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quinta-feira, novembro 07, 2013

Notícia parva #1

Ontem ao longo do dia dei de caras com algumas notícias, cada uma mais parva que a outra. E não, não estou a falar de sites como o Inimigo Público ou Imprensa Falsa, porque aí as notícias são parvas de propósito e quanto mais, melhor.

Estou mesmo a falar de sites noticiosos, que publicam coisas a sério, estudos, estatísticas e coisas credíveis como "uma pessoa não identificada próxima do casal revelou que".

Uma dessas notícias era que o Facebook vai passar a permitir que pessoas num relacionamento tenham acesso à conta do parceiro, para evitar infidelidades virtuais, num recurso ao qual eles chamam "Transparência no relacionamento". Ah, que bom... Uma pessoa aqui a pensar que a transparência no relacionamento tinha a ver com confiança, amizade e respeito e vai-se a ver e tudo se resolve tendo acesso à conta de Facebook do outro. Mas atenção, que eles fazem questão de nos proteger, que isto não é um regabofe e o nosso parceiro não vai poder fazer o que lhe apetecer com a nossa conta!! Não, não! Eles podem ver as nossas mensagens, chats, comentários, etc., mas alto lá, não podem apagar nada! Ufa! Estava a ver que a minha privacidade ia ser posta em causa, estou bem mais sossegada.

Mas não se preocupem, meus queridos traidores virtuais, isto é só no Facebook. Enquanto o gmail, hotmail, skype, whatsapp, voip, vodafone, optimus, tmn, etc., não se lembrarem de fazer igual, vão poder dar as vossas facadinhas virtuais à vontade!

A propósito deste tema, lembrei-me deste vídeo do Porta dos Fundos. Muito bom!


Quanto às outras notícias parvas, ficam para outros posts.

quarta-feira, outubro 09, 2013

Olhinhos na estrada!

Aqui há uns tempos "gostei" da página de Facebook da TAP. E correu sempre muito bem, eles não enchem o meu mural de 5 em 5 minutos, ia sabendo de promoções, novas rotas, passatempos, etc. e tínhamos uma convivência feliz.

Até agora. Nos últimos dias reparei que eles começaram a publicar fotos pessoais dos pilotos. E, aviso já as meninas (e/ou meninos) que largaram este post e foram a correr ao FB ver as ditas fotos: por mais aliciante que possa parecer a junção das palavras fotos pessoais + pilotos, não é o que vocês estão a pensar! Desenganem-se se pensam que vão encontrar grandes selfies de tronco nu com um fundo paradisíaco ou com aquela fatiota de que tanto gostamos. Não, não. Andam a publicar fotos de... aterragens, cockpit, voos, nuvens e tudo o que possa ser visto num voo. 

Ora, eu não sei sobre vocês, mas se eu pago uma certa quantia para voar por aquela companhia, eu estou à espera que os pilotos se concentrem em, sei lá, pilotar (!), em vez de estarem a tirar fotos para publicar no FB e Instragram. Já agora, se todos nós nos nossos trabalhos fizéssemos o mesmo, ia ser bonito, se a produtividade nacional já é o que é, imaginem se passássemos o dia de telemóvel na mão, a captar imagens dos nossos "projetos" a torto e a direito.

Sim, eu sei que agora os aviões já fazem tudo sozinhos e que os pilotos são dispensáveis na maior parte do tempo e até aceito que volta e meia façam um sudoku ou apalpem umas hospedeiras para passar o tempo, mas isto não é bem uma voltinha no comboio-fantasma da eurodisney, são coisas grandes que andam pelo céu, e se hoje o vício são as instafotos, daqui a nada fazem como o Denzel Washington e vai de snifar uns graminhas de coca antes de descolar. 

Por isso, antes que a coisa dê para o torto, olhinhos na estrada (ou corredor aéreo ou lá como se chama).

 Ih, tantos iguais, será que entrei no avião certo?
Para onde é que tenho de voar, mesmo?

Preciso urgentemente de ir ao oftalmologista.
Estou a ver tudo desfocado!
Espero que o co-piloto não tenha faltado à última consulta.

 Ups, acho que não era bem por aqui.
Será que travo a tempo?

Vamos lá levantar!
Esta gente nem suspeita que estive a noite toda a mudar fraldas à criança

quarta-feira, abril 24, 2013

Kiss me gosta deste post

Primeiro, deixem-me só dizer que a campanha da WOOK que falo aqui em baixo ainda se mantém no dia de hoje. E isto é mesmo bom porque uma pessoa lembra-se logo de mais uns quantos livros que quer pedir e oferecer e aquela amiga que está grávida será que já tem aqueles livros jeitosos para mamãs (já agora, o que recomendam??) e vai-se a ver e já se encomendou mais uns 4 ou 5. Não há-de ser nada, eles DEVOLVEM :))

Adiante.

