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terça-feira, outubro 23, 2012

Ele há livros sobre tudo

Dei de caras, numa das minhas viagens pela WOOK, com este livro: Quando Te Casares A Tua Mulher Vai Ver-te o Pénis (só quando casar??? Coitadinho)

Eu não sei se o livro é bom ou mau, só sei que gostei muito desta descrição que aparece na sinopse:

[...] E a cada passo, Justin [o autor] pode contar com os conselhos mordazes, sarcásticos, por vezes agressivos e inadequados, mas sempre sábios, do seu pai, Sam Halpern, o homem para quem o segredo de um casamento feliz é:

Macacos me mordam se sei. Quanto a mim, tento sobretudo lembrar-me que encontrei alguém que parece gostar de todas as tretas inerentes a estar casada comigo, pelo que acho que devo tratá-la mesmo bem, porra. E também não vou cagar quando ela está na casa de banho a tomar um duche.


(felizmente na minha casa há 3 casas de banho)

segunda-feira, outubro 22, 2012

Dúvida existencial

Por que raio é que algumas mulheres continuam a usar leggings como se fossem calças?

Eu adoro leggings, acho que são das peças de roupa mais confortáveis do mundo e costumo usar bastante com botas de cano (e salto) alto, mas é com camisolas ou túnicas compridas, que tapem o rabiosque! É que caso não tenham reparado, as leggings são feitas de uma malha fininha, tipo collants ligeiramente mais grossos, e - acreditem!!! - ninguém quer ver as nossas gordurinhas a passear em frente aos seus olhos. Mesmo para quem não tem gordurinhas, vê-se as formas toooodas (quando eu digo todas, é mesmo todas), coisa que até vos pode parecer sexy mas, vão por mim, não é, ok?

Vejam as diferenças entre isto:


 (percebem o que quero dizer com "vê-se as formas todas"?)


  E isto:


 (discreta, com o rabinho e ancas tapadas)



quarta-feira, outubro 17, 2012

Ida à manicure (ou ida ao inferno e voltar)

Ir à manicure tornou-se uma aventura. Durante anos, preferi arranjar as minhas unhinhas em casa, mudar de cor quando bem me apetecesse e não gastar um tostão. Aqui há uns dois meses descobri o verniz de gel (não confundir com unhas de gel, que essa coisa é medonha), que é um verniz normal mas com um componente qualquer que o torna mais resistente depois de meter as mãos num forninho, dando às unhas um ar natural (mas cuidado) e não aquele ar de travesti das unhas de gel.

Nas primeiras vezes que pintei com esse verniz de gel foi num cabeleireiro "chique" aqui ao lado da empresa e a coisa correu normalmente. Menina simpática, discreta, faz o seu trabalho, pago e vou embora. Acontece que ela resolveu ir de férias no momento exato em que eu precisava dela e eu tive de ir procurar alternativas. Escolhi o sítio que me dava mais jeito e lá fui. 

A coisa começou logo bem, quando chego, olho para as mãos das duas que lá estavam e todas elas eram unhas de gel com florzinhas e brilhantes. Vi a minha vida a andar para trás e imaginei-me a sair de lá com umas unhacas de 5 cms cheias de purpurinas. Pensei momentaneamente em fugir mas ganhei coragem e fiquei. A escolha de cores foi um tormento. Quando disse que queria um castanho ou bordeau escuro olharam para mim aterrorizadas pela minha escolha tão "normal" e começaram a impingir-me todo um leque de cores desde roxo a cor de laranja, todos com brilhos. Escolhi a cor mais "normal" que lá havia, um vermelho básico, sem brilhos, sem ser nacarado, sem purpurinas, sem nada e deram início ao processo, achando eu que a partir desse momento ia ter paz.

No entanto, todo o processo foi uma tortura. Enquanto uma tratava de mim a outra passeava pelo Facebook, a página escancarada à minha frente e sempre rir e a chamar a colega para olhar para lá, olha que cãozinho tão giro, olha que imagem tão engraçada e eu a vê-la, de alicate nas minhas cutículas, a olhar para trás mas a continuar a fazer o serviço e eu a rezar para não me arrancar um naco. Saí de lá ilesa, caso estejam preocupados. Nesses 40 minutos fiquei também a saber que o Vítor Baía fazia 43 anos, que uma delas o achava um gato e a outra velho demais; que uma delas sempre que vai à rua com o pai acham que é o namorado; que a que acha que o Vítor Baía é velho demais, acha piada ao Clooney e que esse já não é velho para ela (acho que 51 é mais velho que 43 mas se calhar sou eu que não sei fazer contas); que o legume preferido de uma delas é pêssego (sim, o legume!) e que o segurança do shopping é manco.

Como veem, foi toda uma experiência traumática mas felizmente sobrevivi sem grandes lesões cerebrais. Acho que a partir de agora vou voltar a arranjar as mãos em casa, o meu coração de 30 anos já não aguenta tanto stress.



terça-feira, outubro 09, 2012

Reuniões

Isto de ter reuniões em que sou a única mulher no meio de 5 homens é de chorar a rir (se fosse com mais 5 mulheres também, mas provavelmente por outros motivos).

