terça-feira, dezembro 18, 2012

Instagram

Nunca gostei muito do Instagram. Se calhar até gostaria, se tivesse perdido o mínimo de tempo a tentar perceber aquilo, mas a verdade é que instalei, não atinei com o propósito e desisti. Eu quando tiro uma foto e quero partilhar com alguém, partilho a foto diretamente no Facebook, por mail, por MMS, Blogger, Dropbox ou outras clouds, etc. O Instagram serve propriamente para quê? Para ver os álbuns dos outros? Cheios de fotos de sushi, cupcakes, outfits do dia, tudo com efeitos amarelados e nublados? Não me convence. E agora muito menos. O Instagram (recentemente comprado pelo Facebook) resolveu sem mais nem menos mudar as políticas de privacidade e vai poder vender os dados dos utilizadores (incluindo as fotos!!!) a terceiros, para efeitos de publicidade dirigida e outras "vantagens". A verdade é que mesmo no Facebook as nossas fotos nunca estão a salvo. O ano passado, a caminho do SBSR tirei uma foto à mão da minha amiga Daniela (oi Dani!!) a segurar uma Super Bock enquanto com a outra segurava o volante do carro (estávamos paradas na fila, atenção!) e meses depois vejo, num perfil de uma rapariga que não conheço de lado nenhum, amiga de amigos de amigos, a mesma foto, com não sei quanta gente marcada. Achei um abuso. Mas o Instagram fazer isso, à descarada e "legalmente" acho um abuso ainda maior.


Mesmo vendo filmes de treta....


Oh não, outro filme de vampiros

Como eu gosto muito da temática de vampiros e o meu homem gosta muito da temática de gajas boazonas em fatos justos e inteiriços de vinil, ontem lá escolhemos para o nosso serão o filme Underworld, o Despertar. Eu nunca tinha visto nenhum filme da saga (acho que este é o terceiro) mas estou convencida de que não verei mais nenhum. O filme... é péssimo. Sem enredo, sem história, sem nada. Os vampiros são fraquinhos, os Lycans são fraquinhos, é tudo fraquinho. Não sei como perdi duas horas da minha preciosa existência a ver aquilo mas já disse ao respetivo, "querido, eu não quero que te falte nada, se tu quiseres eu até ponho lentes azuis, até compro uns dentes de vampiro falsos e dou umas mordidelas, eu até compro um fato desses de vinil e dou uns saltos e cambalhotas e tiros pela casa (depois se a coisa aquecer quero ver o filme para conseguir tirar a fatiota) agora ver mais daquilo é que não, por favor."


segunda-feira, dezembro 17, 2012

Casual Saturday

Ontem, na casa da sogrinha, enquanto almoçávamos, íamos espreitando e comentando as notícias. O massacre nos EUA, um acidente que vitimou não sei quantas pessoas, a vitória do Benfica, a dualidade do Presidente que por um lado aprova o orçamento e por outro manda avaliar a sua constitucionalidade, etc. Até que de repente olho para o ecrã e quase me sai um pastel de massa tenra pela boca. O homem aqui vinha de onde? Da noite? Oh sêutor (cof cof), já basta o mal que nos faz à carteira, também tem de nos fazer mal aos olhinhos? Aperte lá esse botão e deixe as pessoas almoçarem em paz!!!


I'm sexy and I know it
(está ele a dizer)

Afinal as previsões maias estavam corretas

O mundo acabou.... mas foi este fim de semana. Na Massimo Dutti. 

Caso não saibam, esta lojita esteve com 50% de desconto durante o fim de semana (não sei se ainda estará). Sábado fui ao Norteshopping para comprar umas últimas coisinhas e quando lá passei vi, efetivamente, o fim do mundo. Prateleiras vazias, roupas espalhadas por todo o lado, o mulherio louco e filas de horas. E horas. E horas. Ainda vi umas coisas que queria mas ao olhar para o fim da fila (com cerca de 100 pessoas) apercebi-me que não sairia dali tão cedo pelo que pousei tudo e fui à minha vida.

