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terça-feira, outubro 08, 2013

Guerra dos Tronos

Pessoas, ajudem-me.

Há dias que ouço falar na Guerra dos Tronos. Parece um complô, em todo o lado falam disto e eu sem conhecimento na matéria para poder participar. Sábado passado, numa festa com pessoas todas à volta dos 30 e 40, era Game of Thrones para aqui, Guerra dos Tronos para ali, levei um livro nas férias, acabei-o logo e tive de ir imediatamente a uma livraria comprar o seguinte, senão não aguentava. E eu ali hã hã, sim sim, claro.

Portanto, querem fazer-me um resuminho do que se trata? Assim, enquanto não leio os livros, ou vejo a série, pelo menos sei do que estão a falar. É na época medieval? Envolve sobrenatural? Não é só para adolescentes? Contem-me tudo! (eu sei que podia ir ver à Wikipedia ou IMDb mas estou com um bocado de preguiça e além disso não queria perder esta bela oportunidade de interagir com os meus queridos leitores a quem estou neste momento a dar graxa a ver se me fazem um resuminho catita)



Como retribuição posso-vos dizer que vi a primeira temporada da série Vikings, no canal TVSeries e gostei muito. Agora está a repetir, às segundas à noite. Penso que terá uma temática semelhante (reis e lordes e duques a competirem pelo poder, com umas pitadas de religião, mitologia e sexo), por isso se gostaram de Guerra dos Tronos também deverão gostar desta.

sexta-feira, maio 17, 2013

Antes de... estragarem um filme

Estreia este mês (ou no próximo, já sabem que dados exatos e investigação não é comigo) o filme Antes da Meia-Noite que, para quem não sabe é a continuação do Antes do Amanhecer e Antes do Anoitecer.

Quem é da minha geração conhece bem estes filmes mas para quem não é, aqui fica um resuminho. No filme Antes do Amanhecer o Jesse e a Celine conhecem-se num interrail e passam uma noite juntos, conversando sobre o tudo e o nada e ai que lindo, olha as estrelas e nunca te vou esquecer chuack chuack (= som de beijos). No Antes do Anoitecer Jesse e Celine encontram-se passados dez anos e passam um dia juntos conversando sobre o tudo e o nada, o amor, a vida e acabam na casa dela a ouvir música, e olha que vais perder o avião e ele, mesmo sabendo que vai perder o avião, não levanta o rabinho do sofá (cabe ao leitor imaginar o regabofe entre os dois depois disso).

Agora, no Antes da Meia-Noite, Jesse e Celine, casados, enfrentam os problemas de qualquer casal. Ora, eu não sei sobre vocês, mas eu dava-me por satisfeita com aquele final, os dois a ouvirem Nina Simone, ela a dançar, ele com um sorriso malandreco a olhar para ela e foram felizes para sempre, the end. Mas não, resolveram inventar. Os problemas de qualquer casal? Mas... mas... já não nos chegam os nossos? Vão agora fazer um filme em que ele não repara que ela cortou o cabelo, ela começa a chorar, ele pergunta o que é que ela tem, ela responde "nada" e amua durante duas semanas, ela se queixa que ele vê futebol a mais, ele não fala com ela nos dias seguintes ao Benfica perder (e olhem como isso é frequente nos últimos dias!), ela pergunta se está mais gorda e ele responde "se calhar, um bocadinho", ele deixa a roupa suja espalhada pelo chão e não baixa a tampa da sanita, ele quis um cão mas agora é ela quem tem de lhe dar de comer e limpar os chichis e cocós? (sim, toda a gente sabe que estes são os grandes problemas de qualquer casal). 

Eu vou ver o filme na mesma, que eu não sou menina para deixar uma trilogia (ou mais) a meio (e olhem que o Scary Movie já vai no sexto!!!) mas se no fim eles se zangarem por meia dúzia de pratos sujos na banca da cozinha eu vou ficar muito chateada.


segunda-feira, março 18, 2013

Não tenho grandes esperanças

Um dos livros de que mais gostei, apesar de ter sido "obrigada" a lê-lo (fazia parte do programa do meu curso) foi o Great Expectations de Charles Dickens (versão portuguesa Grandes Esperanças). Adorei a história, o livro é fácil de ler (mesmo em inglês) e é dos meus livros "de sempre". Quando li o livro (por volta de 2001) já tinha visto o filme com o Ethan Hawke e a Gwyneth Paltrow (1998) e era um dos meus filmes preferidos até então, talvez porque vi primeiro o filme e só depois é que li o livro (quando acontece o inverso, depois normalmente nunca gosto dos filmes baseados em livros que li porque acho que lhes falta sempre qualquer coisa).

