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domingo, fevereiro 09, 2014

The f****** National

Nada me deixa mais contentinha do que saber que estes meninos, os The National, uma das minhas bandas preferidas, vêm ao festival aqui, na minha cidade, que não tenho de me preocupar que dia da semana é (os sonsos foram a Lisboa a uma QUINTA, onde é que já se viu!?!) e que os posso ir ver e voltar para casa e dormir na minha cama descansadinha, mesmo que tenha de trabalhar no dia seguinte.


terça-feira, outubro 23, 2012

Festivais de verão

Este ano foi o primeiro ano, desde 2004, que não fui a nenhum festival. Não porque não goste do festival em si mas porque já não me apetece ficar em habitações precárias e levar com filas e empurrões. No ano passado, depois de uma direta (estúpida) para ver Coldplay em Lisboa e voltar ao Porto para trabalhar às 9h, quando fui ao SBSR decidi ficar num belo hotel nas redondezas com tudo a que tenho direito: 4*, bom pequeno almoço, boa piscina, quartos grandes, bem decorados, bonitos, caminha confortável e edredons fofinhos. Mas tendo em conta que o SBSR é no meio do nada e os acessos são terríveis, acabei por ficar hooooras no trânsito e, apesar de ter arranjado uma pulseira vip que me deu acesso a diferentes iguarias e WCs vazios e limpinhos, o pó e as filas conseguiram demover-me de repetir este ano.

O Optimus Alive é aquele festival limpinho, com chão em cimento, sem pó, com bons acessos e organizado nas entradas e saídas. Toda a gente fica sem rede no telemóvel, o que é um bocado chato quando alguém diz "vou buscar uma cerveja, não saiam daí" e depois não consegue dar bem com o sítio, mas de resto não tenho nada a apontar.

Os Depeche Mode são a primeira banda confirmada e eu, que já estou a ressacar de festivais, deste em particular, quero muito ir.

(crise? qual crise?)

segunda-feira, abril 16, 2012

As vidas que a volta dá (ou post lamechas da semana)

Eu até devia ter vergonha de dizer isto mas eu tinha bilhete para ir ao Coachella 2012, que ocorreu no fim de semana que passou. No entanto, não fui. Comprei-o num acto de loucura colectivo (5 ou 6 amigos) no primeiro dia (primeiros minutos?) em que foram postos à venda (algures no início de Junho de 2011). Sim, leram bem, nós compramos a #%#$%# dos bilhetes com quase um ano (UM ANO!!!) de antecedência. Acontece que as nossas vidas deram tantas voltas, mudaram tanto (a minha, pelo menos) que já não faria sentido ir no contexto em que foi planeado (3 semanas, roadtrip ou train trip pela costa oeste). Nem para mim, nem para os outros futuros companheiros de viagem. As pessoas chamam-me louca, dizem-me que devo ser muito rica para deitar tanto dinheiro fora, que devia ter ido no matter what e outras coisas que tal. A verdade é que não trocava os 200 e tal euros nem uma viagem pela costa californiana pelos últimos 6 ou 7 meses. Mesmo sem ver as minhas bandas preferidas, mesmo sem viagens transatlânticas, mesmo sem sol e praia, mesmo sem roadtrips (ok, houve uma ao Gerês, que será tema para outro post). É que o que eu ganhei nestes meses não só compensa essa perda como, por comparação, torna esses planos pequeninos pequeninos.

 Por isso não, I'd rather NOT be at Coachella.