Hoje, ouvi um funcionário dizer que as filas na Massimo Dutti do Arrábida Shopping tinham chegado às 3 horas. TRÊS horas?? Eu compreendo (ou não) que se fique três horas numa fila para comprar bilhetes para um concerto de uma banda de que se gosta muito. Compreendo (ou não) que se fique três horas para entrar em museus, no Vaticano, no Louvre, etc. Eu até compreendo (ou não...) que se fique três horas à espera para comer num bom restaurante. Agora três horas para comprar roupa?!? Deve ter sido mesmo o fim do mundo.

(e podiam ter comprado online, no aconchego do lar, com o mesmo desconto....)

domingo, dezembro 16, 2012

sexta-feira, dezembro 14, 2012

Só mais uma sobre o fim do mundo (não prometo que seja a última)


Cenas romântico-piroso-sensuais-coiso #10

Pois é. A rubrica voltou. Para quem não conhece/ não se lembra, as cenas romântico-piroso-sensuais-coiso são a mistura entre imagens sexy e frases fofinhas ou românticas (ou nem tanto). Bom, resumindo, são imagens de enrolanço com frases bonitas. E há lá coisa melhor do que amassos ao som de palavras bonitas? Se calhar há (assim de repente lembro-me de bolo de chocolate quentinho com bola de gelado de baunilha) mas a mim hoje deu-me para isto.


Quando a boca não consegue dizer o que o coração sente, 
o melhor é deixar a boca sentir o que o coração diz. 
William Shakespeare

E é isto. 

quinta-feira, dezembro 13, 2012

"Argo" em grande nas nomeações para os Globos de Ouro

E eu ainda não vi!!!

Nomeados aqui.

Estão a querer comer-me por lorpa

Detesto a minha nova gestora de conta. Desde o início, há coisa de 2 meses, mês e meio, nunca me inspirou muita confiança. Seja porque tem um nome cheio de ípsilones (pessoas com muitos ípsilones no nome, não me levem a mal), seja porque tem uma voz estranha, a verdade é que não fui com a cara dela. Menos ainda, quando me apercebi que era, efetivamente, má funcionária.

Está certo que nem todos nos podem fazer "um miminho" mas tentar aldrabar é que não. Um dia dirigi-me ao balcão, falei com ela, disse que tinha x euros para aplicar e ela lá me falou no produto y com a taxa z mas que para conseguir essa aplicação tinha de ter a conta poupança tal e tal. Eu disse que ia pensar, entretanto fui a outros bancos, e comuniquei-lhe que os outros bancos me davam a mesma taxa (ou mais alta) sem requisitos de conta poupança nenhuma, por isso ou ela me conseguia isso ou lá se ia o dinheirinho a voar em direção ao banco do outro lado da rua. A moça lá me escreveu a dizer que tinha falado com os superiores e bla bla bla consigo-lhe a taxa x,xx% e sem ter abrir conta poupança nenhuma. Até aí tudo bem, porque eu queria mesmo era ficar no banco em que estou e não ter de abrir conta em mais nenhum. Hoje fui lá para assinar a papelada e ela "ah e tal doutora queria pedir-lhe um favorzinho para nos ajudar aqui nos nossos objetivos. Como tem sempre aqui uma quantia jeitosa à ordem e é muito poupadinha, queria pedir-lhe se não quer abrir uma conta poupança, todos os meses lhe saem x da conta, mas pode ir lá buscá-los sempre que quiser, é só mesmo para nos ajudar nos objetivos aqui do banco".

Das duas uma: ou a dita cuja é completamente idiota ou acha que eu é que sou completamente idiota. Então eu acabo de rejeitar um produto que tinha como pré-requisito que eu abrisse uma conta poupança e ela agora vem pedir que eu faça a conta poupança como favor?  Poupem-se. Felizmente estou a ganhar as competências para dizer não. Dantes custava-me um bocado. Hoje foi fácil.

*peço desculpa a quem leu a primeira versão deste post, com algumas palavras incompreensíveis/sem sentido no meio. É que escrevi-o no telemóvel e o Swype pode ser a coisa mais fantástica do mundo mas às vezes é meio traiçoeiro.