quarta-feira, março 31, 2010

Eu falo falo

Mas a verdade é que eu quando estou chateada com alguém ou alguma coisa também descarrego um bocadinho nas pessoas que me são mais próximas. Pronto, na minha mãe só. Mas lá está, é minha mãe, já aturou coisas bem piores do que maus humores, inclusive já me limpou as fraldas (e na altura não eram descartáveis, atenção), que imagino que seja coisinha bem pior do que receber uma resposta torta. Aliás, conhece-me desde que nasci, não é um estranho qualquer que trabalha para mim ou comigo. E posso até ser nojentinha mas 5 segundos depois lá estou eu, rabinho entre as pernas, a dar beijinhos e a pedir desculpa por ser tão chata. Vale-me a mim que me chateio muito poucas vezes. E a ela, que só me vê dois dias por semana. 

Sai de baixo!

Irrita-me, mas irrita-me mesmo muito, aquelas pessoas constantemente mal-dispostinhas. Que chegam ao trabalho e não dizem bom dia, ou dizem-no com cara de frete. Que não olham quando falamos com eles. Que descarregam nos outros (principalmente nos que estão abaixo na cadeia alimentar... quer dizer, profissional) todo o seu mau-humor, mesmo que esse mesmo mau-humor venha de casa, da vida pessoal ou do camandro. Que passam o dia com cara de nojo a olhar para o PC e que quando nos dirigimos a eles nos olham com cara de "porque é que me está a incomodar, não vê que eu estou ocupado a estar de mal com a vida?" e que nos dá logo vontade de vomitar-lhes em cima. Mete-me mesmo nojinho e apetece-me cobri-los de chapadas. E pronto, era isto.

sexta-feira, março 26, 2010

Sobre o adeus # 1

I've had to say goodbye more times than I would have liked. But, everyone can say that. And no matter how many times we do it, even when it's for the greatest good, it still stings. And though we'll never forget what we've given up, we owe it to ourselves to keep moving forward. What we can't do is to live our lives always afraid of the next goodbye. Because, chances are they're not going to stop.

The trick is to recognize when a goodbye can be a good thing. When it's a chance to start again.

(no episódio de 4ª feira da Ugly Betty. Quem diria?)

quinta-feira, março 25, 2010

GPS mental estragado. Defeito de fabrico.

Estive meia hora para tentar sair de Matosinhos. Eita cidadezinha complicada, que uma pessoa dá duas voltas e vai-se a ver e já não sabe onde é o norte. Se bem que eu só queria saber onde era o mar, mas feita parva não quis ligar o GPS nem perguntar aos transeuntes (haverá palavra mais feia que esta, céus!) para que lado era o mar. Ou a Avenida da República. Já devia saber que se eu achava que o mar era para a direita devia ter ido para a esquerda e, nisto, convencida que estava a ir na direcção do mar, fui parar ao porto de Leixões, que era só a direcção contrária do que eu queria. Pelo menos lá tem umas benditas placas salvadoras de meninas indefesas e meti-me pela A28 que é estradinha que já faço de olhos fechados. Também existe a (remota!) hipótese de não ser a cidade que é complicada e sim o meu sentido de orientação que é terrivelmente mau. Mas vou tentar acreditar que isso faz parte do meu charme irresistível.

Amigos são o melhor do mundo. Mas há pessoas que vão além disso.©

Queres que te abrace um dia inteiro?

Obrigada.

Fosse ela um homem e apaixonava-me já. Sendo assim fico só fã

O bom de descobrir novos blogues que adoro, além dos maravilhosos futuros posts que o/a autor/a ainda escreverá, é aquele prazer apaziguador de ter anos ou meses passados de tesouros escritos ainda por ler. E há quantos mais anos existir o blog, mais alegrinha fico, como se tivesse um livro novo para ler, aquele livro que eu queria muito, só que, neste caso, com a certeza que irei gostar. Fosse eu fumadora e estava a sacar do cigarrinho. Como não sou, resta-me pôr os pézinhos em cima da mesa, ajeitar a almofada nas costas e vamos lá, do início.

quarta-feira, março 24, 2010

An education


- You sound old and wise
- I feel old. But not very wise.