O filme de 1998 é uma versão nos tempos modernos e tem algumas (bastantes) alterações em relação à história original de Dickens, no entanto, e como já o revi algumas vezes depois de ler o livro, continuo a achar que, apesar dessas diferenças, o filme consegue captar a tensão da história, da humildade e humilhação do Pip (que no filme é Finn) e da crueldade de Miss Havisham (que no filme é Miss Dinsmor). 

Fiquei hoje a saber que há uma nova versão, desta vez "de época", desse filme. Irei certamente ver, até porque adoro filmes de época (não fui ver o Anna Karenina, aquela Keira Knightley tira-me o prazer de qualquer filme), mas depois de ver o trailer não estou com grandes esperanças em relação a esta versão. O Pip e a Estella, mesmo em adultos e na cidade grande, são interpretados por "putos", dando um ar de filme para adolescentes a uma história tão dura e tensa, como referi em cima. Não que eu ache que atores mais jovens não consigam passar para o público sentimentos como medo, humilhação (sofrida e causada), desilusão, arrependimento, crueldade, frieza, vergonha, etc. Mas sempre achei que esta era uma história mais "adulta". 

Depois, só pelo trailer, dá para ver que optaram por uma realização muito... teatral. Não gosto.

E por fim, tem a Helen Bonhan Carter, que até pode enquadrar muito bem nos filmes do marido mas em qualquer outro papel (embora a Miss Havisham seja um pouco louca) parece sempre que é a Helen Bonhan Carter a fazer de Helen Bonhan Carter.

Aqui ficam.


vs.




segunda-feira, fevereiro 25, 2013

And the Oscar goes to... #2

Se este homem não ganhasse o Oscar pelo seu papel em Django ("the D is silent, hillbilly!") Unchained, eu nunca (coff) mais (coff) via cinema na vida! (coff)




quinta-feira, janeiro 17, 2013

Eu não sou normal

Eu não sei se sou eu que sou uma sentimentaloide, mas só de ver este trailer fico com lágrimas nos olhos. E nem é por ser uma história verídica, é mesmo porque sou - como é que eu hei de dizer - emotiva? Chorona? Piegas? Lamechas?

The Impossible


quarta-feira, janeiro 16, 2013

Guia Para um Final Feliz


Gostei tanto deste filme. Até podia ser por ter como protagonista o Bradley Cooper, até podia ser por ter o Bradley Cooper a dançar, mas não, gostei mesmo do filme. E ambos (não só o Bradley como a Jennifer Lawrence - gira que se farta) têm grandes interpretações, merecendo os prémios para os quais estão nomeados. Já li por aí que falta "alguma coisa" ao filme. Para mim não faltou nada. Tem a dose certa de romantismo, de humor, de cenas sérias. Recomendo.

(e tem o Bradley Cooper. A dançar! Já tinha dito isto?)

quarta-feira, janeiro 09, 2013

Marvel

Hulk (com o Eric Bana): check
O Incrível Hulk (com o Edward Norton): check
Capitão América: check
Homem de Ferro: check
Thor: check

Não sei que lavagem cerebral me fizeram mas nas últimas semanas dei por mim a ver todos os filmes de super-heróis da Marvel. Sendo que até comecei a engraçar com os filmes e que o último foi o Thor (e achei alguma piada ao moço filme) imaginem a minha felicidade quando ligo a TV e no meu zapping habitual apanho.... THE AVENGERS no TVC1. Comunicar a descoberta ao rapaz, fazer restart e voilá, mais uma noitinha de super-heróis, agora todos em equipa (e todos sabemos que com este desemprego que para aí anda, é muito importante para o CV saber trabalhar em equipa). Ele babava com a Scarlet Johansson, eu com o Thor e fomos felizes para sempre.

