quinta-feira, março 26, 2009

quarta-feira, março 18, 2009

Dúvida III

Portanto a dúvida resume-se a...

Isto?



Ou isto?




Dúvida II

É que uma Bimby podia-me poupar muito tempinho e fazer com que tivesse uma alimentação mais saudável ou que pudesse fazer uma sobremesa rápida quando aparece aquela vontade súbdita de comer um doce, ou que pudesse convidar amigos para jantar cá em casa sem correr o risco de causar desarranjos intestinais.

Mas a fotografia é um passatempo que eu adoro e sobre o qual passo muitas horas a ler, investigar, falar com amigos que percebem. E em Julho vou fazer um cruzeiro desde Seattle (McDreamy, here I goooo!) pela costa do Canadá e Alasca e só penso nas fotos maravilhosas que vou poder tirar lá e em todos os outros lugares onde ainda quero ir este ano.

Dúvida

Isto?


Ou isto?


Enquanto decido, tento convencer-me que o dinheiro serve para comprar coisas ou luxos que nos fazem felizes e que se trabalho e ganho e poupo bastante é para poder gastá-lo em prazeres pessoais e que já tenho um emprego "seguro", casa e carro por isso não devia ter problemas de consciência, ou o que os meus pais chamam de "forretice pessoal" mas a verdade é que me custa gastar bocadinhos maiores das minhas poupanças em tudo o que não seja viagens. Mas daqui a nada é Páscoa e vem aí o folar e em Junho já vem aí o subsídio de férias e o prémio anual da empresa. E o dinheiro é para gastar, certo? Aaahhhh....

quinta-feira, março 05, 2009



Não tenho visto muita televisão. Mas se há minuto e meio que me prende toda a atenção mal começo a ouvir a música, é este anúncio. Não faço ideia qual é o carro publicitado, ou melhor, agora até faço porque tive que pesquisar o anúncio no youtube, mas não sei se é grande, pequeno, bonito feio, redondo ou quadrado. O que me encanta nesta publicidade não são os artistas e sim o palco. Londres (juntamente com Roma) está definitivamente no topo da minha lista de cidades preferidas. Que me desculpe NY, que tanto adorei, mas Londres é diferente. Londres tem Novo Mundo e Velho Mundo (e super novo mundo) tudo numa cidade. E cada segundo desta publicidade me dá uma vontade enorme de voltar lá, cada esquina, cada gradezinha de cada jardim em frente às casas, cada visão do Big Ben no seu frente-a-frente com o London Eye, de Picadilly ou de Trafalguar Square, cada centímetro de verde de um "Park" qualquer. Londres tem gente mas não demasiada gente. Tem casas baixinhas em tijolo ou branquinhas todas iguais. Tem Houses of Parliament intermináveis, tem Tates e Abbeys e Towers. Tem cruzeiros no Tamisa e voltas pelo céu. Tem Notting Hill ao sábado e Camden ao domingo. E tem a Royal Academy of Dance e mil e um teatros.


As outras cidades podem ter tudo isto e muito mais e muito melhor. Mas Londres é "minha".

terça-feira, março 03, 2009

Vício - take II

Outro meu vício recente, além da "bebida", é o que um amigo chama de "literatura adolescente de chavala". Não nego que seja. Eu também gosto de ler livrinhos da turma da Mônica e podem-lhe chamar infantis à vontade que não é por isso que gosto menos. Ora os livrinhos que estão empilhados neste momento na minha mesinha de cabeceira são, nada mais nada menos, do que a saga Twilight (ou Crepúsculo, na língua de Camões). Ah e tal, não sei como podes gostar de uma historinha de putos, dizem-me. Acontece que eu gosto de vampiros. Não sei se influenciada pela novela Vamp (lembram-se?) mas eu tenho um qualquer fascínio por estes seres mitológicos. Depois veio Entrevista com o Vampiro (que revi este fim de semana), quando aos 12 anos me apaixonei perdidamente pelo Brad Pitt e jurei odiar a Kirsten Dunst até à morte. Afinal era uma miúda da minha idade a beijar o meu prometido (as coisas que as crianças de 12 anos sonham). Mas a verdade é que estes livros são muito mais do que aventuras vampirescas e da luta entre o bem e o mal. Na base da história está uma grande história de amor, daqueles amores tão impossíveis que são muito mais intensos. Daqueles amores que transformam o mal em bem, daqueles que fazem doer fisicamente quando algo não corre bem. Logo, juntaram-se dois temas que eu gosto, vampiros e histórias de amor. E eu, que não gosto de livros fantasiosos (embora reconhecendo que o Harry Potter possa estar muito mais bem escrito) fiquei viciada neste livro desde as primeiras linhas, sempre a querer saber mais. Do primeiro saltei para o segundo, do segundo para o terceiro e agora até tenho medo de pegar no quarto porque sei que depois acaba. Por isso aqui ficam as minhas leituras recentes:






E estão em inglês porque foi assim que os li (à excepção do primeiro) e recomendo. Primeiro porque não se perde nada na tradução, segundo porque sendo e do curso de inglês prefiro sempre ler no original e terceiro porque são metade do preço da versão portuguesa. Eu sei que há o valor da tradução mas acho um exagero os preços aumentarem para o dobro aqui no nosso país. Se fossemos menos "vaidosos" e nos contentássemos com capas moles e com menos floreado, papel reciclado ou de pior qualidade, talvez a nossa literatura fosse mais barata e muita mais gente tivesse acesso a ela. Mas isso sou eu que digo!


PS - Quanto ao filme baseado no primeiro livro achei apenas girinho. Tudo acontece muito depressa e não tem uma 5ª parte da intensidade dos livros. Mas o Edward é um rapaz muito engraçado, sim senhor (Brad, não fiques triste, continuas a ser o meu vampiro preferido).