Já filmes como este fazem as minhas delícias. Histórias de vidas reais, tristes, alegres. Histórias de mentes fechadas e mentes abertas demais. Histórias de preconceitos e ideias fixas. Histórias de amores possíveis e impossíveis e o que nos faz escolher cada um deles. Histórias de ilusões e desilusões. Histórias de machismo e de luta pela emancipação. Boas histórias, no fundo. Boas não. Muito boas.

terça-feira, março 23, 2010

Casa da mãe vs. Minha casa II

Na minha casa o comando é meu e não sou obrigada a disputá-lo com mais duas pessoas, sendo que na casa dos meus pais ganha sempre a pessoa que quer ver todos os jogos de futebol que existem, nem que seja um mero jogo amigável entre o Ribeirão e o Lourosa.

domingo, março 21, 2010

...

E explicar ao meu pai o que é um blogue?

E por falar em coisas muito lindas e em florzinhas e passarinhos

Tenho para mim que sou a única pessoa que eu conheço, e cheira-me que das que não conheço também, que não está em pulgas para ver a Alice no País das Maravilhas. Nunca gostei da história, nem em pequenina (eu quer-me parecer que tinha medo do chapeleiro maluco e da rainha, mas é só uma ideia que me passou agora pela cabeça, ninguém pode provar nada) e nem aquelas fotos que tirei no Labirinto da Eurodisney nem o prof de Estudos Literários me fizeram gostar mais da mesma. E nem mesmo o Johnny Depp, que é menino que não faz as minhas delícias.
E ouvi dizer que não entra o Humpty Dumpty, que assim comássim, ainda era das personagens que eu mais gostava. Ou não. Pensando bem, não gostava de nenhuma personagem. Nem do gato. E olhem que eu adoro gatos.

...

E depois há dias como hoje, em que apesar do sol, do calor, do peito e da cara mais morenos devido ao tal sol e ao tal calor, apesar da primavera e dos passarinhos e da poesia e todas essas coisas muito lindas, tenho a puta da cabeça em merda. E eu, em estando com a cabeça em merda, ainda me ponho a ver o puto Nullah a dizer I sing to you com aqueles olhos mais lindos que eu já vi e começo a chorar desalmadamente, qual criança com o brinquedo preferido estragado.

A verdade é que o meu brinquedo preferido está mesmo estragado. E pior. Não tem conserto.

sexta-feira, março 19, 2010

Casa da mãe vs. Minha casa

Na casa dos meus pais há sempre comida. Se isto não é a maior vantagem do mundo, não sei o que será.

O que eu gostava mesmo mesmo

Era de deixar de receber mensagens (sempre a dobrar ainda por cima) a fazer publicidade ao Dj Dxima que vai tocar não sei quando num tal de Bar Styles em Guimarães, que é cidade onde eu não ponho os pezinhos há coisa de 3 ou 4 anos.

E mais, que parassem de mandar outras tantas mensagens a dizer para eu ir ver as minhas fotos da noite tal no dito bar, visto que eu não estive lá com toda a certeza e, sinceramente, até tenho medo do conteúdo das mesmas.

(também gostava mesmo mesmo que estivessem 30 graus todos os dias mas isso já não depende de uma entidade terrena.)

quinta-feira, março 18, 2010

Coisas que me ultrapassam III

Aqueles penteados masculinos em que os moços trazem o cabelo todo rapado ou curtinho e deixam comprido atrás, na nuca (muito comum nas criancinhas francesas que nos atacam no verão). Custa-me um bocadinho a entender como é que alguém no seu perfeito juízo se olha ao espelho e acha que está bem, bonito, sexy. É que eu olho para aquilo e só me dá nojinho.

E queria ilustrar com uma bela imagem, mas quando fiz a pesquisa o google crashou. E eu compreendi-o.

A Rosa Cueca é que sabe


Mais aqui.

E por falar em Rocco Siffredi eu até tinha uma história engraçada para contar mas a minha religião não me permite.

quarta-feira, março 17, 2010

Eu não ando bem

Ontem dei por mim deitadinha cama a ver o Trio de Ataque.