Só achei que o filme tem alguns erros de casting:

- Mark Ruffalo: esta é uma embirração pessoal, não gosto deste ator, acho-o mau, sem qualquer charme, faz sempre cara de coitadinho e desajeitado e não combina com o papel de Hulk (mas quando vira monstro tem um piadão)

- Robin (do How I Met Your Mother): depois de 8 temporadas de 23 episódios, já não consigo dissociar esta atriz do papel de Robin Sherbatsky. Ela começava a falar, muito séria, e eu subconscientemente ficava à espera que dissesse alguma piada, que desatasse a rir, ou que o Barney, Ted, Marshall e a Lily entrassem pelas instalações da S.H.I.E.L.D. adentro (é o que dá quando se faz uma série durante muito tempo, um dia destes vi o Phil Dunphy a fazer um papel sério mas só de olhar para ele já dá vontade de rir)

- Jeremy Renner (que ultimamente entrou na Missão Impossível: Operação Fantasma e é o novo Bourne no Legado Bourne): também não vou à bola com este ator, acho que não tem qualquer empatia e em nenhum papel me leva a "torcer" por ele, mesmo sendo dos "bons"

Já do ator que interpreta o Loki gosto muito. Faz muito bem aquele papel de filho renegado, de eu sou mau mas só porque o meu pai gostou mais do meu irmão do que de mim e eu vou provar a toda a gente que sou melhor, mas no fundo sou apenas um menino à procura da aprovação do papá.

De resto, estou fã. Disse tão mal destes filmitos, que eram para crianças, que eram fraquinhos e agora mal posso esperar para ver os Vingadores 2 (só chega em 2015, mas este ano há outro Thor. Yeah). 

quinta-feira, janeiro 03, 2013

Movie(s) night(s)

Ontem vi o filme Warrior - Combate Entre Irmãos. O filme é muito bom. E é tão duro que a certa altura demos por nós com os músculos tensos, em esforço, quase como se estivéssemos na pele das personagens (que dão e levam porradinha valente). Para quem tem os canais TVC e Timewarp da ZON recomendo a procurarem nos sete dias anteriores este filme. 


(não recomendado a pessoas sensíveis/que não gostem de lutas/ver pessoas espancadas e a sangrar e com ossos partidos e coiso)

quinta-feira, dezembro 20, 2012

Sexo como nos filmes

Toda a gente sonha com aquelas cenas de sexo apaixonadas dos filmes (nós sonhamos com filmes como o Lendas de Paixão, eles sonham com Escuteiras de Minissaia). Acontece que nos filmes, quando se passa alguma coisa que não estava no guião, é só parar e começar tudo de novo. Já na vida real, as coisas nem sempre se dão como estava previsto no "guião" mental que criamos para o evento e por vezes, aquelas cenas que achamos muito sensuais nos filmes, acabam por se tornar um filme, mas desta feita, uma comédia. 

Sexo no meio do feno.
Ah e tal que romântico e selvagem. 
Mas e os arranhões? E as cócegas no pipi, no traseiro? 
Cuidado para não acabarem a fazer sexo com uma espiga de milho. 
Amor o teu pénis hoje está mais rugoso, pica um bocadinho.



Sexo contra a parede.
Muito sexy, a maluqueira total.
Mas, e as pernas dela, ficam onde? E faz-se tração onde?
Eu pego-te ao colo amor!
Sim, muito bonito quando ela pesa 45 kg. 
A partir dos 50kg a coisa já custa mais um bocadinho.

Sexo na varanda.
O perigo e emoção de se ser apanhado.
Muito estimulante, até vermos o vizinho da frente, com as calças abertas e a mão no...
Ok, já entenderam.

 Sexo na banheira.
Nem todas as banheiras têm o tamanho da do hotel do Pretty Woman
em que cabe lá a Julia Roberts, o Richard Gere e todo o staff do hotel.
As banheiras normais são pequenas.

 Sexo no carro.
Disto nem preciso falar porque toda a gente já teve uma (ou mil) experiências no carro.
Num Hummer ou numa limo é capaz de ser agradável.
Num Fiat ou Alfa Romeo pequenino a coisa não é assim tão fácil.

Num barco. 
A paisagem idílica à volta, sem ninguém a não ser nós e os passarinhos,
as minhas amigas vão morrer de inveja quando lhes contar 
vs. 
o que eu tenho de inventar para conseguir dar uma queca.
Quando se dá por ela o barco já virou e estamos cheios de algas e lama por todo o lado.