Há algo que me anda a tirar o sono. E não é se a Sarah Palin quer invadir a República Checa (por causa dos ataques feitos por chechenos - da Chechénia, portanto - no comments!), não é se o sol vai deixar de iluminar a Terra daqui a 5000 milhões de anos (e eu que tinha umas férias programadas para essa altura) ou se o Álvaro Santos Pereira se lembrou agora de repente que afinal o que é bom para o país é investir nas pequenas e médias empresas, como se fosse o salvador da pátria. Não, não!

O que me anda a tirar o sono são aquelas pessoas que, no facebook, gostam dos seus próprios posts ou, pior, que gostam dos seus próprios comentários. Qual é a finalidade? Se uma pessoa publica uma foto, uma música, um texto, um poema, um vídeo, etc., em princípio é porque gosta, não? Ninguém no seu perfeito juízo pensaria ei detesto esta porcaria desta música mas vou publicá-la. Então para que serve gostar das próprias coisas? Triste triste é ver um post publicado por alguém e o único "gosto" ser dele próprio.

Nos comentários a coisa ainda é mais grave. Quando vejo alguém gostar do seu próprio comentário imagino-o, em frente ao computador, com um grande sorriso na cara e a pensar oh pá, eu sou mesmo hilariante, escrevo coisas do catano.




sexta-feira, abril 05, 2013

Os histéricos

Não sei se aconteceu o mesmo convosco, mas desde ontem que o meu Facebook anda a ser inundado de publicações e partilhas de artigos sobre o leite, baseados num artigo recente da Universidade de Harvard sobre a alimentação.

Ora, o que vejo não é nada mais nada menos do que histerismo jornalístico. Que o leite é o bicho papão, um monstro de sete cabeças, a coisinha pior que podemos meter à boca. Num artigo vejo títulos como "Deixe o leite pela sua saúde!", noutro " Harvard RETIRA laticínios da dieta saudável", etc. Eu, que adoro leite, que bebo todos os dias 200 ml de leite ao pequeno-almoço e um iogurte líquido a meio da manhã, fiquei preocupadita (uns 3 segundos), pensei em alternativas ao leite (+ 3 segundos, chá não é, de todo, uma alternativa) e resolvi perder mais uns segundos ou minutos a ler o tal artigo. Bla bla bla fruits and vegetables bla bla bla whole grain bla bla bla proteins bla bla bla milk. E o que é que lá diz sobre o leite? Que não podemos tomar? Que a mínima gota nos faz ganhar um pé extra? Que um shot de leite chega para estragar o cérebro? Não. Diz as seguintes palavras: limit milk and dairy products to one to two servings per day, que em bom português é algo como "limite a ingestão de leite a uma ou duas tomas por dia". Eu, que já estava aqui a pensar em comprar uns pacotinhos de Alpro na próxima ida ao supermercado, já sosseguei e já voltei a pôr na lista semanal Matinal magro, como deve ser.

O mais engraçado é que as pessoas que vi a partilharem o artigo, muito certas dos malefícios do leite, num tom arrogante de ah-ah eu bem vos disse que eu é que sempre tive razão, suas bestas, são capazes de comer hamburgueres e francesinhas, beber coca cola, álcool e fumar como se não houvesse amanhã. Mas quanto ao leite são... "muito saudáveis".

A imagem oficial do artigo "Healthy Eating Plate"


sexta-feira, fevereiro 08, 2013

O Rui Veloso é que tinha razão

No site da Blitz hoje pode ler-se uma mini "reportagem" sob o tema Pode a música que partilha nas redes sociais influenciar a sua vida amorosa?

E eu digo que sim. Deve ser aquela coisa do "não se ama alguém que não ouve a mesma canção". Por exemplo, teria grandes reservas em relação a um homem que no seu perfil tivesse como artistas preferidos Pablo Aldoran [perdoem-me os/as fãs], Michael Bolton [esse gajo ainda existe?] e que me inundasse o mural, o email, as mensagens privadas com músicas do Ronan Keating, Alejandro Sanz ou, no panorama português, João Pedro Pais ("entrei pela vitrina surrealista"? WTF is that?), Pedros Khimas, Azeitonas, e outros que tal. (perdoam-se as Shakiras e as Rihnnas desta vida, que vamos acreditar que eles só ouvem para ver os videoclipes)

Com o meu homem a coisa foi fácil. Ainda só o conhecia de vista e reparei nas ditas redes sociais que gostava de The Strokes. Yeah! Subiu logo uns pontos na minha consideração. Portugal, 12 points! A partir daí foi sempre a melhorar. Não só ouvimos a mesma canção, como a cantamos alto e bom som e a dançamos loucamente, no carro, no quarto, no duche, na cozinha enquanto cozinhamos, na sala, no escritório, no.... Sim, ainda estou a falar sobre cantar e dançar.