Agora estou a ver o Barcelona - Estugarda.

What's wrong with me?

segunda-feira, março 15, 2010

Dêem-me trela, a sério

Se há coisa que me enerva muito (e eu, que sou "muito calminha e tranquilinha", segundo alguém) é que me virem as costas numa discussão. Quem diz virar as costas diz não responder a sms ou não atender telefonemas. Fico fora de mim e, se de início a discussão/conversa até pode não mexer muito comigo, basta a pessoa ignorar-me para eu (inconscientemente!) fazer daquilo a minha prioridade de vida, seja com pai, mãe, amigos, amigos coloridos, namorados, colegas, o que for. Se alguém, por ausência/indiferença, me impede de falar, se alguém não me responde ou não me quer ouvir, começo a sufocar, coração a 250/segundo e parece que o meu cérebro se lembra logo de 2000 coisas que eu gostaria de dizer à outra pessoa e que agora não posso porque depois de 300 telefonemas e outras tantas mensagens, corro o risco de passar do nível da chata impossível de aturar para a psicopata.

E eu detesto isto, eu gostava de ser daquelas pessoas muito zen, que perante uma discussão ou problema, contam até dez e deixam para lá, porque eu sei que posso muito bem contar até 3 541 834 que a tensão vai estar lá toda e a vontade de falar a saltar-me do peito com tanta intensidade ou mais.

Por isso, gente que me ouve e que priva, ou possa vir a privar, comigo (e que se preocupem com a minha integridade física): deixem-me falar pelamordedeus. Eu sou aquela criança que não parava calada nas aulas, por melhores notas que tivesse a minha mãe era sempre chamada por causa do meu palrar constante. Digam hã hã e acenem a cabeça, mesmo que vos entre por um ouvido e saia por outro. Digam que sim. Ou digam-me que não e convençam-me do não. Ou então sejam tão ou mais chatos que eu, teimem, arranjem argumentos daqueles bons, que me calem num instante. Apenas não me deixem a falar para o boneco, que isso é coisinha para me deixar com dez anos a menos e 3 madeixas de cabelos brancos a mais.

Coisas que me ultrapassam II

Como é que alguém pode ler este blog e continuar a achar que eu sou inteligente e interessante.

sexta-feira, março 12, 2010

tzzzz

Estes últimos dias tenho andado eléctrica. Mas não é eléctrica tipo João Baião no Big Show Sic e sim com electricidade estática mesmo. Ao ponto de ficar com alguns cabelos em pé ou colados à cabeça, de ouvir aquele ruidozinho estúpido da electricidade ao vestir ou despir roupa ou até mesmo dar choques às pessoas quando lhes toco. Aviso já que não tenho andado de sapatilhas nem calçado com sola de borracha. Vocês, mentes iluminadas, pequenos génios, gente sabedora, sabem explicar-me porque é que isto acontece? Mas lembrem-se que sou uma gaja de Letras, não me venham com explicações físicas rebuscadas. E, acima de tudo, soluções. Queremos soluções.

quarta-feira, março 10, 2010

Ainda sobre o A Single Man

Alguém reparou que o Kenny, o miúdo apaixonado pelo professor, é o puto do filme About a Boy, com o Hugh Grant?

É que já o adolescente rebelde do Conde de Monte Cristo me surpreendeu quando apareceu um homem feito (e que homem) nos Tudors, e agora este aparece-me com 22 anos, assim, alto e magro, sem que ninguém me preparasse para o choque.

Estou a ficar velha, pá!

Ai Tom Ford, Tom Ford

Que nos trouxeste um filme destes, perfeito do início ao fim, que nos toca do início ao fim. Que nos faz ver que a vida pode ser tão fugaz, pode-nos faltar quando mais a abraçamos.


Mais tarde debruçar-me-ei sobre aquele modelo espanhol (Jon Kortajarena) que em 5 minutos de filme deixa a ala feminina da sala de cinema sem respirar. É que se começo a pensar muito nisso agora, tenho para mim que não conseguirei mais trabalhar hoje.