A certa altura a testosterona começa a fazer efeito e já ninguém sabe do que está a falar, já ninguém ouve o outro, já ninguém quer saber de resolver o problema em si ou levar o projeto a bom porto, só querem é ganhar, atribuir culpas, ter razão e ver essa razão reconhecida. "Mas a culpa disto é de não sei quem" e "o não sei quantos é que falhou neste ponto" e "eles querem ver é se nos lixam". Depois lá reparam que está presente uma pessoa sem os níveis de testosterona no máximo e olham todos para mim como se fosse uma espécie de árbitro que vai desempatar o jogo.

É nessa hora que dou a minha opinião e a coisa retoma normalmente (não sei se é por eu ter tido alguma ideia bilhante e todos concordarem comigo ou se é por paternalismo e medo que eu esteja "naqueles dias" e comece a chorar ali no meio), até que outro issue (como eles agora gostam de dizer) provoca mais um momento de discórdia. Here we go again.

quinta-feira, outubro 04, 2012

É hoje!

Para os 99% de leitores que não sabem do que estou a falar, calma, eu explico.

Não é hoje que as pessoas vão à cara ao passos Coelho (quer dizer, se calhar até é...), não é hoje que o Vítor Gaspar é internado num hospital psiquiátrico, não é hoje que os nossos patrões nos aumentam. Não. Estou a falar de coisas realmente importantes: é hoje que tudo o que é menina (mulher, senhora) "fashionista" se vai plantar às portas da H&M. Depois de Versace, Sonia Rikyel, Jimmy Choo, Madonna, Lanvin, Roberto Cavalli, Marni, etc., é hoje que sai mais uma coleção de designer, desta feita pelas mãos da Anna dello Russo (editora da Vogue Japan e conhecida pelo seu estilo espalhafatoso, fotografada frequentemente pelo The Sartorialist).

Tive a sorte de estar em Paris no Inverno de 2009 quando foi lançada a coleção da Sonia Rykiel (a sorte foi ter estado em Paris e não o facto de ter apanhado a coleção). Confesso que na altura não achava piada nenhuma à H&M mas lá entrei na dos Champs Elisées a ver se havia algo diferente. E havia. A dita coleção era horrenda mas lá estavam, francesas e turistas à volta daquilo como se fosse o Santo Graal.

 Eu não sei se as pessoas que correm e se atropelam para ter uma peça destas alguma vez pararam para olhar realmente para aquilo, mas caso não tenham feito, deixem que eu descrevo. As peças são... como é que eu hei de dizer.... feias? Exageradas? Pirosas? Tudo aquilo é volumes exagerados, dourados falsos, plásticos, pedras artificais, ponpons, penas e... maus materiais.

Tanta manifestação por coisas que não interessam ao menino Jesus, tipo taxas e impostos e dinheiro para comer e estudar, e ainda ninguém se lembrou de se juntar com cartazes, reunir-se à porta da H&M e tentar abrir os olhinhos àquela gente que lá anda a dar 150 euros por uma peça que se fizesse parte da coleção "normal" achariam caro se custasse mais de 15€. Gente, até podem ter sido projetadas pelo melhor designer do universo, mas - acordem! - não deixam de ser H&M!!!


terça-feira, setembro 25, 2012

terça-feira, junho 26, 2012

Girls are from Venus and men are from Mars #3

Os homens até podem ter mais força, até podem matar javalis para nos alimentarem e nos aquecerem com as suas peles, até podem carregar lenha, até podem matar dragões e aniquilar exércitos.

Mas nunca conhecerão as verdadeiras agruras da vida, até terem de entrar num SUV com uma saia travada até ao joelho.

sexta-feira, abril 27, 2012

You complete me [ao bom estilo Jerry Maguire]

Eu e o meu namorado completamo-nos (oh, que lindo, que romântico, que cutchi-cutchi). Tendo em conta que ele é dos números e eu sou das letras, é frequente pedirmos ajuda um ao outro. Enquanto ele me explica coisinhas sobre a banca, a bolsa, a EURIBOR, o spread e o mundo dos negócios em geral, eu revejo-lhe os emails, cartas ou documentos importantes. Até aí tudo bem.

Acontece que, enquanto ele acarreta de boa vontade todas as sugestões linguísticas que eu lhe dou, já eu tenho a mania que sei coisas da bolsa, banca e gestão ponho-me a mandar bitaites, como se ele (que é formado na área) não soubesse do que está a falar, só parando (eu) quando ele me explica mesmo muito direitinho e detalhadamente cada coisa, até deitar por terra toda a razão que eu acho que tenho (que, normalmente, não tenho).

Quer-me parecer que isto o irrita um bocadinho assim pequenino mas eu quero acreditar que é mais uma coisa que faz parte do meu charme irresistível.

quinta-feira, abril 26, 2012

Para que é que homens servem #2

Provar o vinho antes de nós - quais escravos a provarem a comida do seu mestre a ver se não havia venenos inimigos - e, caso este não seja bom, ficarem eles com um sabor terrível na boca, deixando imaculadas as nossas papilas gustativas.

terça-feira, abril 24, 2012

Para que é que os homens servem #1

Evitar que acumulemos lixo na mala do carro.

quarta-feira, abril 18, 2012

Girls are from Venus and men are from Mars #2

Ao jantar, a comer esparguete.

Eu: Vamos fazer como a Dama e o Vagabundo?

Ele: O que é isso? Um filme porno?