sábado, agosto 30, 2008

Obsessão*



I want to wake up in the city that never sleeps

*A viagem, entenda-se, que a Cat Power é jeitosinha, mas eu não dou para esse lado.

quarta-feira, agosto 27, 2008

E ainda...

À querida (ou querido, que isto hoje nunca se sabe, nada contra!) que veio à procura de "o que os homens gostam de ouvir", a resposta é simples:

hmmm hmmm sim hmmm que bom és o maior [em todos os sentidos] oh sim sim siiim

Pesquisas

À pessoa que veio à procura de "como se beija na boca": meu querido (sim, porque para não saber só pode ser homem), estas coisas não se aprendem, fazem-se e descobrem-se. Vai dizer que também andou a pesquisar "como se faz sexo"?

À pessoa que veio à procura de "só me apetece dizer merda": tem razão, a mim também, e vai ver muita merda por aqui escrita, volte sempre!

À pessoa que veio aqui ao site através da pesquisa "gémeas lésbicas": sou filha única, temos pena.

À pessoa que veio à procura de "mulheres fabulosas": acertou em cheio, em que posso ser útil?

Acordo, olho lá para fora e pergunto...


O QUE FIZERAM AO VERÃO?

terça-feira, agosto 26, 2008

...

Quando me perguntam porque não tenho namorado, respondo "porque depois do X e do Y nunca mais encontrei ninguém de quem gostasse a sério". A resposta de volta é, invariavelmente, "tens que ser menos exigente". Eu não concordo. Quando compramos uma roupa queremos que tenha o máximo de qualidade possível, quando contratamos um pintor queremos que faça um serviço impecável, quando pagamos um hotel 5 estrelas esperamos um serviço perfeito. Vou ser menos exigente num dos aspectos mais importantes da minha vida? Contentar-me com pouco? Ou mesmo que não seja "pouco", vou contentar-me com menos do que aquilo que eu acho que mereço, do que aquilo que eu desejo para mim? Podia tentar, mas além de não querer, suspeito que não consigo. Tal como na cena aqui em baixo, quero alguém que me diga I'm completely, completely, in love with you. I even love the things about you that I hate. Não me quero contentar com alguém que eu, racionalmente, vejo que é ideal para mim. Alguém que é meu amigo, que me trata bem. Alguém de quem eu gosto mas não me faz sentir "aquilo" quando olho para ele ou estou com ele. Porque eu já tive isso. Já tive um namorado que mesmo depois de mil anos de namoro me continuava a mandar mensagens de manhã ao acordar e antes de dormir a dizer o quanto era louco por mim, escrever cartas de amor, e que me continuava a deixar extremamente feliz só por ser meu. Dizem-me para tentar, que o amor cresce lentamente. Pode ser... até podem ser as relações mais estáveis, duradoiras... mas serão as mais felizes? Quero aquela excitação, aquela falta de ar quando se está um dia sem ele, aquela vontade de não se querer afastar nunca, mesmo que já se esteja junto há muito tempo. O amor não é racional. Não é o "ah sim, gosto dele, ele trata-me bem, damo-nos bem, não vou arranjar ninguém melhor". Quero o "sim, adoro-o, a cada ano que passa gosto mais dele, a cada ano que passa fico mais maluca por ele". Dirão vocês que isso é paixão e que a paixão passa. Para mim esse é o verdadeiro amor. É dizer "gosto tanto tanto tanto tanto de ti" e ficar com as lágrimas nos olhos. É dizer I'm completely, completely, in love with you e carregar no segundo completely, como se doesse...



- Marry me.
- What?
- I mean it, I don’t wanna wait. I want to make this official.
- Because I changed the lightbulbs?
- No… yeah. Because, Scotty, that’s who you are.
I’m completely, completely, in love with you. I even love the things about you that I hate. Because you make me feel that I don’t have to be anyone other than who I am. And to me that feels like family and that’s what I want us to be. I want us to be a family because that never ends.
Scotty I am asking you. Would you please marry me?

segunda-feira, agosto 18, 2008

...

E a grande vantagem disso (post abaixo) é que este ano já sei com 3 meses de antecedência a resposta à pergunta estúpida do costume "o que vais fazer na passagem de ano?"

Pelo menos já não tenho que dizer que ainda não sei de nada, mas de certeza que vou fazer alguma cena super hiper mega espectacular, e que é certo que me vou divertir imenso, mesmo quando o que me apetece verdadeiramente é ficar em casa com as meias de lã, enrolada na manta a ver um filme qualquer na TV e a comer os doces do jantar.

sexta-feira, agosto 15, 2008

É oficial!

O bilhete está pago e bem guardado.
Dez dias, nove noites e a passagem de ano será aqui,
na cidade que nunca dorme.

E já sabem, qualquer sugestão, dica, conselho, ou segredo sobre a cidade mandem para o mailzinho aqui à direita.

quarta-feira, agosto 06, 2008

Constatações

Há as Amigas. E depois há as amigas.

segunda-feira, agosto 04, 2008

Wrestling

Este fim-de-semana assisti àquela bela cena, não rara no decorrer da história da humanidade, à qual se chama "briga de mulheres". Estava eu numa festinha catita, a dançar muito sossegada, quando vejo um copo lançado na minha direcção. O conteúdo atingiu-me as costas que, infelizmente, estavam a descoberto, enquanto o copo propriamente dito, foi directo à minha amiga. Olho para o lado, pronta a gritar um "q'esta merda?", quando vejo duas miúdas a voarem na direcção uma da outra, qual Matrix, mas em vez de ser em câmara lenta, era em fast forward, com um misto de arranhadelas e puxar de cabelos. Era meter ali um bocadinho de lama e fazia as delícias dos espécimes masculinos ali presentes. E por falar em espécimes masculinos, foi preciso 4 de cada lado para afastar as meninas, que uma gaja lixada consegue ser uma força da natureza.
A causa da "desavença" continua desconhecida, mas visto que não vi nenhum rapaz perto das guerreiras, vou antes basear-me nisto e concluir que a briga se deveu a problemas capilares e intestinais. "Aquela tem um cabelo sem uma ponta espigada, e o meu parece palha de aço?", "aquela é uma cagona de primeira e eu aqui, que não faço nada há 3 dias?"

E convenhamos, uma cabeleira lustrosa e um trânsito intestinal regular, são motivos muito mais válidos do que um rapaz qualquer para fazer cenas numa discoteca.