Compras

Ontem estourei-me em lingerie.

Quando comentei com as minhas amigas que estavam comigo o que tinha comprado, os comentários de todas foram:

"Ei, estás com ideias"

"Ui, vai haver festa"

"Está cheio de sorte o menino"

Mas agora uma mulher já não pode comprar lingerie sem segundas intenções? Hã?

sexta-feira, março 05, 2010

Assim, só para começar bem a sexta

If you're not willing to sound stupid, you don't deserve to be in love.

A lot Like Love (2005)

quinta-feira, março 04, 2010

Done/doing/will do


4 estações


Sempre que penso em/ouço Vivaldi lembro-me daquele espectáculo de ballet onde eu dancei sozinha há muitos (13) anos, tinha eu 14. Lembro-me de, no pas de quatre, a minha professora me pôr a dançar o Verão, das Quatro Estações, pois era a parte mais animada e eu (na altura) era muito levezinha e conseguia dar muitos saltinhos e pulinhos e piruetas sem dificuldade. Lembro-me do meu vestido ser tão pequenino e com umas alças tão fininhas que o meu maior medo não era não saber a dança, não era cair, não era torcer um pé a fazer pontas, era que o raio das alças rebentassem e eu ficasse topless em frente a uma plateia enorme. Lembro-me do meu namorado de há 3 meses ter apanhado um autocarro para Braga só para me ir ver e fazer-me a surpresa de estar lá. Lembro-me da N. a dizer-me "está ali o D." e eu só acreditar quando o vi mesmo à minha frente, os dois todos envergonhadinhos. Lembro-me dele ter que ir embora a uma certa hora (tínhamos 15 aninhos) e por isso não ter estado com ele no fim do espectáculo, nem sequer termos falado (na altura não havia telemóveis - como sobreviviamos??) porque já era muito tarde para ligar para casa de quem quer que fosse. Lembro-me de tudo isso e muito mais. E dá-me umas saudades do ballet que só me dá vontade de pegar nos meus sapatos de pontas (que já nem me devem servir) e começar a rodopiar pela casa toda. Visto que não danço ballet há uns 8 ou 9 anos, provavelmente ficaria com cãibras, torceria um pé, rasgava um músculo ou dava grande malho no chão. Mas deixem uma gaja sonhar.

quarta-feira, março 03, 2010

Telémovel

Muito se tem falado por essa blogosfera fora sobre telemóveis. Pois eu também quero falar um bocadinho do meu. Ao contrário da minha mãe que, apesar de ser muito simples, tem a panca dos telemóveis, eu não sou grande apreciadora dos mesmos. Para mim serve-me qualquer coisa pequena, com alguma capacidade e que dê para enviar e receber sms, mms e fazer telefonemas, mesmo a câmara fotográfica não me faz falta nenhuma (mas que seja Nokia de preferência). Sendo assim, só costumo trocar de telemóvel quando lhe dá o badagaio (ou cai à sanita, que foi o que aconteceu ao último), ou quando me oferecem um. Foi o caso do meu actual. O meu telemóvel tem exactamente 2 anos e meio (faz amanhã), está velho como sei lá o quê, a pintura toda gasta, peças soltas, visor riscado e mesmo assim não me consigo desfazer dele. É pequeno e fininho e cabe em todos os bolsos, todas as carteiras, todas as mini-clutchs. Nele (e não no cartão, eu sei que é um perigo) tenho todos os meus números. Mesmo aqueles que não preciso para nada. E todos aqueles que preciso para tudo. Nele tenho o número do canalizador, do pintor, do electricista (só Deus sabe como é difícil arranjar bons trabalhadores nestas profissões). Nele tenho todas as sms's importantes dos dois últimos anos e meio. Em pastinhas! Nele tenho o "adorei estar contigo" dele, o "amiga, levo comigo a tua amizade" dela, e muitas muitas mais boas lembranças. Algumas pequenas grandes felicidades têm vindo dali, alguns grandes stresses, alguns minutos, horas, dias de tristeza porque aquele número não toca, ou porque outro número toca vezes demais. Por isso, mesmo com a tampa lascada, riscado pelas centenas de quedas que já deu e com a tampa a ficar solta, o meu telemóvel é o melhor. Como tenho a certeza que, para vocês, os vossos também o são.