 Sexo à chuva.
E o frio? E as constipações?
Continua a ser romântico quando interrompemos um beijo para espirrar?
Oh meu amor, tu és linda de qualquer maneira.
Mesmo com ranho a cair do nariz? 
Não me parece.

 Sexo na praia.
Talvez o maior mito da história do cinema.
Pois que é maravilhoso e romântico e a minha lua de mel foi só truca truca na praia.
E as areias que se metem em sítios que nunca veem a luz do dia?

Sexo no chão.
Aos 18 a coisa ainda se consegue, se o tapete for muito rugoso escapa-se quase ileso
só com umas feriditas nas costas.
Agora, a partir dos 30 é literalmente prejudicial à saúde.
E o reumático? As dores nas costas? Nos joelhos?

Ah, na caminha é que é bom.

terça-feira, dezembro 18, 2012

terça-feira, agosto 28, 2012

Movie night

Se eu já gostava do Ridley Scott por filmes como Escola de Homens, Thelma and Louise, O Reino dos Céus, Gangster Americano, Gladiador, O Corpo da Mentira ou Um Ano especial, ontem fiquei ainda mais fã ao ver o filme Cercados (no original Black Hawk Down). 

A história até podia dizer que era muito boa, não  tivesse sido aquilo uma história verídica e centenas de pessoas terem morrido. Para quem não conhece, o filme retrata uma batalha, em Outubro de 1993, durante a guerra civil da Somália, em que duas forças do exército americano (os Delta e os Rangers) são enviados numa operação de captura de dois generais das forças rebeldes. Uma acção que deveria ter sido sucedida em meia hora, tornou-se uma batalha de mais de 15 horas devido ao facto de um "Black Hawk", um dos helicópteros americanos, ter caído. E mais não conto....

Para os homens que me lêem basta dizer que é um grande filme de acção, que nos prende do início ao fim, aliás, eu estava no sofá com as costas tensas de tanto stress. Para as meninas só digo isto: entra o Josh Hartnett, o Orlando Bloom (coitadinho, parece um franguinho de tão novo e magro que está), o Eric Bana, o Ewan McGreggor, entre outros. E também o Ty Burrell, mais conhecido como o Phil Dunphy do Modern Family, que eu já não consigo ver a fazer um papel sério.

Dito isto, recomendo!


quinta-feira, agosto 16, 2012

Movie night(s)

A box da ZON é capaz de ser das melhores coisinhas que já inventaram, a seguir à bimby e aos soutiens push-up. Se enquanto éramos crianças e adolescentes gravávamos o que quiséssemos nos antigos vídeos, com o aparecimento dos leitores de DVD deixámos (pelo menos eu) de gravar os programas que gostaria de ver. Agora (há uns anitos) é o paraíso. Nem é preciso programar horas, duração, nada, aquilo faz tudo por nós, e toda a gente sabe que eu gosto muito de tudo o que me poupe um bocadinho de trabalho.

Lá em casa grava-se tudo. Filmes, séries, temporadas inteiras, e outro tipo de programas, desde o Top Gear ao No Reservations. Depois volta e meia a box está quase cheia e lá temos de discutir sobre o que apagar, eu não me quero desfazer da Anatomia de Grey, embora saiba que não vou mais ver aqueles episódios, ele não se quer desfazer do Top Gear, mas depois chegamos a acordo e por muito que nos custe lá apagamos o McDreamy com os seus olhos de carneirinho mal morto e o Jeremy Clarkson com as suas corridas Bugatti vs. Ferrari.

Ultimamente, temos apostado nos filmes e temos visto um por noite, dos muitos que pairam lá pela box. Os das últimas noites foram:


Bom (para quem gosta de violência, sangue e antiguidade clássica)

 
Bom. Parecendo um filme de acção normal, além da acção e violência, 
tem algumas tiradas de humor inteligente e as personagens são bem conseguidas.


Não consegui simpatizar com a personagem principal (nem com muitas outras). 
O filme pareceu-me muito longo e a certa altura começou a cansar-me.

 (talvez o melhor papel do Edward Norton)
O melhor (dos melhores)

Ontem ainda tentamos ver o Novo Mundo mas os filmes do Terrence Malik mexem-me com os nervos.

Hoje há mais, nunca mais é logo à noite.