era grande fã de Spice Girls, Backstreet Boys, Mariah Carey e até tive o meu período Laura Pausini, mas às crianças perdoa-se tudo, certo? Certo?

