terça-feira, maio 08, 2012

Cenas romantico-piroso-sensuais-coiso # 9



 (VICIADA nesta música)

Your body shakes, it's like tonight we can take the world
Your pulse it races with mine and i swear we can take the world

His hand against her cheek
Her tongue against his neck
She says "you're awfully sweet, i feel like we connect"
Maybe it's love. how would she know?
And did she tell?
The clothes they go on slow
She thinks of what to say
He whispers in her ear
She smiles and looks away
Her heart it screams she grabs his hand and says "me too"

segunda-feira, maio 07, 2012

Bola

O almoço do dia da mãe foi muito interessante.

Em 99% do tempo do almoço não se falou sobre mães, não se falou sobre a felicidade da maternidade, não se trocaram abracinhos, não se fizeram declarações exacerbadas de amor maternal ou de filha.

99% do tempo discutiu-se....................... Cristiano Ronaldo vs. Messi.

quinta-feira, maio 03, 2012

Descubra as diferenças

Rita Pereira na Playboy (após receber 25 000 euros):



Rita Pereira na praia:



(uma leitora lembrou bem)

Rita Pereira nos Emmy:


quarta-feira, maio 02, 2012

Eu também tenho algo a dizer sobre o Pingo Doce

Nunca o Continente esteve tão vazio e agradável.

sexta-feira, abril 27, 2012

Profissões

Chego à conclusão que afinal até não tinha tão pouco jeitinho para ensinar quanto isso.

Acabo de ensinar a uma senhora de 60 anos (não, não é a minha mãe, que essa já está craque em computadores) como se trabalha e formata uma base de dados. E tudo isto por telefone!

Se algum dia precisar de dinheiro já sei: cursos de informática para 55+ 





You complete me [ao bom estilo Jerry Maguire]

Eu e o meu namorado completamo-nos (oh, que lindo, que romântico, que cutchi-cutchi). Tendo em conta que ele é dos números e eu sou das letras, é frequente pedirmos ajuda um ao outro. Enquanto ele me explica coisinhas sobre a banca, a bolsa, a EURIBOR, o spread e o mundo dos negócios em geral, eu revejo-lhe os emails, cartas ou documentos importantes. Até aí tudo bem.

Acontece que, enquanto ele acarreta de boa vontade todas as sugestões linguísticas que eu lhe dou, já eu tenho a mania que sei coisas da bolsa, banca e gestão ponho-me a mandar bitaites, como se ele (que é formado na área) não soubesse do que está a falar, só parando (eu) quando ele me explica mesmo muito direitinho e detalhadamente cada coisa, até deitar por terra toda a razão que eu acho que tenho (que, normalmente, não tenho).

Quer-me parecer que isto o irrita um bocadinho assim pequenino mas eu quero acreditar que é mais uma coisa que faz parte do meu charme irresistível.

Oh, a sério?

A revista Lux - o expoente máximo do jornalismo em Portugal, para quem não conhece - revelou ontem uma surpreendente notícia sobre o caso Maddie. Segundo eles, Maddie tanto pode estar viva como morta. Tendo em conta que Maddie poderia estar muitas outras coisas (assim de repente lembro-me por exemplo de morta-viva, zombi, vampira, fantasma, morta e viva simultaneamente ao bom estilo do gato de Schrödinger. etc....), é incrível como a imprensa portuguesa consegue ser tão boa que limita as hipóteses apenas a duas. Ou está viva, ou está morta. E isto, parecendo que não, é fantástico.

quinta-feira, abril 26, 2012

Dúvida existencial #62514

Dá-se o caso de [por mera junção de determinados factores cósmicos e nunca por desleixo culinário] ter uma queimadura na parte de cima da mão. Estando a dita queimadura em carne viva, de todas as vezes que as pessoas me cumprimentam com um belo aperto de mão, aquela treta dói-me como tudo para além de eu ficar a magicar com tudo que é germes, bactérias, micróbios e sabe-se lá que outras porcarias mais, a infectarem-me a ferida.

A questão que vos coloco é: como escapar educadamente a um aperto de mão?

Eu consigo pensar em algumas alternativas mas não estou a imaginar o meu chefe, gestor de conta ou outros que tal, de mão estendida na minha direcção e eu dar-lhes um hi5 ou umas palmadinhas no ombro.

Ainda em relação à reunião do post abaixo....


Para que é que homens servem #2

Provar o vinho antes de nós - quais escravos a provarem a comida do seu mestre a ver se não havia venenos inimigos - e, caso este não seja bom, ficarem eles com um sabor terrível na boca, deixando imaculadas as nossas papilas gustativas.