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domingo, fevereiro 09, 2014
Nada me deixa mais contentinha do que saber que estes meninos, os The National, uma das minhas bandas preferidas, vêm ao festival aqui, na minha cidade, que não tenho de me preocupar que dia da semana é (os sonsos foram a Lisboa a uma QUINTA, onde é que já se viu!?!) e que os posso ir ver e voltar para casa e dormir na minha cama descansadinha, mesmo que tenha de trabalhar no dia seguinte.
sexta-feira, fevereiro 08, 2013
O Rui Veloso é que tinha razão
No site da Blitz hoje pode ler-se uma mini "reportagem" sob o tema Pode a música que partilha nas redes sociais influenciar a sua vida amorosa?
E eu digo que sim. Deve ser aquela coisa do "não se ama alguém que não ouve a mesma canção". Por exemplo, teria grandes reservas em relação a um homem que no seu perfil tivesse como artistas preferidos Pablo Aldoran [perdoem-me os/as fãs], Michael Bolton [esse gajo ainda existe?] e que me inundasse o mural, o email, as mensagens privadas com músicas do Ronan Keating, Alejandro Sanz ou, no panorama português, João Pedro Pais ("entrei pela vitrina surrealista"? WTF is that?), Pedros Khimas, Azeitonas, e outros que tal. (perdoam-se as Shakiras e as Rihnnas desta vida, que vamos acreditar que eles só ouvem para ver os videoclipes)
Com o meu homem a coisa foi fácil. Ainda só o conhecia de vista e reparei nas ditas redes sociais que gostava de The Strokes. Yeah! Subiu logo uns pontos na minha consideração. Portugal, 12 points! A partir daí foi sempre a melhorar. Não só ouvimos a mesma canção, como a cantamos alto e bom som e a dançamos loucamente, no carro, no quarto, no duche, na cozinha enquanto cozinhamos, na sala, no escritório, no.... Sim, ainda estou a falar sobre cantar e dançar.
*Eu, aos 11 anos, era grande fã de Spice Girls, Backstreet Boys, Mariah Carey e até tive o meu período Laura Pausini, mas às crianças perdoa-se tudo, certo? Certo?
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kiss me
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3:11 da tarde
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Etiquetas: blitz, facebook, gostos, música, redes sociais, the strokes
segunda-feira, fevereiro 04, 2013
Esta mulher desta vez acabou comigo
Beyoncé no Super Bowl
Sinto-me derrotada. Saber que há mulheres destas no mundo, com este corpo, com esta sensualidade, a dançar desta maneira, faz com que nem valha a pena sair da cama de manhã, fazer ginástica, pôr cremes, cuidar do cabelo, vestir as nossas melhores roupas, etc etc etc.
Vou fazer o jantar. Assim, se o meu homem chegar e eu estiver a chorar, posso sempre dizer que é da cebola.
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kiss me
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7:25 da tarde
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Etiquetas: beyonce, concerto, dança, destinys child, música, super bowl
domingo, dezembro 16, 2012
Música de domingo
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kiss me
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4:33 da tarde
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Etiquetas: música, norah jones
sexta-feira, novembro 30, 2012
Valham-me todos os santinhos
Ontem a caminho de casa depois do trabalho, a fazer o já costumeiro zapping radiofónico quando as rádios pré-definidas não estão a dar nada de jeito, deparei-me com isto. Ace of Base, minha nossa senhora. Já nem me lembrava que isto tinha alguma vez existido, e que eu, no alto dos meus 11 anos, adorava [se alguém usar esta informação contra mim no futuro é um/a homem /mulher morto/a]. A verdade é que a musiquinha começou a tocar e eu lembrava-me de tudo. Inclusive das festas que fazíamos no terraço das minhas amigas, com os pais, avós, vizinhos, etc a assistir, aos quais cobrávamos dinheiro e depois íamos todas comer uma pizza na pizzaria nova que tinha aberto há pouco tempo. Era tão bom ser criança naquela altura.
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kiss me
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9:20 da manhã
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Etiquetas: infância, lembranças, música
terça-feira, outubro 02, 2012
Dúvida existencial
Gostava muito que alguma alma iluminada me explicasse o mecanismo subjacente ao facto de, muitas vezes, apesar de não gostarmos de uma música, filme, programa, etc., continuamos a ouvi-la, cantá-la, vê-lo, etc.
Por que raio é que, mesmo detestando a música dos Azeitonas, volta e meia enquanto trabalhamos damos por nós a cantarolar "anda comigo ver os aviõooes"?
Por que raio, mesmo detestando filmes de naves espaciais - e muito menos daqueles com efeitos muito manhosos - ontem enquanto escrevia uns textos, ia espreitando e acompanhando o filme pelo canto do olho até que dou por mim de mãos no teclado mas com a cara completamente virada para o filme a ver um astronauta sem olhos possuído por um ET a tentar matar outro?
Por que raio é que no domingo, ao fazer zapping, e mesmo sem nunca ter visto um segundo daquilo de nenhuma edição anterior, parei na Casa dos Segredos e fiquei cerca de 5 minutos a olhar para o ecrã enquanto duas moças no confessionário diziam que uma tinha roubado o namorado à outra e que não, que ela é que é tão boa que os namorados das amigas é que lhe caem aos pés, e só acordei deste torpor quando ouvi um berro incrédulo vindo do escritório "tu estás a ver essa merda?!?!?" (desde então aos domingos começo a fazer zapping pelo canal 5 - Sic Notícias - não vá apanhar outra vez aquilo e as garras do lixo televisivo me agarrarem outra vez).
Porquê??
(e quem disser que a culpa é minha e que vocês gostam é de ouvir Chopin enquanto veem o canal História ou ver concertos clássicos no Mezzo será automaticamente banido deste blogue)
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kiss me
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2:22 da tarde
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Etiquetas: casa dos segredos, cinema, dúvida existencial, mecanismo mental, música
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