*Eu, aos 11 anos, era grande fã de Spice Girls, Backstreet Boys, Mariah Carey e até tive o meu período Laura Pausini, mas às crianças perdoa-se tudo, certo? Certo?


terça-feira, dezembro 18, 2012

Instagram

Nunca gostei muito do Instagram. Se calhar até gostaria, se tivesse perdido o mínimo de tempo a tentar perceber aquilo, mas a verdade é que instalei, não atinei com o propósito e desisti. Eu quando tiro uma foto e quero partilhar com alguém, partilho a foto diretamente no Facebook, por mail, por MMS, Blogger, Dropbox ou outras clouds, etc. O Instagram serve propriamente para quê? Para ver os álbuns dos outros? Cheios de fotos de sushi, cupcakes, outfits do dia, tudo com efeitos amarelados e nublados? Não me convence. E agora muito menos. O Instagram (recentemente comprado pelo Facebook) resolveu sem mais nem menos mudar as políticas de privacidade e vai poder vender os dados dos utilizadores (incluindo as fotos!!!) a terceiros, para efeitos de publicidade dirigida e outras "vantagens". A verdade é que mesmo no Facebook as nossas fotos nunca estão a salvo. O ano passado, a caminho do SBSR tirei uma foto à mão da minha amiga Daniela (oi Dani!!) a segurar uma Super Bock enquanto com a outra segurava o volante do carro (estávamos paradas na fila, atenção!) e meses depois vejo, num perfil de uma rapariga que não conheço de lado nenhum, amiga de amigos de amigos, a mesma foto, com não sei quanta gente marcada. Achei um abuso. Mas o Instagram fazer isso, à descarada e "legalmente" acho um abuso ainda maior.


quarta-feira, novembro 28, 2012

Olá, não te curto mas... vamos ser amigos?

Não percebo por que raio é que pessoas que andaram comigo 3 anos no liceu, que não me gramavam muito naquela altura, que já não me veem nem falam desde o dia do último exame nacional, há mais de 12 anos, portanto, vêm agora enviar-me convite de amizade no Facebook, como se sempre tivéssemos sido grandes amigas, como se nos falássemos normalmente, como se nos tivéssemos lembrado da existência uma da outra nesta dúzia de anos (eu não tinha, pelo menos).

É que com aquelas pessoas com as quais eu quis manter o contacto, eu mantive e mantenho, muito antes de haver Facebook e muito depois (o que também não foi muito difícil, tendo em conta que lá na minha cidade(zinha) natal a malta da minha idade junta-se toda no mesmo café - que está cada vez mais giro - há mais de 20 anos, coisa que as pessoas das cidades grandes nunca irão perceber). O Facebook não me serve para ver se a pessoa X engordou ou emagreceu, se está solteiro ou casado, se o bonzão do liceu que nos deu um fora deu em bêbedo ou se a Miss Liceu agora é mãe de 5 filhos e parece a Miss Piggy. A mim serve-me para brincar, para dar a conhecer ou descobrir novas músicas, filmes, séries, partilhar imagens engraçadas, ler notícias e ver "as modas". E podem dizer-me que tenho lá pessoas com quem nunca estudei, com quem nunca fiz visitas de estudo, algumas (principalmente bloggers) até nunca vi ao vivo, mas sejam amigos do peito, sejam colegas de trabalho que não posso recusar (mas que estão na listinha do "restrito", aí uns 80%), sejam bloggers que eu adoro e com quem tenho afinidade, seja o restaurante Y que eu uso para ver os pratos do dia, a verdade é que quem lá está, está por um motivo e assim continuará a ser.

segunda-feira, outubro 22, 2012

Não gosto*

Não gosto de gente ressabiada. Sempre que a minha empresa lança um projeto novo, seja do meu departamento ou de outros, um anúncio na TV ou na net, um passatempo ou qualquer coisa do género, costumo partilhar no meu Facebook pessoal. Faço-o porque tenho orgulho no meu trabalho, no dos meus colegas e na empresa em geral e quero que aquela informação chegue a outras pessoas, que os meus amigos "gostem", comentem, partilhem, participem, divulguem.

As primeiras vezes que o fiz, recebi um ou outro comentário menos simpático de um ex-colega, que tinha sido dispensado uns tempos antes, sempre a mostrar um certo ressabiamento. A coisa agravou-se quando os comentários começaram a ser verdadeiramente desagradáveis, do tipo "andas a ganhar uns trocos por fora para fazer publicidade ou isso é tudo amor à camisola?". Respondi-lhe que sim, que era tudo amor à camisola e que é a melhor camisola do mundo. Não é, nenhuma empresa é o paraíso na terra, mas é meu dever (e prazer!) divulgar o que de bom se faz lá. E que é muito.

Eu até dou de barato que ele tenha motivos para odiar aquilo. Ninguém gosta de ser dispensado, toda a gente acha que foram injustiçados e ganha-se mágoa àquela entidade. Até aí tudo bem, eu não o estava a obrigar a clicar em gosto ou a partilhar. Agora vir despejar o seu ressabiamento para cima de mim é que não!

*título roubado a este blogue