Hoje peguei no meu telemóvel antigo (antes deste) porque tinha a certeza que algures num rascunho duma sms tinha uma password que agora precisava e que perdi/me esqueci. Na busca pela dita password encontrei, no meio de 500 e tal sms's, uma mensagem de 2007 muito... querida de alguém que neste momento é muito especial para mim. E fiquei com um sorriso nos lábios.

(este texto pode dar a ideia de que sou viciada no telemóvel. Se deu, estão totalmente certos. Mas não é nada de novo)

Fui eu comprar o raio do livro ontem

E hoje todos os livros têm 20% de desconto na WOOK.

Ide comprar ide.

Blogosfera

Há coisas que me fascinam na blogosfera. Gosto de vir aqui e escrever uma série de disparates que me vai na cabeça para um montão de desconhecidos (e uns poucos conhecidos). E gosto muito quando, por causa do blog, esses desconhecidos passam a (mais) conhecidos. Aos poucos parece que vamos conhecendo as pessoas por trás dos nossos blogues de eleição, sabendo os seus gostos, o seu carácter. Gosto quando eu ou a outra pessoa nos lembramos de mandar um mail ao outro só para comentar algum post, acontecimento, foto, etc. Gostei de todas as pessoas blogosféricas que fui conhecendo. Gostei da troca de impressões sobre viagens, da troca de ideias sobre homens e relações, sobre o trabalho, sobre séries, filmes, sobre a vida. Gostei de trocar materiais didácticos dos meus tempos de professorinha, das conversas no msn, dos mails gigantescos. Gostei de saber a impressão que as pessoas tinham de mim apenas pelo que liam. Gostei de pedir informações sobre terras, cidades e restaurantes e que também gostassem de saber as minhas dicas. Gostei de ver pedidos de casamento ao vivo, gostei dos convites para um café, gostei dos desabafos. Gostei da troca de fotos, do reconhecimento da cara do outro, das amizades no Facebook e de ver que algumas pessoas são tão divertidas com os amigos como o são por trás da sua personagem fictícia. Gostei de me lembrar de alguns bloggers em algumas situações, de comentar os posts desses bloggers com as minhas amigas que também os lêem. Gostei de dar força quando li um texto triste e de dar parabéns quando li uma coisa alegre. Mesmo não conhecendo de quem se tratava.

Com algumas dessas pessoas o contacto manteve-se, consolidou-se e fui ganhando admiração por essas pessoas à medida que as ia conhecendo um bocadinho melhor. Com outras foi-se perdendo, ou porque deixaram de escrever, ou porque houve um afastamento natural, ou porque o blog acabou; por outras perdi-lhes simplesmente o respeito.

Por tudo isto gosto muito da blogosfera. A maior parte das vezes. Outras não.

Apesar de não ter achado grande piada ao filme, gostei muito desta frase


Recently I felt I needed to empty the backpack. Before I knew what to put back in.

(na verdade são duas frases)

terça-feira, março 02, 2010

Porque gosto do período Tudor quase tanto como da Antiguidade Clássica

Acabei de comprar este livrinho.


Na WOOK


Difícil vai ser, depois de consumir avidamente todas as temporadas dos Tudors, conseguir imaginar Henrique VIII sem a cara do Jonathan Rhys Meyers. Não que tenha má cara (longe de mim!) mas quando leio um romance histórico gosto, no mínimo, de dar uma certa verosimilhança à coisa.

segunda-feira, março 01, 2010

É de mim...

...ou este fim-de-semana foi mais pequenino que os outros? É que eu tenho a sensação que foi mesmo minúsculo, muito menos horas do que devia, aliás cheguei ao trabalho hoje e pareceu-me que só estive fora umas míseras horinhas.

Valeu-me, pelo menos, a noite de sábado e os 2manydjs no Clube Ateneu e a companhia e tuditudo.

E o facto de hoje estar sol. Isso, sim, alegra-me a alma.